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A madeira poderá vir a tornar-se no “cimento” do futuro. Deixou de ser apenas tendência para afirmar-se como alternativa sólida aos métodos tradicionais – nas casas, mas também grandes infraestruturas e edifícios.
O acesso à habitação para arrendar está cada vez mais difícil na Europa. Há uma falta de oferta de casas no mercado de arrendamento nas maiores cidades europeias, uma realidade que tem empurrado as rendas para máximos históricos, incluindo em Lisboa e no Porto.
A Suécia vive a maior crise imobiliária desde a década de 90, mas apesar de o ambiente estar a mudar na Europa, Portugal está ainda longe de ser afetado, segundo os analistas consultados pela Lusa.
O número de casas vendidas no mercado sueco tem vindo a cair – entre maio e julho foram vendidas 13.8
Embora muitos países da UE terminem 2023 com o PIB a crescer, o setor imobiliário ainda enfrenta uma maré de luta face ao reajustamento de preços devido à inflação, às políticas do Banco Central Europeu (BCE) e às consequências da guerra na Ucrânia.
Os nómadas digitais vêm dos quatro cantos do mundo para Portugal com o objetivo de conjugar o teletrabalho, com turismo e lazer. E, agora, vão poder ter acesso a um balcão único desenhado especialmente para si, oferecendo apoio ao emprego, acesso aos bancos e muito mais. É precisamente isso a que se propõe a Vlancer, uma plataforma digital criada em Israel, que chegou agora a Portugal com um investimento que pode chegar aos 1,5 milhões de euros.
O mundo do trabalho muito mudou durante a pandemia. O teletrabalho e o modelo de trabalho híbrido vieram para ficar. E também a sustentabilidade tem ganhado peso nas empresas. Todo este novo clima laboral sugere mudanças ao nível dos escritórios.
A Merlin Properties colocou à venda uma propriedade na Rua Velázquez, em Madrid, para aproveitar o elevado interesse de projetos residenciais de luxo naquela zona, uma das mais caras para comprar uma casa na capital espanhola. A venda será feita por leilão. A propo
Seja para comprar ou arrendar, o acesso à habitação em Portugal é, hoje em dia, um problema. Falta oferta e a que existe é, em muitos casos, pouca ajustada aos rendimentos das famílias, num cenário de progressiva perda de poder de compra e juros altos. Há cada vez mais pessoas a ponderarem transformar imóveis afetos ao comércio e serviços (tais como ateliers, lojas, armazéns, escritórios) em habitação. Mas não só. Também já há quem procure outros espaços alternativos, como garagens para viver. A pergunta é: pode-se converter uma garagem numa casa?
Os preços das casas vão continuar a subir em todo o mundo nos próximos anos – com destaque para os países do sul e leste da Europa, onde devem crescer ainda mais. Especialistas económicos apontam para uma trajetória global acentuada, com um aumento médio anual estimado de 9%, de acordo com o último estudo realizado pelo Instituto alemão ifo e pelo Instituto Suíço de Política Económica.
Um dos pontos altos do verão para muitas pessoas é a procura de uma nova habitação, seja uma casa novinha em folha ou pronta para reformas. Muitos fatores que influenciam as famílias na escolha de uma casa passam, entre outras coisas, pela proximidade de serviços, transportes, espaços verdes e escolas, o que muitas vezes significa viver perto da cidade.
A pandemia colocou dúvidas sobre o futuro dos escritórios que, apesar de tudo, se dissiparam rapidamente. O teletrabalho ganhou terreno, mas foi o trabalho híbrido que veio para ficar.
Sabes aquele momento em que começas a pensar em aumentar a família, mas o espaço não estica? Ou quando gostavas de poder ter os filhos e os netos todos por perto?
Há muito que os nómadas digitais viajam pelos países a teletrabalhar. Mas este movimento ganhou outro significado e outra dimensão durante a pandemia, quando o teletrabalho passou a ser uma opção privilegiada por muitas empresas. Foi a partir de 2020 que Portugal começou a sentir uma forte chegada de nómadas digitais vindos de todo o mundo. E, para atraí-los, criou um novo visto para nómadas digitais em outubro de 2022. De lá para cá já foram atribuídos mais de 550 vistos a estes trabalhadores remotos estrangeiros que escolhem Portugal para viver durante alguns meses ou até por períodos mais longos. Neste artigo, explicamos o que é preciso para ser nómada digital em Portugal.
Andam de mala às costas de país em país, conhecendo o mundo a trabalhar. Esta é a vida dos nómadas digitas. Muitos querem morar em Portugal durante vários meses, procurando comunidades preparadas para os receber, como há em Lisboa, Porto ou na Madeira. Vivem, sobretudo, em alojamentos temporários. Mas há sempre quem “se apaixone pelo país” e queira fixar-se. “Vemos hoje nómadas digitais a ficarem mais de seis meses em Portugal, a trazerem as suas empresas, a recuperarem imóveis, a fazerem parte da comunidade local”, adianta em entrevista ao idealista/news o presidente da Digital Nomads Association Portugal. Esta é, portanto, uma oportunidade para descentralizar o movimento de Lisboa e dar a conhecer o interior do país, que está a ser despovoado ano após ano.
Nada parece travar a expansão internacional da fileira casa. Mesmo com as economias a percorrerem mares agitados pela alta inflação e subida dos juros, as famílias continuam a valorizar o conforto do lar, apostando em decoração com alma portuguesa. “O mobiliário português começa a ser reconhecido a nível internacional, como produtos com design próprio, materiais de qualidade, boa construção e com uma boa relação qualidade-preço”, afirma Gualter Morgado, diretor executivo da Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins (APIMA), em entrevista ao idealista/news.
As tendências nas preferências de habitação sofreram uma transformação considerável com a pandemia. Com a ascensão do teletrabalho, muitas pessoas cogitaram a opção de se mudar ou ter residência na periferia das cidades. E, para isso, as casas pré-fabricadas oferecem muitas soluções.
O ano de 2022 foi marcado por um contexto macroeconómico que exerceu uma maior pressão sobre o mercado residencial, dada a subida da inflação e dos juros conjugada com os altos custos da construção e a falta de mão de obra. Este cenário refletiu-se numa ligeira diminuição na venda de casas na Grande Lisboa (-1,4%) e numa queda no preço médio das casas novas transacionadas (-7%), aponta a Savills. Ainda assim, a procura de casas para comprar continua bem dinâmica: há mais de 4.500 casas em construção em Lisboa, que deverão ficar concluídas nos próximos dois anos. Mas maior parte já se encontra vendida, já que, destas, só 1.440 casas estão disponíveis para venda (32% do total).
O setor imobiliário está a atravessar um momento agridoce. A resiliência mantém-se, mas a incerteza também. A procura de casas continua alta, mas a oferta ainda é escassa. Sintomas de uma “doença” antiga e que teima em não ter cura à vista. Diz quem anda no terreno que é preciso construir e vender casas para a classe média nacional e dar finalmente vida ao mercado de arrendamento. Mas como? A verdade é que, paralelamente, continuam a vender-se muitas casas no país, e a maioria a portugueses. Isto num contexto marcado por uma alta taxa de inflação e elevadas taxas de juro, que roubam poder de compra. Os promotores imobiliários não atiram a toalha ao chão, mas reclamam mudanças no setor. Expectativa e confusão caminham lado a lado nesta equação, nomeadamente com aquilo que será o programa do Governo Mais Habitação, que será debatido no Parlamento esta sexta-feira (19 de maio de 2023).
Atualmente, muitas pessoas enfrentam o desafio de encontrar um espaço confortável e tranquilo para trabalhar.
As alterações à lei laboral, previstas na Agenda do Trabalho Digno, entraram em vigor no dia 1 de maio, no Dia do Trabalhador, após uma longa discussão no Parlamento e sem que o diploma tenha obtido acordo na Concertação Social. Eis um guia com as principais alterações a saber.