BCE: Lagarde aponta 1.ª subida das taxas de juro já para julho
A inflação na Zona Euro está em alta: as estatisticas rápidas do Eurostat apontam para 7,5% em abril. E, para tentar travar a subida generalizada dos preços, o Banco Central Europeu (BCE) planeia começar a aumentar as taxas de juro já a partir do mês de julho, referiu Christine Lagarde, a presidente do regulador europeu, esta quarta-feira, dia 11 de maio.
Taxas de juro a subir: quanto aumentaram no mundo em 2022?
Os bancos centrais de vários países decidiram aumentar as respetivas taxas de juros já este ano, de forma a dar resposta ao aumento global da inflação. À exceção do Banco Central Europeu (BCE), do Banco Central da China e do Banco do Japão, o preço do dinheiro tornou-se mais caro nas principais economias, embora não com a mesma intensidade. Recentemente, por exemplo, a Reserva Federal dos EUA (Fed), o Banco de Inglaterra e o Banco da Austrália anunciaram mexidas.
Taxas de juro vão ficar entre 1% e 1,5% até 2023, diz CEO do BPI
A inflação está a escalar tanto na Europa como no mundo. E para a travar está em cima da mesa uma subida da taxa de juro diretora pelo Banco Central Europeu (BCE) para a segunda metade do ano. Mas quanto poderão subir os juros nos próximos anos?
BCE vai subir juros? “Sim, mas só quando for seguro”, defende Centeno
Os economistas estão de olhos postos num indicador: a inflação, que não para de subir em Portugal e na Zona Euro. E, para travá-la está em cima da mesa a subida da taxa de juro diretora pelo Banco Central Europeu (BCE) na segunda metade do ano. Mas, antes de tomar qualquer decisão, há outros dados e indicadores que o regulador europeu precisa de colocar na balança. E, na visão de Mário Centeno, governador do Banco de Portugal (BdP), a subida de juros deve ser levada com “ponderação”, defendendo que só deverá acontecer “quando for seguro fazê-lo".
Inflação já está a contagiar toda a economia, avisa Banco de Portugal
A inflação está a subir a todo o vapor e a atingir máximos mês após mês. E não é só nos produtos energéticos e no supermercado que se está a fazer sentir, atingindo bens e serviços, que têm preços historicamente mais estáveis, como “alguns serviços de educação e saúde, as rendas e os restaurantes e cafés”. E, por isso, Mário Centeno, presidente do regulador português, deixa um alerta às famílias: “Temos de refletir a inflação nas nossas decisões de consumo", disse esta quinta-feira, dia 5 de maio de 2022, na apresentação do Boletim Económico de maio.
Euribor e inflação a subir: menos poupança e dinheiro para gastar
A transformação da economia mundial está a acontecer a olhos vistos. A guerra da Ucrânia veio baralhar as contas e por um travão na recuperação das economias depois do trambolhão dado na pandemia. A inflação está a subir vertiginosamente e, para a travar, o Banco Central Europeu (BCE) terá mesmo de aumentar a taxa de juro diretora. Tudo isto já tem mexido com os mercados monetários e financeiros e os resultados estão à vista: as taxas Euribor estão a crescer rapidamente. E este cenário terá consequências paras as famílias, que perdem poder de compra e veem as prestações da casa subir.
Prestação da casa mais cara em maio com Euribor a subir: mas quanto?
O universo do crédito habitação está em constante mudança. As taxas Euribor estão a subir desde o início do ano, uma evolução que acelerou em março depois de eclodir a guerra na Ucrânia.
Inflação: o que é e como afeta a tua vida? Explicamos
A economia europeia e mundial está de olhos postos num indicador económico: a inflação, que não para de crescer - em Portugal disparou para 5,3% em março, sendo esta a taxa mais alta desde 1994. E as previsões não são animadoras para o balanço de 2022. Mas, afinal, o que é a inflação?
BCE mantém juros e quer terminar compras de ativos no 3.º trimestre
O Banco Central Europeu (BCE) decidiu esta quinta-feira (14 de abril) deixar as taxas de juro inalteradas, com a principal taxa de refinanciamento a manter-se em 0% e espera concluir as compras de ativos no terceiro trimestre.
Taxas de juro caem: Euribor a 12 meses regressa a terreno negativo
As taxas Euribor desceram esta quarta-feira, dia 13 de abril de 2022, em todos os prazos e regressaram a terreno negativo a 12 meses, depois dos máximos desta terça-feira.
Subida dos juros no verão defendida por vários membros do BCE
Alguns membros do Banco Central Europeu (BCE) defendem o fim das compras de dívida no verão para abrir caminho a um aumento das taxas de juro no terceiro trimestre, devido à subida acentuada da inflação.De acordo com as atas da reunião de 10 de março - publicadas esta quinta-feira, d
Bolsas 'vinculadas' às medidas dos bancos centrais?
Um dos principais indicadores de ações de Wall Street e do mercado mundial é o S&P 500. E sua evolução tem uma curiosa correlação histórica com os balanços dos grandes bancos centrais internacionais, como a Reserva Federal dos EUA, o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco do Japão, segu
Euribor a subir: taxa a 12 meses perto do positivo – e agora?
A subir desde o início do ano. Esta é a trajetória que as taxas Euribor têm assumido em 2022, uma evolução que acelerou ainda mais em março, dias depois de eclodir a guerra na Ucrânia.
Crédito habitação: Banco CTT com solução taxa fixa “simples”
Os bancos continuam a mostrar disponibilidade para conceder crédito habitação às famílias. Mas as regras do jogo estão a mudar e podemos mesmo estar a assistir ao fim da era dos empréstimos das casas mais baratos de sempre. As taxas Euribor deram o salto em março e os seus efeitos já estão a ser sentidos nas prestações da casa dos novos créditos de taxa variável. E dada a instabilidade económico financeira que já se faz sentir desde o início do ano e que, agora, se está a agravar com a guerra na Ucrânia, começa a surgiu uma dúvida: será melhor optar por uma taxa fixa ou variável? Não há uma resposta única para esta questão. Mas há, sim, várias soluções no mercado a avaliar. E uma delas é mesmo a solução de taxa fixa do Banco CTT que passamos a pente fino na rubrica “Crédito habitação do mês”.
Conflito entre a Rússia e a Ucrânia: como afeta o crédito habitação?
A invasão da Ucrânia pelas tropas russas está a trazer consequências, a vários níveis, para as economias europeias e do mundo. E uma das já visíveis passa pela aceleração da inflação, que, aliás, tem estado em alta nos últimos meses, tendo mesmo atingido recordes na zona euro, em janeiro.
Crédito habitação: esta é a hora de mudar da taxa variável para fixa?
A subida de juros já em 2022 pelo Banco Central Europeu (BCE) está à espreita. E esta decisão irá afetar os mercados financeiros e as taxas Euribor, cenário que irá mexer com as prestações da casa a pagar mensalmente aos bancos. Isto é especialmente verdade para quem escolheu a taxa variável no crédito habitação. Mas será a subida de juro significativa? E será que este é o momento de mudar de taxa variável para taxa fixa? Explicamos.
Juros a subir no crédito habitação? Vai custar 994 milhões às famílias
A subida dos juros no crédito habitação está à espreita. Os alarmes soaram depois do Banco Central Europeu (BCE) admitir uma subida da taxa de juro diretora já em 2022 para travar a inflação na Zona Euro. Os mercados antecipam que as taxas Euribor podem voltar a terrenos positivos já no final do ano, uma mudança que vai afetar as prestações das famílias. Mas quanto? Contas feitas, até 2024 os encargos com a casa podem subir 993,6 milhões de euros.
Qual o impacto da subida dos juros nas famílias, empresas e Estado?
Não se sabe quando ou quanto vão subir as taxas de juro, mas é certo que as famílias, empresas, e o próprio Estado sentirão os efeitos de um possível aumento.
Subida das taxas de juro iminente: porque se deve criar um colchão?
O Banco Central Europeu (BCE) abriu a porta à subida das taxas de juro ainda este ano, para travar a inflação – que deve continuar alta mais tempo que o previsto. Se este cenário se mantiver, as empresas e famílias portuguesas poderão ter de enfrentar novos desafios – o impacto será sentido, por exemplo, na hora de pagar a prestação da casa. E é por isso que ter uma “almofada” financeira é tão importante.
Novos desafios no crédito habitação: subida dos juros e limite de anos
Milhares de famílias portuguesas recorrem ao crédito habitação para comprar casa. E, agora, deparam-se com várias mudanças à espreita. As taxas Euribor – às quais estão indexados os créditos habitação com taxa variável - podem subir já na segunda metade do ano, à boleia de um eventual aumento da taxa de juro diretora pelo Banco Central Europeu (BCE). E, por outro lado, as idades limite para pagar o empréstimo da casa também vão mudar para quem tem mais de 30 anos, tal como anunciou o Banco de Portugal (BdP). Sabe como tudo isto vai influenciar a prestação da casa a pagar ao banco e como te podes acautelar.
BCE: inflação alta abre a porta à subida de juros ainda este ano
A inflação é um tema que tem dominado a agenda europeia. Isto porque atingiu um novo recorde em janeiro e deverá continuar em alta mais tempo que o previsto. A expectativa é que a inflação comece a baixar ao longo do ano. Mas as dúvidas persistem. E embora as taxas de juro continuem inalteradas e em mínimos históricos, o Banco Central Europeu (BCE) não exclui completamente uma subida das taxas de juro em 2022. Todo este cenário já começa a fazer-se sentir em Portugal.
Bolha imobiliária em Portugal? Futuro depende da evolução dos juros
Uma escalada sem fim à vista. É assim que estão a evoluir os preços das casas em Portugal. Há cinco anos consecutivos que os preços crescem mais do que é recomendado pelas autoridades económicas e financeiras da Europa – mais de 6% ao ano.
Subida de juros pelo BCE? Economistas afastam cenário a curto prazo
Os economistas contactados pela Lusa não preveem uma subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE) nos próximos trimestres, mas também admitem que o futuro imediato é cheio de incertezas sobretudo quanto à persistência da inflação.O banco central dos Estados Unidos (a Reserva F
Subida de juros na Europa? Sim, mas “será lenta” e de baixa magnitude
Com a inflação a subir na Europa e no mundo, importa avaliar também a subida dos juros nos próximos anos. Uma coisa é certa: "Que [os juros] vão subir, vão, dado que estão em mínimos históricos”, disse Nuno Alves, diretor do Departamento de Estudos Económicos do Banco de Portugal (BdP).
Preços das casas corrigidos? Portugal está protegido, garante BdP
O mercado imobiliário está na mira das autoridades monetárias. O Banco Central Europeu (BCE) deixou recentemente um alerta: “O risco de correções de preços em alguns mercados imobiliários e financeiros aumentou". E será o caso de Portugal?