Taxa de esforço na compra e arrendamento

Famílias gastam 80% do salário na renda e 70% na compra de casa

Arrendar ou comprar casa em Portugal continua a consumir grande parte do rendimento das famílias, refletindo a dificuldade atual no acesso à habitação. A mais recente análise do idealista (editor desta newsletter) revela que as rendas das casas continuam a pesar mais nos salários do que as prestações da casa no caso da compra. Em concreto, a taxa de esforço em arrendar casa situou-se em 80% no quarto trimestre de 2025, enquanto na compra ficou em 70%, segundo uma análise do idealista (editor desta newsletter). Apenas algumas cidades apresentam condições menos pressionadas, mostrando que o mercado imobiliário nacional permanece desafiante.
Crédito habitação

Taxa de juro média do crédito habitação desce para 3,414% em 2025

A taxa de juro média anual do crédito habitação fixou-se em 3,414% em 2025, recuando face aos 4,372% registados no ano anterior. A descida traduziu-se numa redução da prestação média anual para 396 euros, menos oito euros que em 2024, apesar do aumento do capital médio em dívida para 72.314 euros. Já em dezembro, a taxa de juro implícita voltou a cair, para 3,130%, confirmando a trajetória de alívio nos encargos com o crédito habitação. Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (dia 21 de janeiro de 2026) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Juros no crédito habitação

Juros do crédito da casa caem em setembro – e prestação desce um euro

A taxa de juro aplicada ao total de créditos habitação existentes em Portugal continua em queda, sendo este um cenário que se verifica há mais de um ano. Em setembro, de resto, a tendência manteve-se, tendo os juros na habitação voltado a cair para 3,228%. Também a prestação média baixou, tendo-se fixado em 393 euros, menos um euro que no mês anterior e menos 11 euros que no período homólogo.
Médio Oriente e Euribor

Paz no Médio Oriente vai mexer com taxas Euribor? Analistas respondem

Tudo o que acontece no mundo tem o potencial de mexer com a economia dos países e com a carteira das famílias. Foi o caso do recente acordo de paz no Médio Oriente, entre Israel e o Hamas, que acabou por ter impacto em baixa no preço do barril de petróleo. Mas será que terá efeitos nas taxas Euribor e, por conseguinte, nas prestações da casa das famílias? Os especialistas de mercado ouvidos pelo idealista/news acreditam que não haverá grandes oscilações na Euribor, que tem assumido um comportamento ascendente nos últimos meses.
Renegociar o spread da casa

Prestação da casa continua alta: renegociar o spread é boa opção?

São muitas as famílias que compram (e compraram) casa em Portugal com recurso a crédito habitação. E muitos dos empréstimos são (e foram) concedidos pelos bancos indexados a taxas Euribor variáveis – só mais recentemente as taxas mistas e/ou fixas ganharam terreno. O problema é que as prestações a pagar ao banco pelo financiamento mantém-se, muitas vezes, altas. Será, então, que renegociar o spread do crédito habitação é boa opção? Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana da Deco Alerta.
Casas em Lisboa

Crédito habitação: intermediários crescem 30% e ultrapassam bancos

Pedir crédito habitação diretamente no balcão dos bancos está a cair em desuso, em Portugal. Cada vez mais famílias recorrem aos intermediários de crédito, que trabalham lado a lado com a banca. Se em 2019 apenas 9,2% dos empréstimos para comprar casa passava por estes profissionais, em 2024 já era mais de metade de metade (57%), segundo dados do Banco de Portugal.