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“O negócio da mediação imobiliária, nomeadamente no segmento de luxo, está de boa saúde, e podemos dizer, inclusive, que vive um dos seus melhores momentos”. Otimismo é, portanto, palavra de ordem para Adriano Nogueira Pinto, Diretor Coordenador Nacional da DS Private, que em entrevista ao idealista/news antecipa a continuidade de Portugal “no radar dos investidores e compradores de luxo internacionais”. “O país oferece, neste segmento, um produto diferenciado, como projetos de arquitetura de autor, imóveis com certificações ambientais e localizações prime altamente valorizadas”, analisa.
Zohran Mamdani foi eleito o 111º presidente da câmara de Nova Iorque (EUA), numa vitória histórica que colocará um reconhecido socialista democrata à frente da capital financeira do mundo. Votaram mais de dois milhões de pessoas, o número mais elevado desde 1969, segundo a Comissão Eleitoral da Cidade de Nova Iorque.
O mercado português continua a apresentar altos valores de atratividade no que respeita ao investimento imobiliário comercial. Só até ao final do terceiro trimestre deste ano, houve um crescimento de 72% no volume de investimento, face a igual período do ano passado. Esta atratividade é sustentada pela estabilidade dos fundamentais económicos, pelo interesse de investidores internacionais e pela crescente sofisticação do produto nacional.
Patrícia Barão, atual vice-presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), apresentou oficialmente a sua candidatura à presidência da instituição para o mandato de 2026-2028, com eleições marcadas para dia 4 de dezembro. A, também, Partner e Head of Residencial da Dils Portugal torna-se, assim, a primeira mulher a concorrer à liderança da associação, num momento considerado determinante para o futuro da mediação imobiliária em Portugal.
Várias associações ligadas ao setor do imobiliário uniram-se, "numa posição conjunta e inédita", para apresentar ao Ministério das Infraestruturas e Habitação um conjunto de propostas legislativas capazes de aumentar a oferta de habitação a rendas acessíveis. Entre as medidas apresentadas está, por exemplo, o estabelecimento de um regime legal do arrendamento estável, o fim das rendas congeladas e o incentvo à subscrição de seguros de renda dedutíveis fiscalmente, bem como à criação de uma garantia pública de arrendamento.
A construção habitacional vai ficar parada seis meses à espera da descida do IVA e isso "é o pior que pode acontecer", disse à Lusa o CEO da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), Manuel Maria Gonçalves.Numa reação ao anúncio do ministro das Infraestruturas e Habita
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, disse esta sexta-feira (31 de outubro de 2025) acreditar que o IVA a 6% na construção esteja em vigor até ao primeiro trimestre de 2026, com a sua discussão a ter início após a conclusão do processo orçamental.
A procura por casas para arrendar em Portugal permanece elevada, embora esteja hoje mais distribuída por uma maior oferta existente. Ainda assim, as rendas não param de aumentar. No último ano terminado em outubro, as rendas das casas subiram 5,7% tendo acelerado face ao crescimento anual registado no mês anterior (4,1%). Esta evolução colocou o custo mediano de arrendar casa no país num novo máximo de 17 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês passado, revela o índice de preços do idealista, editor deste boletim. A tendência de subida das rendas mantém-se em todo o território nacional, embora com ritmos distintos entre regiões, distritos e capitais.
A proposta de Orçamento do Estado para 2026 (OE2026) foi, sem surpresas, aprovada na generalidade esta terça-feira (28 de outubro de 2025). PSD e CDS-PP foram os únicos a votar a favor, tendo sido a abstenção do PS e dos deputados únicos de PAN e JPP que garantiram, ainda antes do debate arrancar no Parlamento, a aprovação. O Chega votou contra, tal como IL, Livre, PCP e BE. Segue-se, agora, a discussão do OE2026 na especialidade – as audições terminam a 7 de novembro –, estando a votação final global marcada para dia 27 do mesmo mês. Preparámos um guia para saberes o que vai mudar no setor da habitação e do imobiliário e que impacto terão algumas das medidas na carteira dos portugueses.
Os investidores internacionais têm demonstrado cada vez mais interesse na cidade do Porto, dado o seu crescimento económico e turístico.
Os Central Business Districts (CBDs) têm registado uma crescente ênfase em todo o continente europeu.
A habitação continua a consumir grande parte do rendimento familiar de quem vive em Portugal, refletindo as dificuldades que muitas famílias enfrentam para arrendar ou comprar casa. Em concreto, o esforço financeiro exigido para arrendar uma casa em Portugal continua elevado, situando-se em 83% no terceiro trimestre de 2025. Já na compra de habitação, a taxa de esforço nacional fixou-se nos 70%, segundo uma análise do idealista, editor desta newsletter.
A vontade de viver junto à cidade de Lisboa não é apenas visível no mercado de compra e venda. O mesmo se observa no mercado de arrendamento, com os concelhos periféricos à capital a dominar a lista de 10 municípios mais procurados para arrendar casa no verão de 2025. Os dados mais recentes do idealista (editor deste boletim) sugerem que a procura de habitação junto a Lisboa continua em alta apesar das rendas das casas superarem os mil euros mensais em praticamente todos os seus municípios limítrofes.
Comprar casa é, sem dúvida, uma das decisões mais importantes na vida de uma pessoa ou família. Além de ser, muitas vezes, uma escolha para toda a vida, acarreta elevados custos financeiros, tendo os consumidores de se endividarem – por vezes a longo prazo – para avançar com o processo. Pedir um crédito habitação é, portanto, uma decisão que exige ponderação e conhecimentos. No artigo desta semana da Deco Alerta, damos-te algumas dicas a ter em conta antes de pedires um empréstimo ao banco para comprar casa.
A existência de estabilidade legislativa é o fator que mais pesará na decisão dos proprietários aquando da colocação (ou não) dos seus imóveis no mercado de arrendamento. Esta é uma das conclusões a retirar da recente edição do Barómetro Confiança dos Proprietários, promovido pela Associação Lisbonense de Proprietários (ALP).
O setor de retalho dominante na Europa durante o primeiro semestre do ano, com 37% de toda a área arrendada, continuou a ser a moda. Em segundo lugar, a nível de maior número de transações, destaca-se o setor de produtos mistos, que representa 24% da área arrendada e 17% das transações concluídas entre janeiro e junho.
Uma delegação de cinco eurodeputados, incluindo Sérgio Gonçalves (PS), inicia na segunda-feira, dia 27 de outubro, uma visita à Madeira para avaliar a oferta de habitação acessível e também a ameaça dos incêndios florestais na ilha. A delegação, da Comissão das Petições do Parlamento Europeu, estará na Madeira até dia 30 e tem agendadas visitas a projetos habitacionais financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) da União Europeia (UE).
O custo da habitação continua a aumentar em Portugal, com os preços das casas à venda a atingir um crescimento recorde. Mas não se perspetiva uma subida salarial da mesma dimensão, os juros no crédito habitação tendem a estabilizar, os portugueses estão a perder poder de compra e o crescimento económico abrandou. E neste contexto os profissionais do setor estão a perder confiança no mercado de venda e arrendamento na reta final de 2025, face ao início do ano, tal como revela o mais recente Índice de Sensibilidade do Setor Imobiliário (ISSI) feito pelo idealista (editor deste boletim) a partir de um inquérito aos agentes imobiliários.
Foi fundada há quase 120 anos nos EUA e tem mais de 3.000 agências espalhadas por mais de 45 países. Falamos da rede imobiliária Coldwell Banker (CB), que aterrou em Portugal em 2017 e tem atualmente uma operação de 12 agências e cerca de 250 colaboradores. Em entrevista ao idealista/news, Frederico Abecassis, CEO da CB Portugal, revela que o seu “portefólio diversificado no segmento residencial de luxo” tem valorizado – “Temos 266 imóveis residenciais ativos com um valor superior a um milhão de euros” – e mostra-se otimista quando ao futuro. “O segmento de luxo em Portugal continua a demonstrar um grande dinamismo”, assegura.
O setor imobiliário na China enfrenta uma pressão crescente, com investidores internacionais a tentar vender imóveis adquiridos por milhares de milhões de dólares, muitas vezes a preços significativamente inferiores aos de compra. Desde o final de 2024, a BlackRock, Carlyle Group e outros gestores de investimento têm registado perdas substanciais na alienação de edifícios comerciais, enquanto bancos credores, como o HSBC e o Standard Chartered, alertam para um aumento dos incumprimentos de empréstimos.