créditos habitação

Crédito habitação: vêm aí mais medidas para apoiar famílias

Para ajudar as famílias a enfrentar a subida dos juros no crédito habitação, o Governo desenhou várias medidas na proposta do Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), como a redução do escalão do IRS. Ainda assim, o Ministério das Finanças e o Banco de Portugal (BdP) estão a trabalhar em novas medidas, nomeadamente alterações aos regimes que monitorizam sinais que apontem para o incumprimento dos créditos para a compra de habitação permanente.
Avaliação de imóveis

Avaliação de imóveis: CMVM quer cálculos mais claros e deixa conselhos

Antes de comprar casa com recurso a crédito habitação, os bancos fazem uma avaliação do imóvel, um processo que é levado a cabo por especialistas seguindo um conjunto de critérios e metodologias. Até aqui tudo bem. Acontece que a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) decidiu realizar uma ação de supervisão nesta área e identificou “deficiências” na qualidade da informação incluída nos relatórios de avaliação de imóveis, bem como “fragilidades” nos processos de revisão e validação dos mesmos. Foi por isso mesmo que decidiu avançar com um conjunto de recomendações aos profissionais envolvidos na elaboração, utilização e validação dos relatórios de avaliação de imóveis.
Subida de juros pela guerra

Evolução “adversa” da guerra sobe custos dos créditos habitação

Hoje, a economia mundial vê-se confrontada com vários riscos. E um deles prende-se com o “elevado grau de incerteza” quanto à evolução da guerra na Ucrânia, já que pode influenciar quer o crescimento económico dos países da Zona Euro, quer a inflação. Ao analisar os impactos de uma “evolução mais adversa da guerra”, o Governo de António Costa conclui que os encargos com os créditos habitação acabariam por subir e sentir-se-ia uma maior pressão sobre os preços das matérias-primas, afetando os custos energéticos e o setor da construção.
Renegociar crédito habitação

Apoios ao crédito habitação: condições extra de renegociação em breve

Para ajudar as famílias a enfrentar a subida dos juros no crédito habitação, o Governo desenhou várias medidas na proposta do Orçamento do Estado para 2023 (OE2023), como é o caso da redução do escalão do IRS para trabalhadores por conta de outrem que possuam empréstimos da casa. Em paralelo ao orçamento, também foi desenhado um diploma que cria novo regime de renegociação dos contratos de crédito habitação com os bancos. E o ministro das Finanças já anunciou que espera apresentar “em poucas semanas” este novo processo legislativo que prevê as condições e modalidades de renegociação dos contratos.
Incumprimento do crédito habitação

Incumprimento no crédito habitação vai subir, prevê Fitch

Hoje, o incumprimento dos créditos habitação em Portugal está nos níveis mais baixos dos últimos 24 anos. Mas o atual cenário, marcado pela inflação e pela subida dos juros a pique, pode mudar tudo. A Fitch prevê que, à medida que as taxas de juro crescem, o nível de incumprimento do crédito habitação vai aumentar em 2022 e 2023. E vai afetar, sobretudo, as famílias mais vulneráveis.
Apoios ao crédito habitação

Apoios ao crédito habitação confirmados pelo Governo: o que vai mudar?

A maioria dos portugueses está a sentir a subida das prestações da casa assim que são atualizadas, dada a subida dos juros. Isto porque cerca de 93% dos créditos habitação no nosso país são de taxa variável e indexadas à Euribor, que está em máximos de dez anos. Para atenuar o agravamento da taxa de esforço das famílias, o Governo está a preparar apoios ao crédito habitação, que vão passar pela extensão do prazo ou suspensão da comissão de amortização. Explicamos as medidas que estão em cima da mesa.
Crédito habitação para não residentes

Crédito habitação para estrangeiros: spread desde 1,2% no Novo Banco

Embora os cidadãos com domicílio fiscal em Portugal sejam os que mais compram casas no país, os negócios imobiliários fechados por não residentes continuam a aumentar em 2022. E num contexto de alta subida da Euribor, já há bancos a melhorar as ofertas de crédito habitação para estrangeiros. Um deles é o Novo Banco que oferece um spread com bonificação máxima desde 1,20%. Explicamos tudo na rubrica de crédito habitação do mês de outubro.
Euribor nos 5%

OCDE admite Euribor em 5% em 2023: quanto sobe a prestação da casa?

A política monetária europeia tem um objetivo concreto: baixar a inflação dos atuais 10,0% para 2%, o nível em que é assegurada a estabilidade dos preços. E, para o alcançar, o Banco Central Europeu (BCE) já subiu as taxas de juro diretoras em 125 pontos base. Tudo indica que irá continuar a fazê-lo, de tal modo que a OCDE acredita que os juros diretores possam subir até aos 4% já em 2023. Esta subida irá impulsionar ainda mais evolução ascendente das taxas Euribor elevando-as ao patamar dos 5%, atingido em 2008. Em resultado, as prestações da casa vão subir centenas de euros. Explicamos tudo com base em simulações.
Juros dos créditos habitação

Novos créditos habitação caem 11% com subida dos juros para 2,01%

As mudanças da política monetária por parte do BCE têm agitado as águas do mercado de crédito habitação. Depois de o regulador europeu ter subido as taxas de juro diretoras, as taxas Euribor voltaram a dar o salto em setembro. E como em Portugal a taxa variável continua a ser a mais procurada, qualquer flutuação da Euribor reflete-se nas taxas de juro dos novos créditos habitação, que em agosto atingiu o valor médio de 2,01%, o mais elevado desde maio de 2016, aponta o Banco de Portugal (BdP). Por outro lado, a subida dos juros poderá estar a influenciar o montante concedido em novos créditos habitação, já que caiu 11% entre julho e agosto.
Prestações da casa mais caras

Euribor em máximos de 10 anos: prestação da casa dá o salto em outubro

Não há boas notícias para os portugueses que querem comprar casa com recurso a financiamento bancário. Em reação à subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE) em 125 pontos base, as taxas Euribor estão a subir a toda a velocidade, atingindo máximos de dez anos em setembro. E, ainda assim a maioria dos novos contratos de crédito habitação em Portugal continuam a ser de taxa variável e indexada à Euribor (cerca de 68% em julho). Neste cenário, as prestações da casa vão subir - e muito. Explicamos tudo tendo por base simulações.
Euribor a subir

Euribor a 12 meses dispara para 2,233% e a 6 meses para 1,596%

Reagindo à subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE) em 125 pontos base e à instabilidade dos mercados financeiros, as taxas Euribor médias deram o salto para todos os prazos em setembro. A Euribor a 12 meses chegou aos 2,233% e a Euribor a 6 meses aos 1,596%. E tudo indica que vão continuar a subir nos próximos meses.
Imobiliário no Reino Unido sente efeitos da inflação

Imobiliário treme no Reino Unido: bancos cortam no crédito habitação

A decisão do governo britânico de fazer um corte de impostos massivo, nomeadamente no setor imobiliário, abalou a economia e os mercados do Reino Unido. O anúncio do novo ministro das Finanças, Kwasi Kwarteng, juntamente com o comunicado do Banco de Inglaterra, que antecipa novas subidas das taxas de juro, suscitou preocupação. Os bancos já estão a reduzir a oferta de crédito habitação.
Apoios para pagar a prestação da casa

Apoios ao crédito habitação: já há propostas em cima da mesa

Hoje, as famílias estão a apertar o cinto. Ora porque a inflação está a encolhe o poder de compra ora porque as taxas Euribor estão a subir. É por tudo isto que o Governo já está a avaliar possíveis ajudas às famílias para pagar as prestações da casa. E já há propostas em cima da mesa por parte do BE. Mas tudo indica que estas ajudas serão de carácter transitório, já que estamos perante um cenário de normalização das taxas de juro.
Subida de juros no crédito habitação

Subida de juros encolhe valor concedido no crédito habitação – porquê?

A vida das famílias que pretendem contratar novos créditos habitação está a complicar-se. Isto porque os agregados têm de cumprir uma série de critérios para conseguir ter financiamento bancário. E, agora, enfrentam a subida dos juros à boleia da Euribor. Mas há um efeito escondido deste cenário: quanto mais subirem os juros, menor é o valor que os bancos estão autorizados a emprestar.
Prestação da casa 2023

Euribor em 2023: prestação da casa vai subir 23 euros, diz Centeno

A Euribor está a subir desde o início do ano e tudo indica que vai continuar a crescer. Mas quanto vão subir as prestações da casa no próximo ano? Segundo as contas do Banco de Portugal, a prestação média em julho de 2022 situava-se nos 250 euros. E tendo em conta a previsão da Euribor para julho de 2023, a prestação da casa deverá subir 23 euros.
Empréstimos para comprar casa

Empréstimos habitação desaceleram pela 1ª vez em dois anos

O clima macroeconómico é hoje marcado pela alta inflação e pela subida de juros nos créditos habitação. Mas nem mesmo isso trava, de uma forma geral, a compra de casa pelas famílias com financiamento bancário. O montante total de empréstimo habitação continua a crescer anualmente (+4,6% em agosto de 2022). Mas o Banco de Portugal (BdP) destaca que esta foi a “primeira vez desde outubro de 2020 que estes empréstimos registaram um abrandamento”.
Valor das casas para os bancos

Valor das casas para os bancos cai pela 1ª vez desde março de 2020

A avaliação da casa é um dos pontos essenciais a cumprir no processo de compra de casa recurso ao crédito habitação. E os dados do Instituo Nacional de Estatística (INE) dão conta que o valor mediano de avaliação bancária fixou-se em 1.414 euros/m2 em agosto, menos 0,2% face a julho. Esta foi a primeira descida do valor do m2 das casas para os bancos desde março de 2020.
Subida da prestação da casa

Prestação da casa: ano do contrato e valor em dívida determinam subida

O clima económico europeu está dominado pela inflação. E para a travar o Banco Central Europeu (BCE) subiu as taxas de juro diretoras, uma decisão que desencadeou uma escalada da Euribor e, por conseguinte, uma subida das prestações da casa da maioria das famílias portuguesas, já que cerca de 90% tem créditos habitação com taxa variável. Mas a subida das taxas Euribor não impacta todos os empréstimos habitação de taxa variável ​​da mesma forma, já que depende do ano do contrato e do valor já pago. Explicamos tudo tendo por base simulações.
Prestações da casa mais altas

Prestação da casa atinge nível mais elevado desde 2009

Com os juros a subir à medida que crescem as taxas Euribor, as prestações da casa estão a ficar mais caras. É mesmo isso que mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), publicado esta terça-feira, dia 20 de setembro: a prestação da casa dos últimos 12 meses atingiu os 388 euros em agosto, a mais elevada desde fevereiro de 2009. Já as prestações dos últimos três meses alcançaram o maior valor alguma vez registado, de 445 euros.