Bancos dão quase 20 milhões por dia para crédito à habitação

Os dados mais recentes do Banco de Portugal mostram que o crédito à habitação voltou aos níveis pré-crise no mercado nacional. Em média, os bancos estão a emprestar à volta de 19,6 milhões de euros por dia para a compra de casa. E os 587 milhões de euros acumulados ao longo do mês de junho representam o valor mais elevado desde março de 2011.
Bancos emprestam mais de cinco milhões de euros por dia para a compra de carro

Bancos emprestam mais de cinco milhões de euros por dia para a compra de carro

A compra de carro continua a ser um dos principais destinos do crédito ao consumo. Dos 2,3 mil milhões de euros emprestados desde o início do ano pelos bancos e financeiras, mais de 36% teve como destino o financiamento automóvel. Entre janeiro e maio foram emprestados mais de 860 milhões de euros, o que representa uma média de mais de cinco milhões de euros por dia.
Crédito à habitação em máximo de cinco anos

Crédito à habitação em máximo de cinco anos

Há cinco anos que a banca não emprestava tanto dinheiro para a compra de casa. Em maio, o crédito à habitação concedido pelos bancos atingiu 497 milhões de euros, o valor mais alto desde maio de 2011, mês em que a “Troika” entrou em Portugal. Trata-se de um aumento de 100 milhões de euros face aos financiamentos concedidos em abril.
Guerra de spreads: Santander com o valor mais baixo entre grandes bancos

Guerra de spreads: Santander com o valor mais baixo entre grandes bancos

A guerra de "spreads" no crédido à habitação está, novamente, ao rubro. Agora, o Santander Totta decidiu baixar a margem mínima para financiar a compra de casa para 1,5%, passando assim a ser a instituição que oferece o valor mais baixo entre os bancos de maior dimensão a operar no mercado nacional. O pontapé de saída neste rumo descendente dos 'spreads' foi dado pelo BES, atual Novo Banco, no verão de 2013.
Bancos fazem avaliações de casas cada vez mais altas: m2 subiu 50 euros num ano

Bancos fazem avaliações de casas cada vez mais altas: m2 subiu 50 euros num ano

Depois de anos de queda, na sequência da crise, e ainda com oscilações pontuais, os bancos estão agora de forma global a avaliar cada vez mais em alta os imóveis. A avaliação bancária considerada para a concessão de crédito voltou a subir em abril, somando uma recuperação de 5% nos últimos 12 meses. Isto significa que, em média, o metro quadrado (m2) vale mais 50 euros do que há um ano.

Banco CTT: Vale a pena fazer dos correios o seu banco?

O mercado financeiro português tem dois novos concorrentes: o Banco CTT e o espanhol Bankinter. Mas será que, no caso do Banco CTT, vale a pena fazer dos correios o seu banco? Fica a saber se as opções oferecidas por esta recente entidade financeira se adaptam às tuas necessidades.
Trocado por miúdos: É possível renegociar créditos? Sim, e traz poupanças!

Trocado por miúdos: É possível renegociar créditos? Sim, e traz poupanças!

Os portugueses continuam com dificuldades em cumprir com as responsabilidades de crédito. Mas é possível renegociar os créditos e até se pode conseguir poupar dinheiro com esta opção. Fica a saber mais sobre este assunto. Artigo escrito para o idealista/news, no âmbito da rubrica “Trocado por Miúdos”, por João Raposo, partner da Reorganiza.
Trocado por miúdos: Formas de poupar com recurso a casa própria

Trocado por miúdos: Formas de poupar com recurso a casa própria

Já alguma vez pensaste que a tua casa pode ser a solução para acabar com as tuas dívidas? E que o crédito à habitação é aquele que tem taxas de juro mais baixas quando comparado com outros créditos? Fica a saber mais sobre este assunto. Artigo escrito para o idealista/news, no âmbito da rubrica “Trocado por Miúdos”, por João Raposo, partner da Reorganiza.
Os maus negócios imobiliários que arruinaram Vítor Baía

Os maus negócios imobiliários que arruinaram Vítor Baía

Depois de uma carreira de sucesso enquanto futebolista, Vítor Baía pendurou as chuteiras e apostou no mercado imobiliário, mas essa aventura correu menos bem. O antigo guarda-redes do FC Porto acumulou dívidas, foi penhorado e teve de vender casas e carros para fazer face ao aperto financeiro.