O mercado imobiliário português vive um momento muito positivo, ao contrário do centro da Europa, como Alemanha, França e Reino Unido, que têm enfrentado uma fase de menor dinamismo.
Num mercado onde a escassez de oferta de habitação continua a marcar o setor imobiliário português, sobretudo, nas zonas mais procuradas do país, os empreendimentos novos comercializados com as casas ainda em fase de planta ou construção tornaram-se uma realidade necessária e cada vez mais presente,
O imobiliário português segue “animado”, mesmo em tempos de pandemia. Para esta dinâmica de mercado tem contribuído a procura interna, mas também a de famílias estrangeiras que querem vir viver para Portugal, segundo Frederico Abecassis, CEO da Coldwell Banker Portugal. Mas não só.
O imobiliário português continua a estar "particularmente dependente" da procura de casa por parte de estrangeiros. O aviso é do BdP, que já veio alertar para os riscos de uma eventual “redução acentuada e brusca” da procura de imóveis por não-residentes.
O imobiliário português recuperou à boleia do crescimento global da economia e das baixas taxas de juro. Mas não só. Ana Cristina Leal, diretora da Direção de Estabilidade Financeira do Banco de Portugal (BdP), aponta ainda o turismo e o forte investimento estrangeiro como grandes agentes da força atual do mercado. A saída deste capital, provocada por “fatores exógenos”, que “não controlamos”, pode colocar o setor em risco.
Promotores e investidores imobiliário têm vindo a criticar os altos valores das taxas urbanísticas no Porto. A autarquia reconhece este cenário, mas dado o momento que vivem os setores imobiliário e da construção, pode acabar com o desconto desta taxa na Baixa da cidade.
A melhoria da imagem de Portugal atrai cada vez mais turistas e investidores dos EUA para Portugal. Os baixos preços dos imóveis e do custo vs qualidade de vida, face aos daquele país, são também fatores que estão a aliciar os norte-americanos a investir no imobiliário nacional. Seja para comprar casa ou arrendar.
A primeira Feira de Investimento Imobiliário e de Turismo no Reino Unido dedicada a Portugal realiza-se em Londres em outubro, em paralelo com um evento de negócios para empresas que querem expandir-se para o mercado britânico. O evento vai procurar investidores do Reino Unido e de outros países que usem a capital britânica como centro de negócios.
Portugal precisa de ter um ambiente fiscal estável e transparente para que a captação de investimento imobiliário estrangeiro continue a crescer. Esta é uma das conclusões a retirar do Portugal Real Estate Summit, o maior encontro de investidores imobiliários internacionais já realizado no país – decorreu nos dias 20 e 21 de setembro no Estoril, em Lisboa.
O Portugal Real Estate Summit (PRES), que se realiza amanhã (dia 20) e quarta-feira (dia 21) no Hotel Palácio Estoril, em Lisboa, promete mexer com o mercado imobiliário nacional. A organização do evento, a cargo da Vida Imobiliária e da Promevi, revelou que estarão presentes pelo menos 100 investidores imobiliários de referência mundial no certame e que o mercado nacional está em condições de captar mais investimento estrangeiro.
O mercado português ocupa a 27ª posição no ranking do Índice Global de Transparência no Imobiliário – Global Real Estate Index (GRETI) na sigla original –, que analisou 109 mercados a nível mundial e foi realizado pela consultota JLL e pela LaSalle Investment.
O regime fiscal do Residente Não Habitual está em vigor desde 2009, mas ganhou mais adeptos, sobretudo franceses, a partir de 2013. Para Philomène Dias, da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, investir em Portugal é “uma boa escolha”. “[Este é] um bom momento”, disse, no seminário “O novo mercado dos seniores franceses em Portugal”, organizado pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Francesa.
O setor imobiliário português é debatido hoje (dia 7) em Londres. Em causa está a 11ª edição do evento “Portugal Property Conference”, organizado pela Câmara de Comércio Portuguesa no Reino Unido, que terá com tema “Portugal – Time to Call it Home?”.
Várias empresas portuguesas marcaram presença no “13th Overseas Property and Investment Immigration Show”, em Xangai, China. O evento realizou-se de 20 a 24 de março e contou com a presença dos bancos CGD e BCP e de empresas como Troia Resort, Martinhal, Century 21, Remax, RAR Imobiliária e Carpe Domus. Também a Câmara Municipal de Águeda esteve representada, através do presidente Gil Nadais.
Quatro empresas/marcas portuguesas – Grupo André Jordan, Millennium bcp, Montepio Valor e BPI Gestão de Ativos – vão marcar presença na edição deste ano (a 18ª) do Barcelona Meeting Point (BMP), que se realiza de 29 de outubro a 2 de novembro. Tratando-se de um dos principais eventos europeus de investimento imobiliário, o objetivo passa por promover o imobiliário nacional.
Comprar ou arrendar casa? Esta é a questão que muitos portugueses colocam. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), num ano, do segundo trimestre de 2014 para o segundo trimestre de 2013, o preço das casas aumentou 5,9%. Trata-se de uma taxa de variação homóloga superior 1,9% quando comparada com os primeiros três meses do ano.
Nos primeiros três meses do ano, cerca de 3.500 cidadãos estrangeiros investiram no imobiliário português, o equivalente a cerca de 14% do total de imóveis transacionados durante esse período. Este ano, o investimento estrangeiro no imobiliário nacional deve representar entre 1,5 a 2 mil milhões de euros.
Os chineses estão a apostar e força no mercado imobiliário nacional, sobretudo com a compra de apartamentos em Lisboa. Só no Martim Moniz, uma zona bastante central da capital, um grupo de investidores chineses fez uma proposta – à Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) – para a aquisição de 22 apartamentos.
Um grupo de sete empresas portuguesas (entre promotores, banca e fundos imobiliários) vai realizar, no final do mês, um périplo por quatro cidades árabes para promover imobiliário de luxo junto de investidores privados e institucionais.
Boas notícias para o setor imobiliário. Segundo a Jones Lang LaSalle (JLL), “o ano de 2013 está a ser marcado pela retoma do mercado de investimento imobiliário, que nos primeiros nove meses do ano totalizou cerca de 235 milhões de euros”.
A Associação Portuguesa de Resorts (APR) deu início ao projeto “Living in Portugal”, que pretende promover a venda de casas com uma componente turística a estrangeiros.
O mercado imobiliário internacional é cada vez mais uma alternativa às empresas do setor que, em Portugal, veem os seus negócios estagnados pela crise. Os destinos mais procurados pelas empresas nacionais são os PALOP, onde Moçambique se revela bastante apetecível.
frança e reino unido serão palco de apresentações do imobiliário português em breve. em paris decorre, entre 24 e 26 de maio, a segunda edição do salão de imobiliário e turismo, no parque de exposições da porte de versalhes em paris.
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