La sede de Telefónica en Alemania

Filha de Amancio Ortega compra sede da Telefónica por 77 milhões de euros

Sandra Ortega, filha do fundador da Inditex, Amancio Ortega, comprou dois edifícios de escritórios na Alemanha por 150 milhões de euros, um em Munique e outro em Hamburgo. Este último, pelo qual pagou 77 milhões de euros, segundo o Green Street News, é a sede da Telefónica na Alemanha. O imóvel situa-se na rua Willy Brandt e é conhecido por “Tichelhaus”. Tem nove andares e 8.400 m2 de superfície, a maior parte dos quais ocupados pela multinacional espanhola, embora, após a sua última remodelação, tenha também oito apartamentos residenciais.
Flex office em Portugal

Networking e empresas a crescer: a “magia” dos escritórios flexíveis

As pessoas circulam pelos corredores prestes a entrar numa reunião virtual, que muitas vezes acontece numa ‘phone booth’ ou numa sala de reuniões que foi marcada através de uma app. Salas essas que podem fazer alusão a temas específicos, como filmes. E sim, também existem salas de cinema. Há ainda espaços lounge, muita luz natural, terraços com vistas desafogadas para Lisboa, amplas zonas de copa. E tudo flui sempre de forma informal e descontraída. Há trabalhadores independentes (freelance) de diferentes áreas de atividade, há pequenas e médias empresas e também organizações já com muitos trabalhadores. E há eventos ao final do dia que promovem o networking e oferecem momentos de lazer. Tudo em prol do work-life balance. A “magia” dos escritórios flexíveis vai além do “tradicional” coworking e parece estar, definitivamente, a ganhar espaço no segmento de escritórios em Portugal.
Trabalho flexível em Portugal

Flex office em alta – missão é “fazer as pessoas felizes no trabalho”

Dez anos antes da pandemia, em 2010, Lisboa via nascer um espaço de trabalho inovador. No Coworklisboa, localizado no 4º piso de um dos edifícios da Lx Factory, em Alcântara, empreendedorismo e networking andavam de mãos dadas, dando-se início ao movimento coworking em Portugal. O espaço encerrou no final de 2019, meses antes da COVID ter “empurrado” as pessoas para o teletrabalho, e pelo meio foram várias as empresas que se lançaram neste mundo do trabalho flexível. “Fazer as pessoas felizes no trabalho” é a missão de quem gere estes espaços, que promovem o work-life balance. E a procura por parte de portugueses e estrangeiros – e de profissionais individuais e empresas – é elevada, bem como as taxas de ocupação. O idealista/news foi tentar saber porquê e descobrir alguns dos segredos destes escritórios flexíveis.
Leiria Innovation Hub

Autarquia de Leiria vai construir Innovation Hub no estádio

A Câmara de Leiria anunciou esta terça-feira (dia 13 de maio) que viu aprovado o financiamento de 3,5 milhões de euros à candidatura ITI - Instrumentos Territoriais Integrados (ITI) Rede urbana, que permite avançar com o Leiria Innovation Hub.O presidente da Câmara de Leiria, Gonçalo Lopes (PS), lev
Natixis Solar System

Shopping fechado há 20 anos vira “escritório-galáxia” no Porto

O antigo centro comercial Central Shopping, na Rua de Santos Pousada, no Porto, ganhou uma nova vida com a inauguração do “Natixis Solar System” — um inovador espaço de trabalho criado pela Natixis em Portugal. O projeto transformou cerca de 3.500 metros quadrados (m2) de área inutilizada há quase 20 anos num ambiente de trabalho imersivo.
Castilho 26

Mais oferta de escritórios em Lisboa: Castilho 26 está a ser renovado

O edifício de escritórios Castilho 26, localizado a poucos metros da Avenida da Liberdade, em Lisboa, está a ser alvo de uma reabilitação completa com conclusão prevista para outubro de 2025. O imóvel, propriedade do Fundo de Pensões do Novo Banco, já está a ser comercializado pela Cushman & Wakefield e JLL.
Regresso aos escritórios

Escritórios em alta: ano de 2024 foi um dos melhores de sempre

O segmento de escritórios registou, em 2024, um dos melhores anos de sempre, tendo-se verificado um aumento de 97% da área colocada na Área Metropolitana de Lisboa (AML) e de 80% no Grande Porto. Os dados em causa constam no estudo anual da consultora imobiliária B. Prime, que considera que “Portugal continua a ser um destino apelativo para investidores e multinacionais”.

Escritórios no pós-pandemia: “É muito mais do que quatro paredes”

A pandemia “empurrou” as pessoas para casa e o teletrabalho passou a fazer parte da equação no mercado laboral. Agora, cinco anos depois de confinamentos, máscaras e testes à Covid-19, o mundo parece estar a viver um “novo normal”. O regime híbrido ganhou força ao mesmo tempo que as empresas estão, de certa forma, a querer atrair de novo trabalhadores para os escritórios, acenando com ‘amenities’ “fora da caixa”. Mas o que está, afinal, a mudar no segmento de escritórios em Portugal? Flexibilidade é palavra de ordem, estando a sustentabilidade e a eficiência energética dos espaços a consumar-se como tendência.
Escritórios em Lisboa

BPI Imofomento compra prédio de escritórios em Lisboa à Incus Capital

O segmento de escritórios está em alta em Portugal. E há mais um negócio que comprova esta tendência: a compra do edifício localizado na Rua Ramalho Ortigão 51, em Lisboa – junto ao Corte Inglés, à Praça de Espanha e à Avenida António Augusto de Aguiar –, por parte do BPI Imofomento, Fundo de Investimento Imobiliário Aberto (FIIA) gerido pela BPI Gestão de Ativos, à espanhola Incus Capital. Um imóvel que tem como inquilino a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom).
Escritórios em Matosinhos

Edifício de escritórios em Matosinhos muda de mãos por 13 milhões

É mais um negócio imobiliário que vem confirmar que o segmento de escritórios em Portugal está a dar sinais de estar a retomar. Falamos de um edifício localizado em Matosinhos, no Grande Porto, com uma área bruta locável de cerca de 5.000 metros quadrados (m2), que mudou de mãos, tendo sido comprado pelo Fundo Valor Prime, um Fundo de Investimento Imobiliário Aberto comercializado pelo Banco Montepio.
Rendas de escritórios prime

Rendas de escritórios 'prime' em alta – Lisboa e Porto seguem tendência

No quarto trimestre de 2024, as rendas de escritórios ‘prime’ aumentaram 0,3% em todo o mundo e os custos de instalação 0,2%, tendo a procura por espaços de elevada qualidade continuado a acelerar em muitos mercados. A nível nacional, Lisboa e Porto registaram um crescimento notável da ocupação de escritórios, a par de um aumento dos valores ‘prime de arrendamento’ mensais, que se situaram nos 29 euros por metro quadrado (euros/m2) e 21 euros/m2, respetivamente.