A nova administração da Altice, sucessora da antiga Portugal Telecom (PT), anulou a venda de dois imóveis, em Lisboa, a uma empresa alegadamente controlada por Hernâni Vaz Antunes, um dos principais arguidos no processo Operação Picoas (também conhecido como caso Altice), por 5,5 milhões de euros.
Segundo o Correio da Manhã, os negócios foram anulados após Hernâni Vaz Antunes e Armando Pereira, cofundador da Altice, terem sido detidos, em julho de 2023. Hernâni Vaz Antunes é, de resto, considerado o braço-direito de Armando Pereira em todo o processo.
O Ministério Público (MP) abriu um inquérito à anulação destes negócios e ao consequente pagamento que a PT Portugal SGPS, do grupo Altice, fez à Fhitoprecious, empresa que o MP alega ser controlada por Vaz Antunes, de mais de 3,89 milhões de euros.
O processo, escreve a publicação, foi aberto na sequência de o Novo Banco, em respeito pelas regras da prevenção do branqueamento de capitais, ter comunicado a entrada desse dinheiro na conta bancária da Fhitoprecious.
Acompanha toda a informação imobiliária e os relatórios de dados mais atuais nas nossas newsletters diária e semanal. Também podes acompanhar o mercado imobiliário de luxo com a nossa newsletter mensal de luxo.
Fica a saber mais sobre o idealista/news.
Whatsapp idealista/news Portugal







Para poder comentar deves entrar na tua conta