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A habitação está hoje no centro do debate em Portugal. Vive-se uma crise habitacional no país, que se arrasta há décadas e se agudizou nos últimos anos. Com o objetivo de mitigar o problema e aumentar a oferta de casas (sobretudo para arrendar), o Governo socialista de António Costa desenhou o pacote de medidas “Mais Habitação”, que está em discussão pública e a gerar uma forte onda de polémica e contestação. A verdade é que o atual contexto, marcado pelo alto preço das casas, subida de juros e perda do poder de compra por via da alta inflação, tem afetado a procura de habitação em Portugal, adiando a decisão de compra de casa, estimulando a mudança de casa para outras mais baratas e empurrando as famílias para o mercado de arrendamento. É isso mesmo que mostra o estudo do idealista/data sobre a procura de casas em Portugal, que identifica ainda as motivações, os orçamentos e os fatores que pesam na hora de arrendar ou comprar uma nova habitação.
Para muitas pessoas em teletrabalho, dizer “bom dia” no chat de conversação (como teams, slack, entre outros) não é fórmula de cortesia, mas o novo relógio. Há chefes que continuam a desconfiar de quem trabalha a partir de casa e a “cronometrar” tudo ao segundo. Acreditam que a produtividade é afetada, que o comprometimento não é o mesmo, e de quando em vez necessitam de verificar os “sinais vitais” dos trabalhadores, como se fossem doentes terminais, ou funcionários em “fuga”, sempre sob um clima de suspeita. Afinal, estaremos a entrar na era da “paranóia da produtividade”?
Os padrões de trabalho muito mudaram depois da pandemia. Antes, cerca de 60% dos europeus nunca tinha tido a experiência de trabalhar a partir de casa. Mas, nos meses seguintes, esta percentagem caiu para menos de 40%, mostra estudo do Banco Central Europeu (BCE). O teletrabalho tornou-se, assim, num “novo normal” para milhões de europeus durante a pandemia. E depois? A verdade é que ter a possibilidade de trabalhar a partir de casa tornou-se num requisito para muitos. Um em cada três europeus quer ainda mais trabalho remoto do que a empresa dá. E muitos consideram mesmo mudar de emprego.
A Agenda do Trabalho Digno, que tem feito correr muita tinta ao longo dos últimos meses, obteve luz verde no Parlamento esta sexta-feira, dia 10 de fevereiro. E traz várias novidades que vão mudar o Código do Trabalho, reduzindo o número de renovações dos contratos temporários, criando a licença por luto gestacional e prevendo o projeto-piloto da semana de quatro dias, por exemplo. Neste guia mostramos algumas das 70 medidas que prevê a Agenda do Trabalho Digno e explicamos o que vai mudar no mundo laboral em 2023.
Com o aparecimento do teletrabalho, ter um escritório em casa pode ser uma boa ideia para criar um ambiente confortável e personalizado adequado ao desempenho das nossas funções. Mas como fazê-lo? Para começar, podes conhecer quais as vantagens de teletrabalhar em casa e de criar um área de trabalho para o efeito. Deixamos-te algumas dicas que te podem ajudar neste processo:
A taxa de desemprego fixou-se em 6%, em 2022, uma descida de 0,6 pontos percentuais (p.p.) em relação ao ano anterior, segundo dados provisórios divulgados esta quarta-feira (8 de fevereiro de 2023) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Em termos trimestrais, a taxa de desemprego subiu 0,2% num ano, no quarto trimestre de 2022 face ao período homólogo.
Nos últimos anos, o setor terciário entrou numa fase de transformação e as mudanças de uso tornaram-se mais comuns, especialmente para converter imóveis afetos a serviços/comércio em habitações. A verdade é que converter lojas, armazéns e escritórios em casas virou “moda” em muitos países, nomeadamente para combater a falta de oferta. Ainda assim, o processo pode ser complexo, e comporta riscos (além de vantagens). Mas será que a “residencialização” deste tipo de imóveis já é uma prática comum/tendência em Portugal? Para compreender melhor o tema, o idealista/news ouviu vários profissionais do imobiliário de diferentes segmentos.
O projeto-piloto referente à semana de 4 dias de trabalho está prestes a arrancar em Portugal. E a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social adiantou que há 90 empresas que já manifestaram interesse em aderir a esta iniciativa, que vem avaliar a aplicação de novas formas de organização do tempo de trabalho no setor privado. As empresas interessadas em aderir à semana de 4 dias têm até dia 15 de fevereiro para concretizarem a inscrição definitiva, adiantou ainda Ana Mendes Godinho.
Depois do período pandémico voltado para o teletrabalho, as empresas e os trabalhadores estão a regressar aos escritórios em força. Este movimento leva mais empresas a arrendar espaços para instalarem os seus escritórios. É isso mesmo que se tem sentido em Lisboa e no Porto. A ocupação de escritórios na capital portuguesa somou 272 mil metros quadrados (m2) em 2022, um “valor histórico” para o setor em Lisboa. E no Porto o mercado de escritórios também esteve dinâmico durante o ano passado.
As despesas adicionais do trabalhador com o teletrabalho e pagas pelo empregador não são tributadas em IRS se comprovadas, mas o pagamento de valor fixo sem correspondência com a despesa efetiva fica sujeito a imposto, segundo o Fisco.
O decreto que regula a instalação de câmaras de segurança é o Decreto-Lei n.º 46/2019, onde está delineado o exercício da atividade de segurança privada e da autoproteção. Este decreto é complementado pelo Decreto-Lei n.º 58/2019, que se refere à proteção de dados pessoais do indivíduo singular, bem como à divulgação dos mesmos.
O surgimento e consolidação do fenómeno conhecido como “nomadismo digital” é uma realidade. Os números mostram que um número crescente de pessoas, geralmente ligadas a setores profissionais das novas tecnologias, tem optado por deixar de lado as formas convencionais de trabalho. Portugal é, de resto, um dos países favoritos para quem não precisa de um local fixo para trabalhar.
Saber como aproveitar os saldos e promoções é uma oportunidade maravilhosa para otimizares os custos e não gastares tanto dinheiro.
Todos sabemos que a arrecadação deixou de ser um espaço a mais, para passar a ser um espaço necessário.
Melhorar a qualidade de vida está no topo das prioridades dos portugueses. E muitas vezes isso passa mesmo por mudar para uma casa com mais espaço e zonas exteriores. Mas, para muitas, não se trata de uma escolha. Com os preços das casas em Lisboa a alcançarem patamares incompatíveis com os rendimentos médios, milhares de famílias estão a ser empurradas para a periferia da capital. Mas também aqui as casas para comprar e para arrendar estão a ficar mais caras. O idealista/news mergulhou nos dados dos municípios da Grande Lisboa e explica tudo.
O Parlamento tem estado a votar na especialidade várias alterações ao Código do Trabalho no âmbito da Agenda do Trabalho Digno. O dossiê das mudanças à lei laboral deverá ficar concluído até ao final de janeiro, estando a entrada em vigor das novas regras laborais prevista já para o início deste ano.. O idealista/news preparou um guia resumo com o que já se sabe que vai mudar no país.
Desde a pandemia, o teletrabalho tornou-se uma parte das nossas vidas. Desde então, muitas empresas estabeleceram um modelo híbrido que combina presença de escritório com trabalho a partir de casa.
O stress gerado pelos e-mails e mensagens constantes do trabalho está a “matar” lentamente a nossa saúde mental. Isto é, afeta psicologicamente os funcionários e, por consequência, os seus familiares. Esta é uma das conclusões apontadas pelo estudo ‘Killing Us Gently’, publicado recentemente. Segundo o documento, a necessidade de estar sempre “ligado”, mesmo que não explicitamente, leva a um tipo específico de stress, denominado ‘e-ansiedade’, afetando o bem-estar geral da própria pessoa e de quem a rodeia.
Os deputados aprovaram esta terça-feira, dia 20 de dezembro, na especialidade uma proposta de alteração do BE, no âmbito da Agenda do Trabalho Digno, que prevê a fixação do valor das despesas adicionais nos contratos para prestação de teletrabalho.
2022 tem sido um ano de renovações em casa. A mudança de certos hábitos de vida e, acima de tudo, a fatura energética têm sido as forças motrizes por detrás disto. Mas também não devemos esquecer o aumento do custo das hipotecas. Perante a dúvida entre comprar e renovar, muitas pessoas preferiram não correr o risco e dar uma segunda oportunidade à sua casa. Mas quais têm sido as renovações deste ano? Os peritos de habitissimo dizem-nos.