Clikalia garante liquidez imediata na venda de casas em Portugal
A chegada a Portugal da espanhola Clikalia, empresa proptech líder na Europa em compra e venda de imóveis, é mais uma prova de que o mercado imobiliário português está de saúde e recomenda-se, mantendo-se atrativo para os investidores. A empresa revela, em comunicado, que dá, desta forma, mais um passo rumo à sua expansão internacional. Irá, para já, operar na Área Metropolitana de Lisboa, “com o objetivo de ser a empresa líder no país a curto prazo e ampliar o seu serviço a outras localizações portuguesas”, adianta. Conforme noticiámos, seguindo a tendência internacional de outros mercados, estão a chegar a Portugal as iBuyers, sendo alguns desses exemplos a também espanhola Tiko e a italiana Casavo.
Há 31 concelhos com o m2 das casas a cair na avaliação bancária
1.314 euros por metro quadrado (m2). Este é o valor mediano da avaliação bancária das casas – exigida pelos bancos aquando da concessão de crédito habitação – verificado em Portugal em fevereiro de 2022. Um montante 11,9% superior (mais 140 euros por m2) ao do período homólogo. Mas esta é uma tendência que não ocorre em todo o país: em 31 concelhos, o valor mediano da avaliação bancária recuou, tendo estabilizado noutros sete. Foi nas Caldas da Rainha que o valor atribuído pelos bancos às casas mais baixou (94 euros por m2). Em causa estão dados relativos a 134 municípios portugueses, num total de 308 concelhos nacionais.
Avaliação bancária das casas com novo recorde: 1.314 euros por m2
A avaliação bancária das casas em Portugal – exigida pelos bancos aquando da concessão de um crédito habitação – tem vindo a acompanhar a subida galopante dos preços das casas. Mês após mês o valor mediano atribuído por metro quadrado (m2) tem vindo a subir. Em fevereiro, fixou-se em 1.314 euros, mais 22 euros (1,7%) que no mês anterior e mais 140 euros (11,9%) que no período homólogo, segundo dados divulgados esta sexta-feira (25 de março de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se, de resto, do valor mais elevado de sempre.
Vender casa: mais transações e famílias compram 8 em cada 10
Se é verdade que os preços das casas continuam a subir em Portugal – em 2021, mesmo em tempos de pandemia, cresceram 9,4% –, também é verdade que se compram e vendem mais casas no país. No ano passado, foram transacionadas 165.682 habitações, mais 20,5% que em 2020 e mais cerca de 7% que em 2019, sendo que a maioria das casas foi comprada por famílias residentes (85,6%), o que significa que cerca de 14% das habitações foram adquiridas por entidades coletivas (empresas, associações, cooperativas etc.), ou seja, uma em cada sete. Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (23 de março de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Preços das casas em Portugal superam os salários em quase 40%
Os preços das habitações continuam a subir mais rápido do que os salários na maioria dos 38 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). E Portugal aparece em quinto lugar nesta lista, com os preços das casas a superarem os salários em quase 40%.
Preço das casas dispara 11,6% na reta final de 2021
Comprar casa em Portugal está cada vez mais caro. Esta é uma realidade confirmada pelos dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE). Só na reta final de 2021, os preços das casas deram o salto de 11,6% face aos últimos três meses de 2020.
Comprar casa em Portugal: qual o peso da Rússia e da Ucrânia?
O conflito armado entre a Rússia e a Ucrânia está nas bocas do mundo e a deixar milhões de famílias desalojadas. Muitas fogem para o Ocidente em busca de paz. E Portugal é um dos países escolhidos para recomeçarem as suas vidas. E antes da guerra?
Comprar e vender casa em 2022: como irá evoluir o mercado?
Apesar da atual incerteza sobre o real impacto que a guerra na Ucrânia terá na economia, a Cushman & Wakefield prevê a continuação da recuperação do mercado imobiliário nacional.
Vendas expresso de casas: 14% da oferta fica menos de 7 dias no mercado
A procura de casas para comprar está em alta em Portugal. E isso reflete-se no tempo em que as habitações estão no mercado: cerca de 14% das casas compradas em fevereiro através do idealista estiveram à venda menos de uma semana.
“Pandemia reforçou a imagem do imobiliário como um setor resiliente”
A mediação imobiliária foi um dos setores que deu provas de estar imune à pandemia da Covid-19 em 2021. Beatriz Rubio, CEO da Remax, é apenas mais uma das vozes a dar conta desse cenário. “A pandemia veio reforçar a imagem do imobiliário como um setor resiliente, como uma alternativa credível e relativamente segura para investimento a longo prazo, sendo por isso procurado por investidores como forma de rentabilização do seu capital e reforçando ainda mais os índices de procura”.
Comprar e arrendar casa: como evoluiu o mercado em 2 anos de pandemia?
A pandemia da Covid-19 veio mudar a forma de viver, fechou o mundo em casa e agitou as águas de todos os mercados económicos e financeiros.
Mudar de casa? Estas 3 dicas ajudam a descomplicar o processo
Vender casa ou mudar de casa é um processo que pode causar algumas dores de cabeça. Esta é, afinal, uma decisão que tem de ser bem ponderada e que poderá exigir, por exemplo, recurso a crédito habitação. Mas não tem de ser um bicho de sete cabeças. A verdade é que há formas de descomplicar o processo. Fica a saber quais são.
Vender a casa é stressante? Maioria dos portugueses acha que sim
Se para algumas pessoas o processo de venda da casa é relativamente simples, para muitas outras é um verdadeiro quebra-cabeças. Isso mesmo mostra um estudo recente realizado pela proptech imobiliária espanhola Tiko. Segundo o mesmo, 61% dos portugueses considera a venda de uma casa como um dos processos mais stressantes da vida, só comparado ao processo de divórcio (36%).
Casas à venda: oferta em Portugal desce 6% nos dois anos de pandemia
A corrida à compra de casas está instalada em Portugal. A questão é que não há oferta de casas para tanta procura e a que há está a ser rapidamente absorvida.
Conflito entre a Rússia e a Ucrânia: como afeta o crédito habitação?
A invasão da Ucrânia pelas tropas russas está a trazer consequências, a vários níveis, para as economias europeias e do mundo. E uma das já visíveis passa pela aceleração da inflação, que, aliás, tem estado em alta nos últimos meses, tendo mesmo atingido recordes na zona euro, em janeiro.
Prestação da casa sobe em março
A prestação paga ao banco pelo crédito habitação sobe este mês de março nos contratos indexados à taxa Euribor a seis e a três meses, face às últimas revisões, segundo a simulação da Deco/Dinheiro&Direitos.
Euribor: o que é e como afeta a prestação da casa?
A subida dos juros no crédito habitação é um cenário que está em cima da mesa, tendo o Banco Central Europeu (BCE) já admitido a possibilidade de aumentar a taxa de juro diretora ainda em 2022. Uma das consequências desta medida será a subida das taxas Euribor, que poderiam, assim, voltar a terrenos positivos mais cedo que o previsto. Confirmando-se, muitos portugueses iriam ver a prestação do crédito habitação disparar, o que teria impacto no orçamento familiar. Mas o que são, afinal, as taxas Euribor? Como e porque afetam a mensalidade a pagar ao banco? Explicamos tudo no artigo desta semana da Deco Alerta.
Comprar casa em Portugal ficou 1,3% mais caro em fevereiro
Comprar casa em Portugal está ao rubro. Não há oferta para tanta procura e, em resultado, os preços das habitações sobem. E é isso mesmo que o índice de preços do idealista nos diz: o preço das casas à venda no país subiu 1,3% em fevereiro de 2022 face ao mês anterior, sendo que o valor mediano das habitações fixou-se nos 2.335 euros por metro quadrado (euros/m2) no final de fevereiro. Em relação à variação trimestral e anual, os preços das casas subiram 0,6% e 7,9%, respetivamente.
Comprar casa e investir em imobiliário em 2022? A visão dos mediadores
A passagem da pandemia só veio provar a "força e resiliência" do mercado imobiliário português em situações de crise. E, agora, as expectativas estão em alta.
E se a taxa de juro no crédito habitação subir? Explicamos o que fazer
As taxas de juro no crédito habitação estão em mínimos históricos. Mas este cenário pode ter os dias contados. O Banco Central Europeu (BCE) não exclui a hipótese de haver uma subida das taxas de juro de referência já em 2022 para travar a inflação na Zona Euro. E tudo isto vai mexer com os mercados financeiros, a começar, desde logo, pelo crédito habitação das famílias. As prestações mensais poderão subir à boleia dos juros. Mas o que se pode fazer nesses casos? Contamos tudo no artigo desta semana da Deco Alerta.
Subida de juros em 2022: qual o impacto no crédito habitação?
A inflação continua a subir na Zona Euro – em janeiro atingiu o novo recorde de 5,1%. E para travá-la, o Banco Central Europeu (BCE) admite aumentar as taxas de juro diretoras já em 2022. E poderá mesmo fazê-lo mais do que uma vez ao longo deste ano.
Casas de luxo em Lisboa em alta – mercado deve crescer 1,9% em 2022
O setor imobiliário foi dos que melhor resposta deu e tem dado à pandemia da Covid-19, nomeadamente o segmento de luxo. Segundo a consultora Savills, o valor do mercado mundial de residências prime subiu 6,9% em 2021 e deverá continuar a crescer em 2022. No caso de Portugal, em concreto de Lisboa, antevê-se que o mercado residencial prime cresça até 1,9% este ano, um aumento que fica, no entanto, aquém do verificado em 2021, que foi de 7,6%.
Casas para comprar em Portugal: preço desceu 0,9% em janeiro
Comprar uma habitação em Portugal está ligeiramente mais barato em janeiro de 2022 do que em dezembro de 2021. Isto porque os preços das casas apresentaram uma descida de 0,9% em janeiro face ao mês anterior.
Casas mais baratas no centro histórico de Lisboa
Os preços das casas continuam a aumentar na cidade de Lisboa. Tendo em conta o período de 12 meses terminado em setembro de 2021, o preço mediano situou-se nos 3.427 euros/m2, registando uma subida homóloga de 1,5%.
Comprar casa está 50% mais caro que em 2016
A subir há cinco anos. É esta a evolução dos preços das casas em Portugal desde 2016 até aos dias de hoje. E o resultado está à vista: as casas estão quase 50% mais caras que há cinco anos.