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"Mudanças legislativas são exigentes mas imobiliário mantém-se atrativo”

A 28ª edição do Salão Imobiliário de Portugal (SIL) arranca esta quinta-feira na FIL, em Lisboa – realiza-se em conjunto com a Tektónica e termina sábado (12 de abril de 2025) –, numa altura em que o país vive “um contexto político desafiante”, atesta Sérgio Runa, gestor daquela que é a maior e mais importante feira do setor imobiliário a nível nacional. A pouco menos de um mês das eleições legislativas, e “mesmo com mudanças legislativas exigentes, o mercado mantém-se atrativo e dinâmico”, diz ao idealista/news.
Congelamento de rendas

"Congelamento das rendas é uma medida insustentável”

“O congelamento das rendas é uma medida insustentável”, afirma em comunicado Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP). O responsável apela ao próximo Governo – as eleições legislativas realizam-se a 18 de maio de 2025 – “a coragem para mudar de políticas”. “Manter o congelamento das rendas vai ter o mesmo resultado que está há décadas à vista de todos: menos casas disponíveis para habitar”, adianta.
Comprar casa para arrendar

Comprar casa para arrendar em Portugal rendeu 7,2% no início de 2025

O imobiliário continua a ser um refúgio para o investimento, sobretudo, nos tempos de incerteza global que se vivem atualmente com a nova guerra comercial que eclodiu nos EUA com as tarifas de Trump, que viraram a economia mundial e os mercados financeiros de pernas para o ar. Entre os vários segmentos, destaca-se o residencial, que continua a ser uma oportunidade de negócio em Portugal perante a elevada procura e escassa oferta de habitação. Esta é aliás uma tendência que já tem vindo a registar-se, sendo que comprar casa para colocar no mercado de arrendamento teve uma rentabilidade bruta de 7,2% no primeiro trimestre de 2025, um dos valores mais elevados dos últimos anos, revelam os dados do idealista.
Dubai

Imobiliário em alta no Dubai: 'boom' de transações e novas construções

O mercado imobiliário do Dubai continua em alta, atraindo cada vez mais investidores. De acordo com a empresa italiana Gabetti Middle East, nos últimos dois anos, os preços das habitações na metrópole dos Emirados Árabes Unidos aumentaram mais de 40%, com rendimentos de arrendamento entre os mais altos do mundo: cerca de 8% ao ano, chegando aos 10% em algumas áreas, bem acima de cidades como Londres (3-4,5%), Nova Iorque (5%) ou Paris (2-3%).