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Esta vila histórica, coroada pelo seu castelo, é um testemunho vivo da herança cultural portuguesa. Viver em Palmela significa desfrutar de paisagens, desde os vinhedos ondulantes até às vistas panorâmicas sobre o Estuário do Sado e a Serra da Arrábida.
Com o aumento do preço das casas nas grandes cidades nos últimos anos, mas também graças à adoção crescente do teletrabalho, muitas famílias têm optado por comprar casas novas em zonas mais tranquilas e afastadas dos grandes centros.
Estes dois fatores, aliados à procura por um ritmo de vida muito
Problemas de espaço em casa? Não te preocupes, existem móveis e objetos no mercado projetados para aproveitar ao máximo divisões pequenas e decorar casas com poucos metros quadrados (m2). Neste artigo, reunimos uma seleção de móveis dobráveis para aproveitar ao máximo o espaço.
Passar longas horas sentado, seja no escritório ou em teletrabalho, tornou-se hábito comum, mas também um risco para a saúde muscular. Os especialistas alertam para o aumento de problemas como a "síndrome do rabo morto", uma condição que afeta os músculos dos glúteos devido à falta de movimento prolongada. Essa inatividade pode provocar dores, fraqueza muscular e até lesões a longo prazo.
A sustentabilidade e os projetos sustentáveis estão cada vez mais na ordem do dia e fazem parte do quotidiano das empresas e escolas em todo o mundo.
Renovar a casa pode ser a chave para aumentar o valor de mercado de um imóvel e maximizar o lucro na hora da venda ou arrendamento. Com pequenas melhorias estratégicas, como modernização de espaços e ajustes na decoração, por exemplo, é possível atrair mais compradores. Eis as vantagens de renovar a casa para transformá-la num investimento rentável.
Comprar casa exige sempre uma reflexão sobre as nossas necessidades, de modo a que o novo lar seja adaptado à nossa rotina diária, proporcionando conforto e bem-estar.
O ambiente imobiliário global enfrenta vários desafios, desde as políticas monetárias dos bancos centrais que afetam os empréstimos até à situação geopolítica e as pressões de investimento contra as mudanças climáticas.
Com 40 anos de vida, da carteira de projetos da Jamestown fazem parte edifícios emblemáticos como o One Times Square ou o Chelsea Market, ambos em Nova Iorque (EUA).
As empresas têm vindo a empenhar-se para trazer os trabalhadores de volta aos escritórios, depois de o teletrabalho ter passado a dominar o mundo laboral nos últimos anos.
A procura por estúdios tem aumentado nos últimos anos, sobretudo nas zonas mais urbanas.
O segmento de escritórios, um dos mais afetados pela pandemia da Covid-19, que levou muitas empresas e pessoas a optar pelo teletrabalho ou pelo regime híbrido, está a dar sinais de recuperação este ano. Pelo menos em Lisboa e no Porto. Na capital, foram ocupados 119.000 metros quadrados (m2) apenas nos primeiros cinco meses do ano. Trata-se de um volume de absorção 6% superior face ao registado em todo o ano passado (112.500 m2). No Porto, foram ocupados 27.500 m2, mais 36% que no período homólogo. Em causa estão dados que constam no recente relatório mensal Office Flashpoint da JLL.
O investimento em imobiliário continua ativo e dinâmico, mantendo uma tendência de crescimento. O setor oferece um mix de estabilidade, valorização a longo prazo e diversificação de portfólio. No entanto, para minimizar riscos e rentabilizar retornos, é essencial uma análise dos diferentes aspetos que influenciam o mercado. Afinal, quais são as tendências do momento?
Portugal é um país pequeno. Apesar disso, tem muitas zonas com poucos habitantes.
Quando pensamos em mudar o pavimento da nossa casa ou de uma casa que comprámos e queremos renovar, existem muitas opções no mercado. Além das mais tradicionais, o pavimento laminado, em madeira natural ou parquet são soluções que estão cada vez mais na moda. Descobre neste artigo quais são as diferenças entre este tipos de pavimento para mudar o chão lá de casa.
O imobiliário comercial tem passado por vários desafios ao longo do último ano. As elevadas taxas de juro, a par da instabilidade macroeconómica retraiu o investimento e até desvalorizou imóveis. Mas há investidores que continuam de pedra e cal no país. “A nossa atividade em Portugal é tremendamente satisfatória”, admite Ismael Clemente, CEO da Merlin Properties, em entrevista ao idealista/news. “É um país onde é muito fácil fazer negócios [imobiliários] e esse é o segredo do seu sucesso. Portanto, aumentar a exposição em Portugal faz parte dos nossos planos”, admite o responsável.
Morar num apartamento espaçoso, com dimensões generosas e que sirvam na perfeição para todas as necessidades de todos os elementos da família, pode ser visto atualmente como um pequeno luxo, principalmente se falamos de casas novas.
O modo de vida dos portugueses foi – e muito – moldado pela pandemia da Covid-19. Os confinamentos mostraram a importância de viver em casas com áreas maiores e com espaços ao ar livre. E o teletrabalho, que se massificou em 2020, criou a possibilidade de trabalhar à distância. Tudo isto acabou por criar uma tendência em Portugal: viver no campo, em contacto com a natureza e longe dos grandes centros urbanos. Até porque aqui as casas para comprar tendem a ser mais baratas. Mas será que esta tendência veio para ficar? Ao que tudo indica, sim (e até está reforçada): os dados do idealista/data revelam que a procura de casas à venda disparou em 81% dos concelhos com menos de 10 mil habitantes entre o início de 2020 e o arranque de 2024. E contam-se mesmo 48 municípios menos populosos do interior e ilhas onde o interesse em adquirir casa mais que duplicou neste período.
A Square Asset Management (Square AM) foi constituída como sociedade independente regulamentada há 22 anos, em 2002. Três anos mais tarde, em 2005, foi lançado o fundo de rendimento aberto CA Património Crescente, o maior fundo imobiliário nacional, e mais recentemente o Property Core Real Estate Fund. Pedro Coelho recebe-nos, sorridente e de braços abertos, no escritório da Square AM, localizado no 14º piso da Torre 3 das Amoreiras, naquela que é uma das melhores vistas sobre Lisboa, como faz questão de referir. “Para o imobiliário haver uma inflação controlada e a 2% até é bom”, diz, com o Tejo como pano de fundo, o CEO da sociedade em entrevista ao idealista/news. “Há uma parte de uma geração nova que não sabe bem viver com a inflação e está habituada a preços fixos, digamos assim. Os mais antigos já tiveram inflações muito mais altas”, argumenta.
Em geral, formas arredondadas, materiais naturais, assentos grandes e móveis multifuncionais estão agora em voga. A razão está na saudade de espaços mais agradáveis, com estética natural que respondam a um maior interesse por tudo o que tem a ver com sustentabilidade, reciclagem e ligação entre os espaços interiores e exteriores da casa.