Juros no crédito habitação

Crédito da casa: banca portuguesa tem dos juros mais baixos da Europa

Os bancos dos países da área euro absorvem de forma diferente as recentes descidas das taxas de juro diretoras decididas pelo Banco Central Europeu (BCE). Aqui, Portugal destaca-se como sendo um dos países europeus que mais tem espelhado os recentes alívios da política monetária nos juros do crédito habitação, tornando-se num dos mais competitivos da zona euro.
Juros do BCE a descer

Trump e PIB fraco empurram Euribor para 2%: qual o efeito em Portugal?

A fraca economia europeia e os sinais de estabilização da inflação são dois pontos que já estão a pressionar o Banco Central Europeu (BCE) a prosseguir com novos cortes nas taxas de juro diretoras (e de maior dimensão). E há também fatores externos que fazem pressão neste sentido, como a vitória de Donald Trump à presidência dos EUA, que já está a mexer nas taxas de câmbio e nas bolsas internacionais. É neste contexto que vários especialistas antecipam que o BCE vai reduzir as taxas a maior ritmo do que o banco central dos EUA, o que deverá descer as taxas Euribor até 2% no próximo ano, aliviando ainda mais as prestações da casa das famílias em Portugal e na Europa. Descobre neste artigo preparado pelo idealista/news como tudo isto toca a habitação e o imobiliário no nosso país.
Depósitos no banco

Depósitos das famílias com ganhos aquém da subida de juros do BCE

O ano passado foi marcado pelos altos juros diretores do Banco Central Europeu (BCE), que foram encarecendo os créditos habitação. Já os juros nos depósitos das famílias subiram a menor ritmo. Um estudo agora publicado pelo Banco de Portugal (BdP) conclui que houve uma “transmissão incompleta da política monetária às taxas de juro dos depósitos”, especialmente dos particulares.
Euribor a descer em 2024

Taxas do crédito da habitação já estão abaixo dos 3%: o que significa?

Continuam a chegar boas notícias para quem está a pagar créditos habitação a taxa variável ou pensa contratar um. As taxas Euribor desceram para novos mínimos dos últimos anos esta sexta-feira, dia 15 de dezembro, ficando os três prazos abaixo de 3%. A tendência é que as taxas diárias da Euribor continuem a descer ao longo do mês, antecipando o novo corte dos juros pelo Banco Central Europeu (BCE) previsto para a reunião de dezembro.
Risco do imobiliário para a banca

Imóveis comerciais representam risco para banca, avisa BCE

O investimento em imobiliário comercial caiu – e muito – com o ciclo de subida dos juros e aperto das condições de financiamento ao longo de 2023. E embora este mercado esteja a dar sinais de recuperação este ano, o Banco Central Europeu (BCE) continua a alertar para a exposição dos bancos ao imobiliário comercial. Em Portugal, esta exposição da banca ao imobiliário comercial é reduzida.
Euribor a descer em 2024

Euribor mais baixa pressiona bancos a rever ofertas de crédito da casa

As taxas Euribor estão a descer há vários meses, refletindo-se em baixa nas prestações da casa. E, agora, o indexante tem um novo impulso para continuar a cair nos próximos meses, uma vez que o Banco Central Europeu (BCE) avançou com o terceiro corte dos juros diretores esta quinta-feira, dia 17 de outubro. Esta decisão impacta os novos créditos habitação a taxa variável, que vão ficar mais baratos. É neste contexto que os bancos vão sentir-se pressionados em melhorar as condições dos créditos habitação para atrair clientes, antecipam analistas ouvidos pelo idealista/news.
Juros no crédito habitação

Economia dá voltas e juros caem: o que ganha e perde o imobiliário

O ciclo económico na Europa está a mudar. A inflação está a desacelerar a bom ritmo e os salários a aumentar, mas a economia está fraca, a precisar de estímulo. Todos estes fatores estão por detrás das mais recentes descidas dos juros do Banco Central Europeu (BCE), e continuam a fazer pressão para que haja um novo corte das taxas na reunião da próxima quinta-feira, dia 17 de outubro. Este alívio da política monetária já está, aliás, a ter impacto direto nos bolsos das famílias em Portugal, aumentando o poder de compra e reduzindo o custo nos créditos habitação. E também tem efeitos no investimento imobiliário. Neste artigo preparado pelo idealista/news, explicamos com a ajuda de especialistas o que está na origem da descida dos juros do BCE e qual o seu impacto na habitação e no imobiliário.
Euribor a descer em 2024

A volta do dinheiro barato? Redução de juros pela Fed afeta Euribor

O mercado bancário mundial está interligado. As decisões de política monetária dos bancos centrais acabam por afetar as taxas de câmbio dos países e, por conseguinte, as trocas comerciais e os investimentos (imobiliário inclusive). É por isso mesmo que o Banco Central Europeu (BCE) continua bem atento às decisões da Reserva Federal dos EUA (Fed), entidade que decidiu cortar os juros em 50 pontos base na semana passada, pela primeira vez em quatro anos. Até porque a decisão da Fed logo se refletiu na valorização do euro face ao dólar e ainda mexeu com as taxas Euribor.
Christine Lagarde

Incerteza económica: Lagarde pede "flexibilidade" na política monetária

A presidente do Banco Central Europeu (BCE) defendeu que é necessária "flexibilidade" numa altura de incerteza, bem como preparação para usar as ferramentas disponíveis. “A minha principal mensagem é que temos que estar preparados para mudanças e preparados para utilizar a flexibilidade das nossas ferramentas conforme necessário”, disse Christine Lagarde, na Palestra Anual Michel Camdessus, organizada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
Juros do BCE a descer

BCE volta a descer juros: taxas estão abaixo dos 4%

Tal como esperado pelos analistas de mercado, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu avançar com um novo corte dos juros diretores na reunião de política monetária realizada desta quinta-feira, dia 12 de setembro. Mas houve uma surpresa: esta nova redução não foi linear às três taxas diretoras.
Juros do BCE

BCE decide manter juros inalterados depois do corte de junho

Em junho, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu avançar com aquele que foi o primeiro corte dos juros diretores em 25 pontos base. Mas continua a ter cautela quanto a novas flexibilizações da sua política monetária. Foi por isso mesmo que o regulador liderado por Christine Lagarde decidiu manter os juros nos atuais níveis – entre 3,75% e 4,5% - na reunião realizada esta quinta-feira, dia 18 de julho. O futuro da política do BCE é incerto, mas os analistas acreditam que haverá novo corte dos juros na reunião de setembro. Até lá, o BCE estará de olhos postos na evolução da inflação e da economia.