Conselhos e informações sobre como podes avaliar a tua casa e estudar o mercado imobiliário para preparar a tua venda. Descobre quanto tempo podes demorar a vender uma casa, como evoluem os preços... e publica o teu anúncio no idealista.

Preço das casas em Portugal

Casas à venda em Portugal ficaram 5,3% mais caras em 2023

Mesmo num ano marcado pela descida do número de casas vendidas, os preços das casas à venda em Portugal voltaram a subir 5,3% em 2023, tendo em conta os dados de dezembro de 2023 e do mesmo mês do ano passado. Isto acontece porque, apesar da procura de casas para comprar ter abrandado ao longo do ano, devido a perda de poder de compra por via da inflação e dos altos juros nos créditos habitação, a oferta de habitação no nosso país continua a ser escassa. E este é um cenário visível em quase todo o território português, já que as casas à venda ficaram mais caras em 17 capitais de distrito em 2023, com Viana do Castelo a liderar as subidas (32,1%), aponta o índice de preços do idealista. Em Lisboa, os preços das casas para comprar subiram 6,1% e no Porto 6,5% durante o mesmo período.
Vender a casa rápido

Venda de casas expresso: 19% da oferta fica menos de 7 dias no mercado

A venda de casas em Portugal tem vindo a arrefecer ao longo de 2023, devido ao atual contexto marcado pelos elevados preços das casas, altos juros no crédito habitação e ainda pela redução do poder de compra, por via da inflação. Havendo casas no mercado que estão desajustadas, quer ao orçamento, quer às necessidades das famílias, há no entanto outros imóveis residenciais que se encaixam melhor no perfil da atual procura e, por isso, são vendidas mais rápido. Isto pode ajudar a explicar o facto de cerca de 19% das casas para comprar em novembro terem estado menos de uma semana anunciadas no idealista. Já 11% das habitações esteve no mercado entre duas semanas e um mês, 25% entre um e três meses, 37% entre três meses e um ano e 8% mais de um ano, mostra um estudo publicado pelo idealista, o Marketplace imobiliário do sul da Europa.
Preço das casas em Portugal

Comprar casa em Portugal: preços retomam subida de 1,2% em novembro

A venda de casas em Portugal está a arrefecer em 2023, devido à subida de juros e perda de poder de compra por via da inflação, a par da falta de confiança nos mercados. Mas apesar da procura estar a diminuir, esta continua a ser bem superior à oferta de casas. E, em resultado, os preços das casas para comprar em Portugal subiram 1,2% em novembro face ao mês anterior. Este é um cenário visível em quase todo o território português, já que as casas à venda ficaram mais caras em 13 capitais de distrito, entre outubro e novembro, com Ponta Delgada a liderar as subidas (3,5%), aponta o índice de preços do idealista.
Vender casa em 2024

Como vender casas com sucesso no atual contexto de incerteza

Advinham-se tempos desafiantes para a mediação imobiliária em Portugal. O contexto internacional não é animador, estando pautado pela guerra na Ucrânia e pelo conflito no Médio Oriente. Todos estes fatores geopolíticos, se escalarem, têm o poder de aumentar a inflação e, consequentemente, elevar os juros e travar o desenvolvimento económico. Com o clima de incerteza a escalar, a venda de casas deverá continuar a arrefecer no nosso país em 2024, o que não são boas notícias para os agentes imobiliários. Com este contexto de pano de fundo, somado à crise política interna, o importante é que os profissionais da mediação imobiliária continuem a inovar e a ajustar a gestão do negócio aos novos desafios, aconselha Massimo Forte, consultor, coach, formador especializado em imobiliário, neste artigo preparado para o idealista/news.
Preço das casas em Portugal

Casas à venda em Portugal: preços caíram em 8 grandes cidades

A venda de casas em Portugal está a arrefecer em 2023. E a redução da procura, motivada pela perda de poder de compra, bem como pela subida dos juros nos créditos habitação, ajuda a explicar o facto de os preços das casas em Portugal estarem a estabilizar há, pelo menos, quatro meses seguidos, outubro inclusive. Mas, olhando para a realidade do país em detalhe, verifica-se que houve oito capitais de distrito onde os preços das casas caíram, Porto incluído (-0,5%), segundo o índice de preços do idealista. E, por outro lado, observa-se também que as casas continuam mais caras em nove grandes cidades, com a Guarda a liderar as subidas (4,3%).
Vender a casa rápido

Vendas expresso: 27% das casas fica menos de 7 dias no mercado

O atual contexto económico, marcado pela alta inflação e pela subida dos juros no crédito habitação, tem arrefecido a venda de casas em Portugal – é certo. Mas a procura de casas continua a ser bem superior à oferta disponível no mercado. E há certos tipos de habitações mais procurados que outros, sendo, por isso, vendidos mais rápido. Os dados mostram isso mesmo: cerca de 27% das casas compradas em junho estiveram anunciadas no idealista menos de uma semana. Já 12% esteve no mercado entre uma semana e um mês, 31% entre um e três meses, 24% entre três meses e um ano e 6% mais de um ano, mostra um estudo publicado pelo idealista, o Marketplace imobiliário do sul da Europa.
vender casa

Proprietários aceleram vendas de casas que estavam arrendadas

Um dos objetivos do Governo com o pacote Mais Habitação é criar mais oferta no mercado de arrendamento, mas ao que tudo indica, o plano está a ter o efeito contrário. Depois das medidas anunciadas, 20% dos proprietários decidiram desfazer-se dos imóveis, isto é, vender as casas que tinham arrendadas. E um número idêntico de senhorios avançou com um aumento ou atualização extraordinária das rendas para “compensar o risco”.
Preço das casas para comprar

Comprar casa em Portugal: estes são os 10 municípios mais baratos

Investir no conforto de uma casa, com espaços exteriores e em pleno contacto com a natureza, é investir em qualidade de vida. É com esta perspetiva em mente que cada vez mais famílias procuram uma casa para comprar em Portugal, até porque fora dos grandes centros urbanos os preços das casas são, geralmente, mais económicos. Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam precisamente que é no interior do país onde se encontram os 10 municípios mais baratos para comprar casa. Vem daí descobrir onde é que é possível adquirir uma habitação de 100 metros quadrados (m2) por menos de 30 mil euros.
Preço das casas em Portugal

Comprar casa em Portugal ficou 1,2% mais caro em abril

A venda de casas em Portugal segue caminho a bom ritmo, apesar da alta inflação e da subida dos juros nos empréstimos bancários. E como há falta de oferta para a procura existente, os preços das casas à venda no nosso país subiram 1,2% em abril face ao mês anterior, aponta o índice de preços do idealista. E este cenário é visível em quase todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 15 capitais de distrito, entre março e abril, com Vila Real a liderar as subidas (5,7%). Em Lisboa, os preços das casas subiram 1,8% e no Porto 1,7%.
Preço das casas para comprar em Portugal

Comprar casa ficou mais caro em 13 grandes cidades no início de 2023

Hoje, a alta inflação, a subida dos juros e, agora, a instabilidade financeira pautam o cenário económico. E, embora este panorama atual crie mudanças na procura de casa para comprar, a verdade é que os negócios seguem caminho a bom ritmo em 2023. Ainda assim, já se está a sentir um abrandamento na subida dos preços das casas à venda em Portugal, uma vez que se mantiveram estáveis no primeiro trimestre de 2023 face ao trimestre anterior, segundo aponta o índice de preços do idealista. Este não é, contudo, um cenário visível em todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 13 capitais de distrito, entre janeiro e março, com Viana do Castelo a liderar as subidas (11,1%). Os preços das casas para comprar subiram em Lisboa (0,9%) e no Porto (2,9%) neste período.
Preço das casas para comprar

Comprar casa está mais caro em 12 capitais de distrito em fevereiro

O novo cenário económico, marcado pela alta inflação e pela subida de juros no crédito habitação, já está a arrefecer a procura de casas à venda e o montante total concedido em empréstimos destinados à aquisição de habitação. Este cenário acaba por influenciar os preços das casas para comprar em Portugal, os quais se mantiveram estáveis em fevereiro face ao mês anterior. Mas este não é cenário visível em todo o país: segundo o índice de preços do idealista, as casas à venda ficaram mais caras em 12 capitais de distrito entre janeiro e fevereiro de 2023, com Viana do Castelo a liderar as subidas (5,2%). Em Lisboa, os preços das casas para comprar subiram 1,2% e no Porto mantiveram-se estáveis neste período.
Preços das casas a desacelerar

Comprar casa: preço desacelera em 12 dos 24 maiores municípios do país

O atual contexto económico está a mudar o mercado residencial em Portugal. A subida dos juros no crédito habitação, a alta inflação e a perda de confiança dos consumidores estão a arrefecer a compra de casas no país, muito embora a procura de casas continue a ser superior à oferta existente. Esta atual dinâmica está a refletir-se nos preços das casas: segundo o INE, observou-se uma desaceleração dos preços em 12 dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes no terceiro trimestre de 2022. E foi em Guimarães e no Porto onde este abrandamento dos preços das casas foi maior.
Queda dos preços das casas na UE

Preço das casas já cai em 5 países da UE – em Portugal segue a subir

Na Europa, as casas para comprar têm ficado mais caras ano após ano. Mas com o arrefecimento da procura de casas à venda gerado pela alta inflação e pela subida dos juros no crédito habitação, o ciclo de subida dos preços das casas já começou a inverter-se em vários países. Esta realidade já é bem visível em cinco Estados-membros da União Europeia (UE), como é o caso da Dinamarca e da Suécia, onde preços das casas desceram mais de 3% no terceiro trimestre de 2022 face ao trimestre anterior. Já em Portugal, os preços das casas continuam a subir. Até quando?
Comprar casa em Portugal

Comprar casa: preço subiu mais que a inflação em 14 grandes cidades

O furacão da inflação chegou em 2022, mexendo - e muito - com a dinâmica do mercado imobiliário. Os dados do idealista mostram que as casas para comprar ficaram 6,4% mais caras em dezembro de 2022 face ao mesmo mês do ano anterior, dado o aumento dos custos da construção, mas sobretudo pela falta de oferta para a alta procura. Este salto foi inferior à subida da inflação registada nesse mês (9,6%). Mas os dados também revelam que 14 capitais de distrito viram os preços das casas à venda a subir mais do que a inflação. O mesmo se verificou em 20 das 24 cidades com mais de 100 mil habitantes.
Vender a casa rápido

Vendas expresso: 21% das casas fica menos de 7 dias no mercado

Apesar da alta inflação e da subida dos juros no crédito habitação, a procura de casas para comprar em Portugal continua a ser muito superior à oferta existente. E isso reflete-se no tempo em que as habitações estão no mercado: cerca de 21% das casas compradas em dezembro através do idealista estiveram à venda menos de uma semana. Já 15% esteve no mercado entre duas semanas e um mês, 21% entre um e três meses, 34% entre três meses e um ano e 9% mais de um ano, mostra um estudo publicado pelo idealista, o Marketplace imobiliário do sul da Europa.
Preço das casas para comprar em Portugal

Comprar casa ficou 80% mais caro desde 2010 - rendas subiram 25%

Em Portugal, o mercado residencial muito mudou ao longo dos últimos 12 anos. Mas há uma questão estrutural que permanece: há falta de casas no país. É este desequilíbrio entre a oferta de habitação e a procura (muito impulsionada por estrangeiros) que está por detrás da subida dos preços das habitações. Os dados do Eurostat esta terça-feira publicados mostram que as casas para comprar no nosso país ficaram 80% mais caras desde 2010 até ao terceiro trimestre de 2022. E as rendas das casas subiram mais de 25% entre estes dois momentos. Esta evolução superior à média da União Europeia (UE).
Oferta de casas para comprar

Oferta de casas à venda em Portugal desceu 19% em 2022

O atual contexto de alta inflação, subida dos custos de construção e dos juros tem levado ao atraso de empreitadas e da chegada de novas casas ao mercado. Por outro lado, mesmo com os juros dos empréstimos da casa a escalar e a habitação com preços mais altos, as famílias continuam a comprar casa. Com a procura a superar a oferta, verificou-se uma descida de 19% no “stock” do parque habitacional português à venda no quarto trimestre de 2022, face ao que estava disponível no mesmo período de 2021, segundo um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.
Preços das casas a subir em Portugal

Preço das casas em Portugal galopou em 2022 - mas há países onde caiu

Muito mudou em 2022. Num momento em que Portugal e o mundo se preparavam para recuperar da pandemia, foram surpreendidos pela guerra na Ucrânia e pelos seus choques económicos. A inflação começou a escalar na Europa e no mundo para valores máximos dos últimos anos, estimulando a subida de juros pelos bancos centrais, o aumento dos custos da construção, bem como o dos preços das casas. Hoje, as casas em Portugal estão 30% mais caras do que antes da pandemia. Mas, dado o atual contexto, é esperada uma correção dos preços das habitações em 2023, algo que já se vê em várias economias mundiais.
Casas para comprar mais caras

Preços das casas no mundo: os países mais (e menos) caros em 2022

Apesar do atual contexto económico ser marcado pela incerteza, pela inflação e pela subida dos juros, os preços das casas continuam a crescer pelos vários países do mundo, mas a menor velocidade. Os dados mais recentes da Knight Frank mostram que os preços das casas nas principais cidades do globo estão a subir a um ritmo médio inferior a 10% no verão de 2022 face ao período homólogo. Mas Lisboa e Porto são das exceções à regra: na capital portuguesa as casas ficaram 11,4% mais caras neste período e na cidade Invicta 15,7%.
Preços das casas a subir

Comprar casa está 30% mais caro do que antes da pandemia

O mercado residencial deu provas de resiliência nos últimos anos. A compra de casas continuou a seguir a bom ritmo mesmo depois do choque da pandemia da Covid-19. E após vários meses marcados pela alta inflação, pela subida das taxas de juro e pelo aumento dos preços das casas, só no verão é que se sentiu uma quebra homóloga na venda de casas (-2,8%). Mas o valor captado pelos negócios residenciais aumentou 9,6%. Os dados mais recentes do INE mostram que, agora, vendem-se menos casas, mas 13% mais caras do que em 2021. Face a 2019, as casas são vendidas por preços médios 30% mais elevados.