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Já imaginaste viver numa casa com jardim, rodeado por natureza, pagando menos do que um quarto nas grandes cidades? O interior de Portugal está cheio de oportunidades — mas será que vale mesmo a pena mudar de vida?
Em 2024, o teletrabalho foi 10 vezes mais comum entre os trabalhadores com ensino superior do que entre os que têm no máximo o ensino básico. Esta é uma das conclusões a retirar do estudo “Portugal, Balanço Social 2024”, da autoria de Bruno P. Carvalho, João Fanha, Miguel Fonseca e Susana Peralta.
A crise imobiliária em Portugal empurrou Carla Luís, recém-licenciada em engenharia civil na época, a procurar oportunidades de emprego lá fora. Foi em Bogotá, na Colômbia, que deu os seus primeiros passos na sua carreira internacional em 2013.
João Neves, nascido a 27 de setembro de 2004 em Tavira, é hoje um dos nomes mais promissores do futebol português. Com uma ascensão meteórica no Benfica e uma transferência de destaque para o Paris Saint-Germain (PSG).
Os especialistas que participaram num debate organizado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, na segunda-feira (dia 12 de maio), dividiram-se quanto à eficácia de medidas de controlo das rendas para dar resposta à atual crise habitacional.Organizado pela Rede H – Rede Nacional
Dez anos antes da pandemia, em 2010, Lisboa via nascer um espaço de trabalho inovador. No Coworklisboa, localizado no 4º piso de um dos edifícios da Lx Factory, em Alcântara, empreendedorismo e networking andavam de mãos dadas, dando-se início ao movimento coworking em Portugal. O espaço encerrou no final de 2019, meses antes da COVID ter “empurrado” as pessoas para o teletrabalho, e pelo meio foram várias as empresas que se lançaram neste mundo do trabalho flexível. “Fazer as pessoas felizes no trabalho” é a missão de quem gere estes espaços, que promovem o work-life balance. E a procura por parte de portugueses e estrangeiros – e de profissionais individuais e empresas – é elevada, bem como as taxas de ocupação. O idealista/news foi tentar saber porquê e descobrir alguns dos segredos destes escritórios flexíveis.
O que é o Estatuto do Cuidador Informal e quantos tipos de cuidadores informais existem? É alguém que presta assistência e cuida de pessoas dependentes, seja familiar ou não, tendo acesso a benefícios sociais e apoios específicos. Mas há muito mais a saber sobre esta função. Explicamos tudo sobre este assunto neste artigo da Deco Alerta.
“O setor do self-storage tem ainda muito espaço para crescer em Portugal”. O cofundador da Control Space, empresa portuguesa de soluções de armazenamento que oferece espaços seguros, acessíveis e convenientes para guardar bens, de forma temporária ou a longo prazo, revela ao idealista/news alguns dos segredos deste modelo de negócio e as mais-valias destes armazéns, nomeadamente no setor imobiliário residencial. “A crise na habitação tem levado muitas famílias a optar por imóveis mais caros e com áreas reduzidas. Neste contexto, o self-storage surge como uma solução prática e complementar, funcionando como uma extensão das suas casas”, conta Albano Costa Lobo.
O investimento imobiliário em Portugal está em clara rota de recuperação, depois do golpe gerado pelas altas taxas de juro.
Faltar ao trabalho por causa de um apagão pode parecer uma situação fora do comum, mas a verdade é que tem acontecido com mais frequência — e nem todos sabem como reagir. A ausência é considerada justificada? Tens direito ao salário na mesma? E se estiveres em teletrabalho?
Lançaram há um ano no mercado as ‘Terra’ – casas modulares construídas em madeira – que previam serem tidas em conta como casas de segunda habitação e cujos modelos assentavam no T1, T2 e T3, mas os clientes romperam-lhes as expectativas. Neste meio tempo, a crescente procura obrigou-os a fazer
O mercado imobiliário de luxo continua a dar cartas no nosso país.
Com os preços da compra e arrendamento habitacionais a subirem e a escassez de oferta a tornar-se crónica, o mercado tem tentado criar soluções inovadoras que possam dar resposta às necessidades e diferentes perfis da procura.
A passagem da depressão Martinho por Portugal trouxe consigo um cenário de caos, com inundações severas em Lisboa, quedas de árvores e rajadas de vento fortes que afetaram a circulação e a segurança de milhares de pessoas.Muitas pessoas viram-se, assim, forçadas a faltar ao trabalho, seja pela impos
Uma casa pequena com divisões reduzidas pode requerer muita criatividade para proporcionar conforto.
Pandemia, teletrabalho, regime híbrido, regresso aos escritórios, sustentabilidade, eficiência energética, digitalização, Inteligência Artificial (IA). É caso para dizer que tudo sofreu mudanças com o súbito aparecimento da Covid-19, nomeadamente a relação entre empresas e trabalhadores, a par das dinâmicas entre colegas, mantidas muitas vezes à distância de um clique. Agora, cinco anos depois do uso obrigatório de máscaras e de confinamentos e desconfinamentos, as companhias, atentas ao novo ‘modus operandi’ e à evolução da tecnologia, estão a mudar as “regras do jogo”, muito além do que diz respeito à gestão dos tempos e espaços dos escritórios. E a IA entrou em força no mercado laboral e nos processos de recrutamento.
A pandemia “empurrou” as pessoas para casa e o teletrabalho passou a fazer parte da equação no mercado laboral. Agora, cinco anos depois de confinamentos, máscaras e testes à Covid-19, o mundo parece estar a viver um “novo normal”. O regime híbrido ganhou força ao mesmo tempo que as empresas estão, de certa forma, a querer atrair de novo trabalhadores para os escritórios, acenando com ‘amenities’ “fora da caixa”. Mas o que está, afinal, a mudar no segmento de escritórios em Portugal? Flexibilidade é palavra de ordem, estando a sustentabilidade e a eficiência energética dos espaços a consumar-se como tendência.
O Governo aprovou uma medida que torna a entrega do IRS mais simples, eliminando a necessidade de declarar certos rendimentos agora isentos, como o subsídio de refeição e juros de dividendos, quando ultrapassam os 500 euros.
Durante o processo de procura de casa, há vários fatores a ter em conta. E, embora muitos desses fatores sejam comuns à grande maioria dos compradores, outros deles variam de pessoa para pessoa.
O mundo do trabalho está em constante evolução. E a pandemia veio dar o “empurrão” que faltava para que o teletrabalho e os espaços de coworking começassem a ganhar peso em Portugal. Hoje, são uma opção tanto para freelancers e nómadas digitais, como também para grandes empresas. Mas porquê?