Desemprego a descer na Zona Euro, na UE e… em Portugal
A taxa de desemprego recuou para 6,8% na Zona Euro e para 6,2% na União Europeia (UE) num ano, ou seja, em abril de 2022 face ao mesmo mês do ano anterior. Um valor ainda assim superior ao verificado em Portugal (5,8%), segundo dados divulgados recentemente pelo Eurostat.
Taxa de desemprego em Portugal cai para 5,9% no primeiro trimestre
A taxa de desemprego está a cair em Portugal, tendo recuado para 5,9% no primeiro trimestre de 2022. Trata-se de um valor inferior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) ao registado no trimestre anterior (6,3%) e em 1,2 p.p. ao trimestre homólogo (7,1%). Em causa estão estimativas divulgadas esta quarta-feira (11 de maio de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Desemprego (5,7%) sobe face a fevereiro mas cai em termos homólogos
A taxa de desemprego foi de 5,7% em março, mais 0,1 pontos percentuais (p.p.) face a fevereiro, mas abaixo dos 6,6% registados no período homólogo, segundo dados provisórios divulgados esta segunda-feira (2 de maio de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Taxa de desemprego fixa-se em 5,8% – a mais baixa dos últimos 20 anos
A taxa de desemprego situou-se em 5,8% em fevereiro de 2022, pelo terceiro mês consecutivo, encontrando-se 1% abaixo dos 6,8% registados no mesmo mês do ano passado, segundo dados provisórios do INE divulgados esta quarta-feira (30 de março de 2022). Trata-se também de um valor inferior ao registado há dois anos, em fevereiro de 2020 (6,5%), ou seja, antes do aparecimento da pandemia da Covid-19. É, de resto, a taxa de desemprego mais baixa dos últimos 20 anos.
Estagflação, o novo risco da economia europeia - explicamos o que é
As consequências da guerra na Ucrânia já se começaram a fazer sentir nos bolsos dos portugueses, nomeadamente, com a crise energética a fazer subir os preços dos combustíveis para níveis recorde. E isto é só o início.
Taxa de desemprego desce para 6,6% em 2021 – a mais baixa desde 2019
A taxa de desemprego fixou-se em 6,6% em 2021, uma descida de 0,4 pontos percentuais (p.p.) em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados esta quarta-feira (9 de fevereiro de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se de um valor inferior ao previsto pelo Governo, sendo, de resto, o mais baixo desde 2019, tendo recuado para níveis anteriores à pandemia da Covid-19, destacou o Ministério do Trabalho. Destaque ainda para o facto de se ter registado um aumento da população empregada com mais de 65 anos, que disparou 19,2% num ano.
Taxa de desemprego desce para 5,9% - a mais baixa em 19 anos
A taxa de desemprego caiu para 5,9% em dezembro de 2021, menos 0,4 pontos percentuais (p.p.) que em novembro (6,3%) e menos 1,0 p.p. que no mês homólogo (6,9%). Trata-se do valor mais baixo dos últimos 19 anos, sendo que a queda acontece em plena pandemia da Covid-19. Em causa estão dados provisórios divulgados esta segunda-feira (31 de janeiro de 2021) pelo Instituto Nacional de Estatístca (INE).
Taxa de desemprego a recuar: terá caído para 6,3% em novembro
A taxa de desemprego situou-se em 6,3% em novembro, menos 0,1 pontos percentuais (p.p.) que em outubro (6,4%) e menos 0,9 p.p. que no mesmo mês do ano passado (7,2%). Em causa estão dados provisórios divulgados esta sexta-feira (7 de outubro de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Trabalhar no interior: programa com 711 candidaturas e 1,3 milhões aprovados
O programa de apoio a trabalhadores que se fixem no interior recebeu até esta segunda-feira (6 de dezembro de 2021) 711 candidaturas e as verbas aprovadas ascendem a 1,3 milhões de euros, segundo dados do Ministério do Trabalho enviados à agência Lusa.
Rendimento das famílias em Portugal continua longe da média da OCDE
A pandemia da Covid-19 afetou os rendimentos de muitas famílias. Mas os apoios dos Governos ajudaram a diminuir o impacto da crise no orçamento familiar, algo que se verificou nos vários países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Portugueses entre os europeus que mais horas trabalham por semana
As pessoas estão a trabalhar mais horas na Europa. Uma tendência que também não está a passar ao lado dos portugueses. Portugal é, de resto, o quarto país da União Europeia (UE) a registar a maior subida no número de horas trabalhadas no segundo trimestre de 2021: verificou-se um amento das horas trabalhadas de 10,2%, para uma média de 38,4 horas semanais, segundo dados divulgados recentemente pelo Eurostat.
Imobiliário é dos setores com mais ofertas de emprego por satisfazer
A mediação imobiliária foi um dos setores que melhor resposta conseguiu dar à pandemia da Covid-19, sendo que os dados mais recentes do Banco Central Europeu (BCE) apontam para que a procura de casa na Europa vai continue intensa. O setor das atividades imobiliárias foi, no entanto, um dos que teve mais ofertas de emprego, em outubro, que ficaram por satisfazer. O mesmo acontece com o ramo da construção, que também dá sinais de estar resiliente.
Criação de emprego cresce na pandemia impulsionada pelo setor público
Que setores de atividade estão a ser responsáveis pela criação de mais emprego em Portugal em tempos de pandemia? No terceiro trimestre de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020 e de 2019, a lista é liderada pelas Forças Armadas, que registaram o maior aumento da década. Seguem-se os titulares de cargos políticos chefes e gestores executivos (dos setores público e privado).
Taxa de desemprego caiu 1,9% num ano – está em 6,1%
A taxa de desemprego situou-se em 6,1% no terceiro trimestre de 2021, menos 0,6% que no trimestre anterior e menos 1,9% que no mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados esta quarta-feira (10 de novembro de 2021) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Mais de 60% dos trabalhadores nascidos na década de 90 têm contratos a prazo
A percentagem de contratos a termo nos trabalhadores mais jovens “é muito maior” nas gerações mais recentes face às mais velhas, abrangendo mais de 60% dos nascidos na década de 90, segundo um estudo apresentado pela Fundação Calouste Gulbenkian.
Empresas que contratam a prazo “em excesso” vão pagar nova taxa
As empresas com contratos a prazo “em excesso” vão começar a pagar uma taxa de rotatividade. Esta é, pelo menos, a pretensão do Governo, que prevê publicar, em 2022, os referenciais que orientarão a aplicação da taxa. Ou seja, as empresas começarão a pagar essa contribuição adicional à Segurança Social (SS) em 2023, revelou a ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, esta quarta-feira (13 de outubro de 2021).
Há menos casais desempregados em Portugal
O número de casais com ambos registados como desempregados recuou 12,4% em julho face ao mesmo mês de 2020, para 5.746, segundo dados divulgados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), esta segunda-feira, dia 23 de agosto de 2021.De acordo com o IEFP, do total de desempregados casa
Desemprego desce e já há mais pessoas empregadas que em 2019
Os mais recentes indicadores relativos ao emprego em Portugal são animadores, sendo possível antever que o país está a regressar aos níveis pré-pandemia. No segundo trimestre deste ano, o número de pessoas empregadas cresceu 0,8% face ao mesmo trimestre de 2019 e a taxa de desemprego fixou-se em 6,7%, menos que no trimestre anterior (7,1%), mas mais 1% e 0,3% que nos trimestres homólogos de 2020 e 2021, respetivamente, segundo dados divulgados esta quarta-feira (11 de agosto de 2021) pelo INE. Segundo Pedro Siza Vieira, ministro da Economia, os números mostram capacidade de criação de emprego, o que é “um sinal de vitalidade da economia”.
Desemprego recua em junho: inscritos atingem mínimo na pandemia
Há boas notícias no que diz respeito ao desemprego em Portugal. Em junho, o número de desempregados inscritos no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) voltou a descer – em concreto -6% face a maio – e atingiu os 377.872.
Taxa de desemprego a recuar em 2021 – desceu para 7,1% no primeiro trimestre
A taxa de desemprego fixou-se em 7,1% no primeiro trimestre de 2021, tendo descido 0,2% face ao trimestre anterior e aumentado 0,3% face ao trimestre homólogo, segundo dados divulgados na semana passada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O impacto dos confinamentos no (des)emprego
A pandemia da Covid-19 chegou a Portugal há já mais de um ano, em março de 2020, e deixou – e continua a deixar – marcas no mercado laboral. Uma das conclusões a retirar da crise pandémica é que o segundo confinamento, no início deste ano, penalizou mais o emprego permanente, isto apesar da quebra no emprego ter sido menor que a verificada na primavera de 2020, no primeiro confinamento.
IEFP: Desempregados voltam a ter de procurar emprego de forma presencial
Os desempregados inscritos no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) têm de voltar a procurar emprego de forma ativa, a partir desta terça-feira (27 de abril de 2021), mesmo que isso implique deslocações presenciais.
Desempregados inscritos no IEFP sobem há quatro meses: foram mais de 432 mil em março
Voltado um ano de pandemia, o cenário do desemprego em Portugal continental e regiões autónomas continua a agravar-se. Março foi o quarto mês consecutivo a registar um aumento do número de desempregados inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), atingindo um total de 432.851. Este número representa uma subida de 0,2% face a fevereiro.
Taxa de desemprego “estabiliza”: mantém-se nos 6,9% em janeiro e fevereiro
A taxa de desemprego em Portugal foi de 6,9% em janeiro de 2021, o mesmo valor que no mês precedente, e mais 0,1% que no período homólogo, segundo dados divulgados esta segunda-feira (5 de abril de 2021) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que estima uma nova manutenção da taxa de desemprego nos 6,9% em fevereiro.
Número de desempregados inscritos no IEFP sobe em flecha no novo confinamento
Em fevereiro de 2020, estavam registados no IEFP 431.843 desempregados, número que representa 71,2% de um total de 606.540 pedidos de emprego. Segundo o instituto, o total de desempregados registados em Portugal foi superior face ao verificado no mesmo mês do ano passado (+116.281/+36,8%) e no mês anterior, ou seja, em janeiro deste ano (+7.484/1,8%).