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O grupo português Lanidor desistiu de ter um hotel na Avenida da Liberdade, em Lisboa – um projeto que chegou a ter inauguração prevista para o final do ano passado – e optou por focar-se na venda de vestuário, sendo que terá apenas uma participação minoritária na futura unidade.
Até final de setembro, os CTT tinham provisões de vários milhões de euros para resolver contratos em três edifícios que a empresa – em processo de privatização – libertou quando se mudou para a atual sede no Parque das Nações, Lisboa.
O mercado de arredamento está na ordem do dia, sobretudo depois de ter entrado em vigor – fez dia 12 um ano – a nova lei do Arrendamento Urbano.
Arrendamento e reabilitação urbana são assuntos que estão na ordem no dia em Portugal. O próprio Governo já assumiu, através de Jorge Moreira da Silva, ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e da Energia, que a reabilitação é uma prioridade.
O mercado de arrendamento está a ganhar adeptos em Portugal, um país onde a “cultura do proprietário” está bem vincada. Esta é, no entanto, uma tendência que pode a mudar, até porque assiste-se a uma diminuição dos pedidos de crédito à habitação.
O mais recente European Office Property Clock, da consultora Jones Lang LaSalle, concluiu que o mercado europeu de escritórios continua a recuperar, “com as perspectivas a melhorarem em linha com a revisão em alta das expectativas para o crescimento económico”.O documento, referente ao terceiro trim
Portugal é um país de proprietários, já que as pessoas continuam fiéis à compra de casa em vez de optarem pelo arrendamento. Mas esta é, no entanto, uma tendência que tende a mudar, até porque os bancos fecharam a torneira ao crédito à habitação.
Em Londres são construídas pouco mais de 20.000 casas por ano e a maioria está pensada para pessoas com elevado poder de compra, o que está a provocar uma preocupante escassez de alojamentos a preços acessíveis.
O relatório “Main Streets Across The World 2013-2014” da consultora Cushman & Wakefield, que analisa os preços de arrendamento nas 333 ruas de comércio mais caras em 64 países, põe a zona do Chiado, em Lisboa, na 43ª posição no ranking das zonas de comércio mais caras do mundo, subindo duas posi
Causeway Bay, em Hong Kong (China), onde o preço médio do arrendamento por m2 é de 24.983 euros, é a rua mais cara do mundo, segundo o relatório “Main Streets Across The World 2013-2014” da consultora Cushman & Wakefield.
Portugal é predominantemente um País de proprietários, mas este cenário parece estar a mudar, havendo maior interesse por parte das pessoas em apostar no mercado de arrendamento.
O Golden Visa, mecanismo que permite a investidores estrangeiros, que desembolsem pelo menos 500 mil euros, obter "livre trânsito" em Portugal e, consequentemente, na Europa tem sido uma bolsa de oxigénio para algumas imobiliárias que viram aqui a solução para escapar à crise no que respeita à compr
Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), considera que a nova lei das rendas – entrou em vigor há um ano – trouxe mais confiança para o setor, mas refere, ainda assim, que o mercado está longe da dinamização esperada e prometida p
A resolução de um processo de despejo em três meses, motivo que levou o Governo a criar o Balcão Nacional do Arrendamento (BNA), está longe de ser uma realidade.
Em cerca de três meses e meio, entre meados de julho e o dia 8 de novembro, mais de 41 mil inquilinos pediram o comprovativo de carência económica às Finanças.
A nova lei das rendas entrou em vigor há precisamente um ano – a 12 de novembro de 2012 –, mas tem suscitado enorme polémica. Aliás, esta é uma lei que nunca gerou consenso.
A nova Lei do Arrendamento Ubano entrou em vigor há um ano, a 12 de novembro de 2012.
A nova Lei do Arrendamento Urbano entrou em vigor no dia 12 de novembro de 2012 e, na altura, prometia revolucionar o mercado de arrendamento.
Os portugueses estão cada vez mais a optar por arrendar casa em vez de comprar.
Está a aumentar a procura de casas para arrendar para estudantes universitários, sobretudo em cidades como Lisboa e Porto e outras zonas do país onde há muita concentração de universidades, como Coimbra e Braga.