Logística em Portugal

Logística: operador português compra terreno com mais de 100 mil m2

O setor imobiliário em Portugal está ao rubro, e mesmo em tempos de pandemia e guerra (na Ucrânia) continua a dar sinais de resiliência. A logística é um dos segmentos que está na mira dos investidores, nacionais e estrangeiros, tendo sido vendido um terreno com 100.560 metros quadrados (m2) por mais de dois milhões de euros. O terreno em causa localiza-se em Castanheira do Ribatejo, Vila Franca de Xira, ou seja, às portas de Lisboa. 
El Corte Inglés abdica de dois lotes de habitação no Porto

El Corte Inglés abdica de dois lotes de habitação no Porto e admite refazer planos

É um dos negócios imobiliários mais enguiçados no país. Falamos do projeto que o grupo espanhol El Corte Inglés (ECI) tem previsto para os terrenos da antiga estação ferroviária da Boavista, no Porto. A autarquia aprovou um Pedido de Informação Prévia (PIP) submetido pelo ECI, aceitando que a área mais que dobrasse a capacidade construtiva – passou para pouco mais de 96.000 metros quadrados (m2) –, mas para o negócio sair do papel terá de haver cedências, tendo a cadeia espanhola prescindido de dois lotes de habitação. 
Terreno polémico em Idanha-a-Nova

Negócio polémico de terrenos envolve mulher de ex-autarca

Conceição Morão é médica anestesista reformada e está casada com Joaquim Morão, um histórico autarca e membro da Comissão Política Nacional do PS. Em 2014, ficou na posse de 16 hectares de terras do Estado – numa herdade com mais de 550 hectares cedida à Câmara de Idanha-a-Nova – destinadas, em primeiro lugar, a jovens agricultores. Recebeu, na altura, mais de 63 mil euros em subsídios. Agora, seis anos depois, o terreno está praticamente abandonado.
Terreno à venda em Lisboa com projeto aprovado

Terreno à venda em Lisboa com projeto aprovado para construir mais de 220 casas

A empresa espanhola Invaria, sediada em Madrid, está a vender um terreno em Lisboa, na Quinta de Santa Clara – na freguesia da Ameixoeira, que faz fronteira com o Lumiar e com os municípios de Loures e Odivelas –, com um Pedido de Informação Prévia (PIP) aprovado, estando já definido o que tem de ceder à Câmara Municipal de Lisboa e restantes obrigações. O projeto contempla seis lotes, estando prevista a construção de mais de 220 apartamentos.  
Projeto imobiliário em Cascais em terrenos que eram do BES gera polémica

Projeto imobiliário em Cascais em terrenos que eram do BES gera polémica

A eventual construção de um shopping na Aldeia de Juso, em Cascais, arredores de Lisboa, está a ser contestada pelos locais e pela população das localidades vizinhas. Em causa está um lote de terreno que pertenceu ao BES, que o vendeu ao desbarato. No local estão a ser construídas infraestruturas (saneamento, esgotos, telecomunicações) e arruamentos. 
Arrendamento forçado alargado a prédios rústicos

Terrenos: arrendamento forçado alargado a prédios rústicos

O Governo aprovou o regime jurídico do arrendamento forçado de prédios rústicos que sejam objeto de operação integrada de gestão da paisagem (RAFOIGP), tendo o mesmo sido publicado esta terça-feira (15 de junho de 2021) em Diário da República. Em causa está o Decreto-Lei n.º 52/2021, que entra em vigor dia 1 de julho.
Parvalorem tem um terreno com 190.000 m2 e junto à praia em Porto Santo sem destino desde 2013

Parvalorem tem um terreno com 190.000 m2 e junto à praia em Porto Santo sem destino desde 2013

Há um enorme terreno na ilha de Porto Santo parado e/ou sem destino há mais de oito anos (desde 2013). Em causa uma área de 189.340 metros quadrados (m2) com potencial superior a 95.000 m2 para construções turísticas e com uma frente atlântica de 700 metros de praia. Uma propriedade que está na posse da Parvalorem, a sociedade estatal que “herdou” os créditos insolventes do ex-BPN e que é detida a 100% pela Direção-Geral do Tesouro e Finanças, do Ministério das Finanças.
O património imobiliário do presidente do Benfica que foi parar ao Novo Banco

O património imobiliário do presidente do Benfica que foi parar ao Novo Banco

Depois de o grupo Promovalor, presidido por Luís Filipe Vieira, ter deixado um buraco no Novo Banco de 181 milhões de euros, foi transferida uma carteira de imóveis para o banco, cujo valor ascende aos 244,2 milhões de euros. Esta foi a avaliação realizada a 20 de um total de 23 ativos transferidos, em concreto, para o Fundo de Investimento Alternativo especial (FIAE) controlado em 96% pelo banco. Trata-se de ativos imobiliários distribuídos por Portugal, Espanha, Brasil e Moçambique.