A pesquisa encontrou 3815 resultados
Resultados da pesquisa
A Câmara de Lisboa entregou as primeiras sete chaves das 38 habitações sorteadas no Programa de Renda Acessível (PRA), destinado a famílias que ganham entre 6.000 e 8.000 euros por ano.
O segmento residencial de luxo foi dos que menos sentiu os efeitos da pandemia da Covid-19, mostrando-se muito resiliente um pouco por todo o mundo. Portugal não foi exceção. Isso mesmo mostram os dados mais recentes da consultora Savills: em junho de 2022, o preço das rendas prime em Lisboa subiu 7,6% face a dezembro de 2021. A capital encontra-se, de resto, no quarto lugar do ranking – contempla 30 cidades – das cidades onde arrendar uma casa de luxo mais encareceu, atrás de Londres (Reino Unido), Singapura e Nova Iorque (EUA).
Arrendar casa está cada vez mais caro, tendo as rendas aumentado 2,7% num ano, em julho de 2022 face ao período homólogo. Um cenário que se deverá manter, visto que, como se esperava, o indicador que serve de referência para a atualização automática das rendas no próximo ano voltou a crescer em julho, fixando-se em 4,79%. Aproxima-se, desta forma, dos 5%, que seria o valor mais elevado desde a década de 1990.
As rendas das casas por metro quadrado (m2) aumentaram 2,7%, em julho, face ao mesmo mês de 2021, mantendo o valor registado em junho e com todas as regiões a apresentarem crescimentos homólogos, divulgou o INE.Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em julho, “todas as regiões apres
As transações de hotéis e de industrial e logística impulsionaram o investimento em imobiliário comercial no 1º semestre do ano, segundo o Market Pulse, o mais recente research trimestral da JLL.
À semelhança de outros países, França decidiu avançar com um plano de apoio à economia e combate à inflação. Nesse sentido, o parlamento francês aprovou, na semana passada, um pacote no valor de 20 mil milhões de euros que visa ajudar famílias em dificuldades.
Letur, considerada uma das vilas mais bonitas de Espanha, quer lutar contra o despovoamento e, para isso, lançou uma iniciativa que visa captar o interesse de quem deseja abandonar a vida na cidade e viver rodeado de natureza e tranquilidade.
A situação económica não está a facilitar a vida dos inquilinos nos EUA.
No Porto, como no resto do país, há falta de casas no mercado. A oferta de habitação é escassa perante tamanha procura, um desequilíbrio que tem explicado a subida dos preços das casas, quer para comprar quer para arrendar. Mas um novo estudo indica que cerca de 15% das habitações situadas na cidade Invicta estão fechadas e desabitadas. Porquê? Explicamos tudo neste artigo.
Comprar casa junto à praia é o desejo de muitos portugueses e estrangeiros. Este é um mercado que tem estado dinâmico mesmo durante a pandemia. A procura de casas na praia à venda cresceu em 45 dos 54 municípios situados na costa portuguesa, fazendo cair a oferta de casas na maioria dos concelhos e disparar os preços das casas. E o mesmo cenário se verifica no mercado de arrendamento de casas junto ao mar. Mas quais são os municípios que registam as casas na praia mais baratas para comprar? E para arrendar? O idealistas/news mergulhou nos dados e pintou o mapa da costa portuguesa com os preços das casas no litoral. Vem daí descobrir.
Em 2021, em plena pandemia da Covid-19, 10,6% das pessoas viviam em condições de insuficiência do espaço habitacional em Portugal, sendo este o valor mais elevado dos últimos três anos: 9,6% em 2018, 9,5% em 2019 e 9,0% em 2020. Em causa estão dados divulgados esta terça-feira (2 de agosto de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Com as casas para comprar a ficarem cada vez mais caras e a elevada inflação a encolher as poupanças, arrendar casa continua a ser uma alternativa para muitas famílias.
Não há boas notícias para os inquilinos. A inflação que se faz sentir no país - e que chegou aos 9,1% em julho - terá impacto no coeficiente de atualização das rendas. A taxa média de inflação nos 12 meses terminados em julho já vai em 4,79%. É em agosto que o Instituto Nacional de Estatística (INE) publica o valor final que vai contar para o cálculo. E a continuar a subir a este ritmo, as rendas das casas poderão subir 5% em 2023.
Com a inflação em alta, também as rendas a cobrar pelos senhorios aos inquilinos podem aumentar em 2023. Segundo as estimativas do INE para junho, o indicador utilizado para esta atualização já vai em 4,1%, sendo que a atualização é automática e feita com base na inflação registada em agosto. Ou seja, o valor poderá ainda subir e rondar os 5%. As associações de proprietários consideram, no entanto, que “há bom senso”, que os senhorios estão atentos à situação política e económica atual e que, nesse sentido, a maioria não irá aumentar as rendas com base no coeficiente de atualização.
A Assembleia Municipal do Porto aprovou, com os votos contra do BE e da CDU, o alargamento do programa de arrendamento acessível Porto com Sentido a todos os imóveis da cidade, bem como o aumento do apoio à renda.
Comprar casa está cada vez mais caro. Mas os salários não acompanham esta evolução. E as consequências para este desequilíbrio são várias: este cenário tem aumentado as desigualdades sociais e económicas, afastando muitas famílias de comprar casa.
O PCP entregou esta segunda-feira (25 de julho de 2022) no Parlamento um projeto-lei que propõe suspender durante este ano e o próximo a denúncia de contratos de arrendamento de imóveis que sejam morada principal e a execução de hipotecas de habitações permanentes.
A reabilitação do Mercado do Bolhão, no Porto, custou mais 15% em relação aos 22,3 milhões de euros previstos inicialmente, para cerca de 26 milhões, disseram esta quinta-feira (21 de julho de 2022) o presidente da Câmara e a vice-presidente da GO Porto.
Os dados mais recentes do INE mostram que houve um aumento de 19,8% no número de novos contratos de arrendamento nos primeiros três meses de 2022 face ao período homólogo. Isto apesar das rendas mediadas das casas também terem encarecido 6,4% entre esses dois momentos. Uma subida que se tende a manter, devido ao escalar da inflação. A pensar nisso mesmo, o BE vai apresentar uma proposta para impor um teto máximo de atualização das rendas em 2023.
Os inquilinos com contratos de arrendamento anteriores a 1990 viram as rendas serem atualizadas dentro de determinados limites em 2012. E, passados dez anos, estas rendas antigas poderão ser novamente revistas se os inquilinos mostrarem que houve uma subida dos rendimentos. Esta disposição consta na lei do Orçamento de Estado para 2022 (OE2022).