Crédito à habitação: queda da Euribor já permitiu poupar quase 500 milhões às famílias portuguesas

As famílias portuguesas já conseguiram poupar um total próximo dos 460 milhões de euros no crédito à habitação. Os encargos mensais com o pagamento da prestação mensal da casa têm vindo a reduzir-se devido à desvalorização da Euribor, sendo que a taxa de juro de referência está em queda livre, depois de ter atingido o pico mais alto quando rebentou a crise financeira internacional em 2008.
Rendas caras impulsionam a compra de casa

Rendas caras impulsionam a compra de casa

O mercado de arrendamento ganhou força nos últimos tempos, mas está a perder terreno para a compra de casa, até porque arrendar casa ainda é caro. No ano passado, venderam-se 230 casas de habitação por dia, um número que deverá aumentar 25% este ano, estima a APEMIP.
Crédito à habitação: Deco recebe cada vez mais pedidos de ajuda

Crédito à habitação: Deco recebe cada vez mais pedidos de ajuda

A Deco está a receber cada vez mais pedidos de ajuda de famílias com dificuldade para pagar a prestação da casa. Do total de 1.241 processos de ajuda iniciados pelo Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado no primeiro semestre, 18% respeitavam a famílias com dificuldade em pagar a mensalidade. Durante este período, foram abertos 223 processos de negociação.
Prestação da casa só sobe em 2016

Prestação da casa só sobe em 2016

Pelo segundo mês consecutivo, a média mensal da taxa Euribor a três meses ficou negativa. Ou seja, a prestação da casa irá baixar, já que a taxa abate ao spread cobrado pelos bancos. Uma tendência que se deve manter nos próximos meses. Aumentos na mensalidade só em 2016.
Crédito à habitação: guia para te protegeres dos maus negócios

Crédito à habitação: guia para te protegeres dos maus negócios

A torneira do crédito para a compra de casas está a abrir e os bancos a operar em Portugal estão, aparentemente, a dar condições mais favoráveis. Mas atenção, porque apesar da anunciada vaga de spreads mais baixos, a prestação mensal do empréstimo à habitação pode afinal sair mais cara. O busílis da questão está nos produtos que as instituições financeiras estão a oferecer para que os clientes tenham taxas mais reduzidas e que acabam por aumentar os encargos finais.