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O ambicioso pacote fiscal do Governo destinado a travar a crise de acesso à habitação em Portugal foi aprovado no Parlamento esta sexta-feira, dia 9 de janeiro, após uma discussão entre cores políticas que se limitou a uma manhã.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, defende que o Governo deve comprar 200 mil milhões de dólares (171 mil milhões de euros) em títulos hipotecários, uma medida que, segundo o republicano, ajudaria a reduzir as taxas de juro.
Uma das soluções para resolver a crise de acesso à habitação em Portugal passa por estimular o mercado de arrendamento, aumentando a oferta, tal como reconhece o Governo. E uma forma de o fazer passa por comprar casas e colocá-las a arrendar, um tipo de negócio que pode ser bem atrativo quer para investidores, quer para famílias com liquidez. Isto porque a compra de casa para arrendar em Portugal apresentou uma rentabilidade bruta de 6,5% no quarto trimestre de 2025, de acordo com os dados do idealista, editor desta newsletter. E este investimento na habitação apresenta menos riscos face ao final de 2024.
O Porta 65 Jovem é uma ajuda crucial para jovens que precisam de apoio no arrendamento em Portugal.
O número ainda não é oficial, representa uma estimativa, mas o pacote fiscal para a habitação apresentado pelo Governo em dezembro tendo em vista a colocação de mais casas no mercado deverá ter um impacto orçamental entre 200 e 300 milhões de euros, adiantou o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento.
O investidor francês Julien Jarjoura comprou o negócio da Clarie’s na Europa, travando o encerramento das 31 lojas desta marca de bijuteria em Portugal.
O ano de 2025 foi bastante positivo no que respeita a investimento imobiliário comercial de rendimento. Com mais investidores portugueses, o ano encerrou com um volume total de 2,82 mil milhões de euros, representando um crescimento de cerca de 22% em comparação com o ano anterior. Este crescimento consolida a recuperação já iniciada em 2024, quando chegou aos 2,3 milhões de euros.
A Jerónimo Martins vai encerrar as 18 lojas Hussel em Portugal, cadeia especializada na comercialização de chocolates, até 30 de abril de 2026, "após aturados esforços para viabilizar a empresa", informou o grupo esta terça-feira, dia 6 de janeiroEm comunicado, o grupo dono do Pingo Doce explica que
A OCDE afirmou esta terça-feira, dia 6 de janeiro de 2026 que o mercado de arrendamento em Portugal “continua subdesenvolvido e fragmentado”, com apenas 12% das famílias a declararem viver em casas arrendadas, e com os arrendamentos informais a poderem atingir até 60%.
Em 2026, os senhorios podem atualizar as rendas das casas até 2,24% nos contratos de arrendamento existentes há mais de um ano. Mas há casos que podem aumentar ainda mais.
O investimento em imobiliário comercial em 2025 aumentou 10% em relação ao ano anterior, atingindo cerca de 2.670 milhões de euros, com o capital estrangeiro a representar 60% do total aplicado, segundo a consultora Cushman & Wakefield (C&W). Na distribuição por setores, o retalho manteve a liderança, captando 29% do investimento, seguido pelos escritórios (26%) e pela hotelaria (20%).
A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) identificou a existência, no ano passado, de 8.500 proprietários de imóveis com indícios de omissões ou divergências na declaração de rendimentos prediais, levantando suspeitas de fuga ao Fisco. Em causa está o controlo dos arrendamentos não declarados, um problema antigo que envolve o cruzamento de dados entre a AT e as empresas fornecedoras de água, energia e telecomunicações, através da declaração Modelo 2 do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).
O Estado português arrecadou 57.257,1 milhões de euros em receita fiscal de janeiro a novembro, um aumento de 6,5%, de acordo com a síntese de execução orçamental, divulgada esta terça-feira, dia 30 de dezembro de 2025. O ritmo de crescimento da receita acumulada acelerou em novembro, permitindo que nos 11 primeiros meses do ano se cumprisse 90,4% da execução da receita de impostos prevista para a totalidade de 2025 (63.370,9 milhões de euros, segundo o valor projetado pelo Governo de Luís Montenegro).
Antes de comprares um imóvel, seja para viveres ou para simplesmente para investir, há uma pergunta que pode mudar tudo: este imóvel vai valorizar no futuro?Perceber o potencial de valorização ajuda-te a tomar as decisões mais seguras, evitar maus negócios e confirmar se estás a aplicar bem o teu di
O Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) vai subir em 2026 para casas novas ou reconstruídas à boleia da atualização em 7% do valor médio de construção por metro quadrado.
Há uns anos, o coliving era muitas vezes apresentado como uma moda importada. Em 2025, a realidade foi outra (e em 2026 também será): a crise da habitação agravou-se, a mobilidade profissional tornou-se estrutural, o trabalho híbrido normalizou-se e a solidão passou a ser reconhecida como um problema social e de saúde pública. Neste novo contexto, o coliving deixou de ser apenas um formato alternativo de morar para passar a integrar um debate muito mais amplo sobre como vivemos, com quem vivemos e que papel a casa tem na nossa qualidade de vida.
O atual cenário da habitação em Portugal e Espanha é de escassez de oferta. Não há casas suficientes para atender à alta procura, motivo pelo qual os preços sobem.
O ano de 2026 deverá ser marcado por um recuo da taxa de inflação para 2,1% e por um novo alívio no IRS, mas as famílias vão deparar-se com uma subida generalizada dos preços de alguns bens e serviços. Rendas, telecomunicações, bilhetes de transportes e portagens são alguns dos serviços que vão acompanhar ou mesmo ultrapassar a inflação esperada para o próximo ano.
A estabilização das avaliações e o reforço da procura nos segmentos prime de escritórios, residencial e logística deverão contribuir para um aumento de 15% no investimento imobiliário global em 2026, ultrapassando a marca de um bilião de dólares, que corresponde a 850.000 milhões de euros.
A Câmara do Porto informou, esta segunda-feira, dia 22 de dezembro de 2025, que as candidaturas para o programa municipal de arrendamento acessível estão abertas em permanência, permitindo que os interessados se inscrevam a qualquer momento para aceder a habitação com rendas abaixo do mercado. O anúncio surge numa fase em que a cidade prepara o 39.º sorteio de atribuição de casas, previsto para meados de janeiro, num esforço contínuo para reforçar a oferta de habitação a preços controlados.