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Construtora Mota-Engil

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Mota-Engil prevê carteira de encomendas superior a quatro mil milhões em 2014

O presidente da Comissão Executiva do grupo Mota-Engil, Gonçalo Moura Martins, revelou que 2013 foi “o melhor ano operacional de sempre” da empresa. “Temos muito orgulho, muito regozijo”, disse o responsável, em conferência de imprensa, salientando que a Mota-Engil consolidou-se “claramente com uma multinacional”. A construtora obteve, no ano passado, um lucro de 50,5 milhões de euros, mais 24% que em 2012.

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Porto: obra do antigo Matadouro Industrial de Campanhã arranca em setembro de 2021

A obra do antigo Matadouro Industrial de Campanhã, no Porto, arranca em setembro de 2021 – a cerimónia de assinatura do auto de consignação da empreitada realizou-se esta quarta-feira (21 de outubro de 2020) –, tendo um prazo de conclusão de dois anos. Os trabalhos estarão a cargo da construtora Mota-Engil e está em causa um investimento de 40 milhões de euros, revelou a Câmara Municipal do Porto (CMP), salientando que no final dos 30 anos da concessão o equipamento regressa à gestão municipal.

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Mota-Engil assegura 100 milhões com o Afreximbank para apoiar projetos em África

A Mota-Engil e o Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) assinaram um contrato de financiamento no valor de 100 milhões de euros a cinco anos. O mesmo foi celebrado através da subsidiária africana do grupo português, a Mota-Engil Engenharia e Construção África.

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Mota-Engil ganha contratos de 225 milhões no Peru e na Costa do Marfim...

A Mota-Engil, empresa liderada por António Mota e por Gonçalo Moura Martins, anunciou a adjudicação de quatro novos contratos no valor de 225 milhões de euros. Um na Costa do Marfim, por 83 milhões, e três no Peru, no valor conjunto de cerca de 142 milhões de euros.

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Construção: Mota-Engil reorienta a agulha de África para América Latina e Europa

O El Dourado que prometia ser África afinal não deu os resultados brilhantes que a Mota-Engil esperava. Para compensar, a construtora portuguesa está a arrancar com uma nova estratégia de internacionalização, que passa pela aposta em oito novos mercados, sobretudo focados na América Latina, mas também na Europa.

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Construção: Mota-Engil África sai de bolsa a 10 de dezembro

A Mota-Engil, SGPS, S.A. informou, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), que a sua subsidiária Mota-Engil África “obteve da Euronext Amsterdam N.V. a aprovação do pedido para exclusão de negociação, no mercado regulamentado por esta entidade, das ações ordinárias representativas do seu capital social”.

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Mota-Engil na corrida a novo mega-contrato no México de 645 milhões de euros

Se as negociações em curso forem bem sucedidas, a Mota-Engil vai ganhar uma operação que envolve 14 unidades hidroelétricas no México. A construtora portuguesa está na corrida a um mega-contrato de 645 milhões de euros, sendo que o objetivo é arrancar com os trabalhos antes do final de 2015.

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Análise: Grandes construtoras, as únicas sobreviventes à crise que abalou o setor em Portugal

O setor da construção e do imobiliário em Portugal foi arrasado por um verdeiro "terramoto", de grande escala, a que só resistiram as grandes construtoras nacionais, como a Mota-Engil e a Teixeira Duarte. Nos últimos cinco anos, sem obras, nem crédito bancário, e muito endividadas, muitas foram as empresas que desapareceram, entraram em insolvência e foram obrigadas a reestruturar-se e a procurar soluções para continuar respirar à tona.

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Mota-Engil perde contrato de 2,6 mil milhões. Seria o maior de sempre da construtora

A Mota-Engil foi afastada de uma obra que a própria construtora classificou como a maior empreitada desde a sua existência (cerca de 70 anos). Em causa está a construção de uma linha férrea e de um porto de águas profundas nos Camarões.

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Construtora Mota-Engil emite novas obrigações para captar até 95 milhões

A Mota-Engil vai emitir até 190 mil novas obrigações, com o valor nominal unitário de 500 euros e o valor global até 95 milhões de euros com maturidade até 2020. As novas obrigações da construtora vão ser colocadas no mercado através de duas operações: uma oferta pública de subscrição de novas obrigações e uma oferta pública de troca parcial e voluntária de obrigações de taxa fixa.

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