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Portugueses preferem ser proprietários, mas as casas estão mais caras – resumo 2015

Gtres
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Autor: Redação

O ano arrancou e mais uma vez ficou vincada uma ideia: a cultura de ser proprietário continua enraizada na maioria dos portugueses, já que mais de 50% das pessoas prefere comprar casa em vez de viver numa arrendada. O Mercado de compra e venda de imóveis continua a ganhar terreno ao arrendamento, apesar deste estar mais dinâmico. Mais tarde, em maio, outro estudo confirmava esta tendência. E o mesmo aconteceu em novembro. 

Por outro lado, comprar casa voltou a ficar mais caro. Preço das casas sobe pela primeira vez em Portugal em sete anos, escrevemos em março. Um outro estudo confirmava que desde a chegada da Troika, em 2011, que o preço das casas já não aumentava.

A dar força a este cenário estão as duas maiores cidades portuguesas, Lisboa e Porto, que viram os preços das casas nas respetivas zonas históricas continuar a subir, devido ao aumento dos serviços causado pelo crescimento do turismo e procura internacional. 

A meio do ano, mais novidades no que diz respeito à compra de habitações: casas vão ficar mais caras em 2016 e preços sobem 4% este ano (2015) em Portugal.

Mas que tipo de imóveis compram, afinal, os portugueses. Este é um dado curioso, já que em dez casas vendidas, duas são novas e oito usadas. Por falar em dados curiosos, nesta notícia podes ficar a saber o que mudou na habitação no país desde 2005: os preços das casas na Grande Lisboa e no Grande Porto subiram 4,4% e 2,8%, respetivamente.

Quem não teria dúvidas em comprar casa em Portugal é Chris Heller, CEO da Keller Williams. “Se vivesse aqui não pensaria duas vezes e investiria no setor imobiliário. Mais: se tivesse um filho que vivesse aqui ou tivesse de aconselhar alguém diria o seguinte: ‘Se puderes comprar, compra, sem dúvida’”, disse em entrevista ao idealista/news.

Recentemente, já em em dezembro, Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), revelou que entre janeiro e setembro foram transacionados cerca de 77.467 alojamentos familiares, sendo que no terceiro trimestre foram vendidos aproximadamente 27.239 imóveis, mais 33.2% que no período homólogo. “Estes números confirmam a retoma da confiança no mercado imobiliário e o seu papel importante como motor da economia do país”, frisou.