Os moradores mais felizes da Europa vivem nas cidades de Copenhaga, na Dinamarca, e em Estocolmo, na Suécia, de acordo com o mais recente estudo da Comissão Europeia, “Report on de Quality of Life in European Cities 2020”, que analisa, entre várias coisas, as perceções dos residentes sobre diferente
Temperaturas altas em Portugal, por estes dias, é o que marcam os termómetros. E calor dentro de casa será o que a maioria dos portugueses estará a sentir. E, quando chegar o frio, será essa a sensação que terão também.
Lisboa é a 37ª cidade com melhor qualidade de vida do mundo, tendo subido um lugar no ranking face ao ano passado. A capital portuguesa é ainda a 31ª cidade mais segura do planeta, subindo 12 lugares relativamente a 2005.
Portugal ocupa a 24ª posição do primeiro ranking mundial que avaliou a qualidade de vida de 110 países em vários domínios, como por exemplo ensino, desemprego, felicidade e mortalidade. A Suíça lidera o ranking e na cauda da tabela encontra-se Moçambique.
Atualmente, a qualidade de vida de um norte-americano é o dobro da de um português, mas com o passar dos anos a diferença será menor. Isto porque o nível de vida dos portugueses vai aumentar em 2060, devendo ultrapassar Itália e Espanha neste indicador.
Lisboa continua a “dar cartas”. Desta vez a capital portuguesa subiu cinco posições na lista de cidades com melhor qualidade de vida. Segue à frente de Paris, Londres, Milão, Madrid ou Nova Iorque, aparecendo no 38º lugar no estudo anual Quality of Living, da Mercer. A ocupar o primeiro lugar do ranking, há nove anos consecutivos, está Viena (Áustria).
Portugal é o quinto melhor país do mundo para se viver e trabalhar. Os resultados são do Expat Insider, um inquérito realizado anualmente junto de 13 mil expatriados de 166 nacionalidades, e colocam o país no top 10 do ranking mundial.
Se queres viver na cidade com melhor qualidade de vida do mundo, prepara-te para emigrar para bem longe. Terás mesmo de mudar de continente. A cidade australiana de Melbourne voltou a repetir pelo sétimo ano consecutivo o lugar cimeiro onde se vive melhor em todo o planeta, de acordo com a nova edição do jornal The Economist. E, mais uma vez, três cidades australianas e três canadianas arrebatam as primeiras posições, onde se "colou" Viena de Aústria em segundo lugar.
Portugal continua a estar definitivamente no radar. A prová-lo está, por exemplo, o facto do Algarve e de Lisboa serem dois dos dez melhores sítios do mundo para passar a reforma. O Algarve, de resto, ocupa o primeiro lugar do ranking pelo quarto ano consecutivo, sendo o custo de vida, a segurança e o clima alguns dos fatores tidos em conta na elaboração da lista. Já a capital está no sétimo posto.
Luanda voltou a ser este ano a cidade mais cara do mundo para expatriados. A capital angolana destronou Hong Kong, que em 2016 tinha superado precisamente Luanda. Já Lisboa desceu três lugares no ranking, ocupando agora a 137ª posição. Em causa está o 23º estudo “Cost of Living” (“Custo de Vida”), divulgado esta quarta-feira (dia 21) pela consultora Mercer.
O município de Lisboa volta a liderar, pelo quarto ano seguido, a lista do ranking dos melhores municípios para viver, fazer negócios e passear. O Porto surge logo a seguir na lista elaborada pela Bloom Consulting, e Cascais rouba o terceiro lugar do pódio a Braga, que desce para a quarta posição do estudo City Brand Ranking, seguinda por Coimbra.
Viena, na Áustria, é a cidade que reúne melhores condições de vida, sendo seguida da suíça Zurique e da neozelandesa Auckland. Em sentido oposto encontram-se, por esta ordem, Alepo (Síria), Bagdade (Iraque) e Bangui (República Centro-Africana). Em causa está a 18ª edição do Índice da Qualidade de Vida (2016), elaborado pela consultora Mercer, que analisou o ambiente político, social e económico de 450 cidades e 230 países.
É no Interior do país que se consegue ter uma maior qualidade de vida em Portugal. A lista elaborada pela Marktest é encabeçada pelo município de Castelo de Vide, com um resultado de 16.9, numa escala de 1 a 20. No extremo oposto da tabela está Felgueiras, com um rating de 5.5.
A Monocle, conceituada revista sobre assuntos internacionais, negócios, cultura e lifestyle, publicou na última edição, referente ao mês de julho, um ranking das 25 cidades mundiais com melhor qualidade de vida. É o terceiro ano consecutivo que a publicação elabora esta lista, sendo que Lisboa tem vindo sempre a subir na hierarquia: passou de 22º lugar em 2014 para 18º em 2015 e para 16ª este ano.
A maioria das pessoas (55%) com conta no Facebook é, tendencialmente, mais stressada do que quem não utiliza a rede social, segundo um estudo dinamarquês. Além disso, os não utilizadores sentem-se menos deprimidos e mais satisfeitos com a sua vida laboral e social.
Hoje em dia, os lisboetas vivem melhor. A capital portuguesa subiu dois lugares no ranking de cidades com melhor qualidade de vida face ao ano passado. O ambiente sociocultural e económico são as vantagens de Lisboa, que está em 41º lugar numa lista de 230 cidades. O trânsito é um ponto negativo.
Este gráfico indica quais são as 10 cidades “mais inteligentes” do mundo, segundo um estudo do IESE Business School (Instituto de Estudios Superiores de la Empresa) da Universidade de Navarra, Espanha. A liderar o ranking, que contempla 135 cidades de 55 países, está Tóquio (Japão). Londres (Reino Unido) e Nova Iorque (EUA) completam, por esta ordem, o pódio.
Viena, capital austríaca, é a cidade com melhor nível de qualidade de vida no mundo, liderando o estudo “Mercer 2014 Quality of Living”, divulgado pela consultora Mercer quarta-feira (dia 19).A completar o top cinco estão, por esta ordem, Zurique (Suíça), Auckland (Nova Zelândia), Munique (Alemanha)
Troika quer aumento de taxas moderadoras na saúde: A missão da Troika que chega a Lisboa esta sexta-feira para a 11ª avaliação vai voltar a insistir com o ministro Paulo Macedo para que suba novamente o preço das taxas moderadoras a pagar pelos cuidados prestados no Serviço Nacional de Saúde.
um estudo europeu, que incluiu portugal, revelou a presença de pesticidas e de produtos industriais no ar que circula no interior das casas, indicando ainda que os níveis verificados ultrapassaram, por vezes, os valores registados no exteriorsegundo a rádio renascença, o estudo, que também incluiu e
pedro passos coelho quer que os portugueses em dificuldades consigam ver “a luz ao fundo do túnel” este ano e percebam que o país não está num “ciclo vicioso”, mas sim a “vislumbrar a saída de um período difícil”.
governo equaciona privatização de 49% da rtp: um dos modelos que o governo está a equacionar para a privatização da rtp passa pela alienação de 49% do capital da empresa pública a um operador privado, ao qual será cedida a gestão da estação.
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