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antónio costa recua no aumento do imi

dos sete milhões de fogos que existem em portugal, há pelo menos 800 mil que

necessitam de obras urgentes, sendo que, destes, 325 mil encontram-se já em elevado nível de degradação, revela o jornal de negócios (jdn). se aos que precisam de intervenção imediata se somarem os que necessitam de obras de menor dimensão, então o universo sobe para 1,9 milhões
 
de acordo com o jdn, que tem por base dados da associação dos industriais da construção civil e obras públicas (aiccopn), desde 2003 que as actividades de construção destinadas à reabilitação têm vindo a registar uma queda, que se acentuou em 2008. no ano passado, o recuo foi de 13,1% e este ano, no primeiro trimestre, registava-se já uma contracção de 10,6%
 
na opinião de manuel reis campos, presidente da aiccopn, reabilitavam-se "no início da década passada 118 mil fogos por ano”, sendo que em 2010 o número desceu para 23 mil. "este ano as estimativas indicam que nem se chegará aos 20 mil", referiu o responsável, lembrando que "a reabilitação urbana é imprescindível para o desenvolvimento sustentável"
 
segundo o presidente da aiccopn, portugal continua muito mal no sector da construção: "somos o país da europa ocidental que menos investe na reabilitação urbana, dedicando-lhe apenas 6,5% do total do investimento na construção". uma percentagem bastante inferior quando comparada, por exemplo, com espanha (24%) ou itália e alemanha (44%)

 

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