Crédito habitação sempre a subir

Crédito habitação sempre a subir: valor total concedido dispara 4,4% num ano

Pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa continua a ser a solução encontrada por muitos portugueses para, precisamente, comprar casa. Os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP), relativos a outubro de 2021, confirmam isso mesmo. A concessão de empréstimos a particulares continuou a acelerar, tendo o crédito habitação crescido 4,4% num ano (face a outubro de 2020). O valor total concedido pelos bancos subiu para 96,3 mil milhões de euros. 
Seguros no crédito habitação

Seguro de crédito no empréstimo da casa. É obrigatório?

O negócio do crédito habitação está em alta, com os bancos a mostrarem disponibilidade para financiar a compra da casa. Importa saber, por isso, o que podem as entidades financeiras exigir aos clientes aquando da celebração de um crédito habitação? Um dos requisitos é o seguro de crédito, que não tem de ser obrigatoriamente feito, no entanto, na seguradora proposta pelo banco. Explicamos tudo sobre este assunto no artigo desta semana da Deco Alerta.
Crédito habitação sempre a crescer

Crédito habitação a crescer – valor total concedido sobe 4% num ano

Os bancos continuam a manter aberta a torneira do crédito habitação, um cenário que se tem mantido nos últimos meses. “Em agosto de 2021, o montante total de empréstimos concedidos aos particulares para habitação cresceu 4% em relação a agosto de 2020 para 95,6 mil milhões de euros (estes empréstimos tinham crescido 3,9% no mês anterior)”, revelou esta segunda-feira (27 de setembro de 2021) o Banco de Portugal (BdP).
Custos de comprar casa

Quais os custos de comprar casa, além da prestação?

Comprar casa requer planeamento financeiro para se conseguir fazer face aos encargos iniciais inerentes à compra de um imóvel. Afinal, não é só pensar no valor da prestação do crédito habitação. Há todo um conjunto de taxas, comissões e impostos a que não podemos fugir.
Guerra dos spreads

Bancos baixam spreads para atrair mais clientes de crédito à habitação

A guerra dos spreads no crédito à habitação está – ou continua – ao rubro. O Novo Banco (NB) foi o último banco a mexer na margem de lucro mínima cobrada, reduzindo-a para 1%, sendo que estava em 1,25%. A entidade liderada por António Ramalho juntou-se, desta forma, ao BCP e ao Santander, que também oferecem spreads mínimos de 1%. O espanhol Bankinter continua a ser o único banco a praticar uma taxa inferior, de 0,95%.