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O mês de agosto chegou e, com ele, as férias de muitos portugueses e estrangeiros. E qual é a primeira região do país que nos vem à cabeça quando pensamos em férias de verão? Exatamente, acertaste, Algarve!
O simplex dos licenciamentos urbanísticos chegou ao mercado no início de 2024 com a promessa de acelerar a emissão de licenças de casas e eliminar processos burocráticos na construção. Mas, cerca de oito meses depois, o mercado depara-se com uma descida na licença de casas novas na ordem dos 10%. Os especialistas em imobiliário ouvidos pelo idealista/news não têm dúvidas de que a menor dinâmica na construção, a falta de confiança dos investidores e a instabilidade legislativa estão por detrás desta queda. E apontam também o dedo ao diploma do simplex que foi “mal feito”, estando agora o mercado à espera que seja revisto e regulamentado pelo atual Governo. Para já, as dúvidas que pairam sobre as autarquias e projetistas são muitas, havendo mesmo dificuldades de adaptação às novas regras de licenciamento urbano, o que acaba por atrasar a construção de casas e o aumento de oferta de habitação a preços acessíveis.
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, assegurou que o Governo “não vai parar” e que a meta nacional contratualizada com o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) “é para cumprir” até 2026.
O interesse dos investidores estrangeiros pelo mercado imobiliário nacional não é recente, havendo, no entanto, regiões do país que são mais atrativas que outras para quem quer comprar casa e/ou investir no setor residencial, nomeadamente no segmento de luxo. Na Comporta e em Melides, por exemplo, o investimento estrangeiro representa cerca de 40% do número total de transações efetuadas pela mediadora imobiliária Engel & Völkers (E&V) na região.
Entre 1 de janeiro e 26 de julho de 2024, foram pedidas 4.146 novas licenças de Alojamento Local (AL) em Portugal, menos 64% face ao mesmo período de 2023. Os dados do Registo Nacional de Estabelecimentos de Alojamento Local (RNAL) mostram, de resto, que é preciso recuar uma década para encontrar um número inferior de novas propriedades registadas nesta linha temporal.
A Câmara Municipal de Sintra tem em curso a sua estratégia para dar resposta às necessidades de habitação no concelho. O seu objetivo até 2026 é bem claro: reabilitar mais de 1.600 casas municipais e aumentar em cerca de 1.450 novas habitações fruto da aquisição ou construção, com um investimento de 179 milhões de euros. E a autarquia de Sintra tem dado passos largos neste sentido, tendo assinado um acordo com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) que vai permitir requalificar 271 casas municipais. Mas há mais novidades.
A freguesia de Benfica, em Lisboa, já iniciou a entrega das primeiras casas a preços acessíveis na semana passada. E revela que o seu objetivo passa por dar 272 casas até 2026, fixando neste bairro lisboeta cerca de 950 novos moradores. Até 22 de agosto, está aberto um novo concurso para atribuir mais 14 habitações com arrendamento a baixo custo.
As empresas têm vindo a empenhar-se para trazer os trabalhadores de volta aos escritórios, depois de o teletrabalho ter passado a dominar o mundo laboral nos últimos anos.
A Câmara Municipal do Porto está a avançar com a reabilitação de um prédio na freguesia de Campanhã, onde vão nascer oito casas a preços acessíveis.
As reservas turísticas feitas através de plataformas de arrendamento de curta duração tiveram, no primeiro trimestre, um aumento homólogo de 28,3%, para as 123,7 milhões de noites na União Europeia (UE), divulga o Eurostat.
É mais um sinal de que o mercado imobiliário português continua a ser atrativo para os investidores estrangeiros e a estar na moda. A agência imobiliária HomeLovers Portugal reforçou a presença no mercado asiático ao integrar-se na rede IQI, membro do líder asiático em proptech Juwai IQI, criando a IQI Portugal HomeLovers. A parceria permitirá à empresa que a oferta de imóveis seja apresentada a mercados como Tailândia, Malásia, China e Vietname, atraindo clientes asiáticos ao mercado imobiliário nacional.
A procura por estúdios tem aumentado nos últimos anos, sobretudo nas zonas mais urbanas.
Mais de metade (60%) dos inquilinos não tem contrato de arrendamento registado ou vigente na Autoridade Tributária (AT). Esta é uma das conclusões a retirar de uma auditoria ao controlo tributário no arrendamento urbano, realizada pela Inspeção-Geral de Finanças (IGF).
As rendas das casas continuam a aumentar em Portugal, pesando cada vez nos rendimentos das famílias. E, neste cenário, há cada vez mais jovens a procurar apoios à renda, sobretudo os que possuem baixos salários. Para ajudar os mais jovens a pagar as rendas das casas, o Governo de Montenegro avançou com várias mudanças ao programa Porta 65, alargando o acesso ao apoio ao arrendamento e deixando de considerar o valor da renda como critério de exclusão. Fica a conhecer quais são as principais alterações a este apoio aos jovens que arrendam casa neste artigo preparado pelo idealista/news, com fundamento jurídico.
A procura de um quarto para arrendar é a preocupação central dos milhares de estudantes que se estão a candidatar ao Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior Público, e que vão ficar deslocados da sua residência habitual.
A vida pode levar-nos a viver contextos desagradáveis. Uma experiência que não se pretende ter consiste em ser forçado a sair da casa que habitamos. Uma ação de despejo visa fazer com que o inquilino abandone o imóvel.
Enfrentar uma ação de despejo pode revelar-se bastante frustrante.
Quando apresentou a estratégia de habitação para o país, o novo Governo de Luís Montenegro anunciou que iria pôr fim ao arrendamento coercivo – previsto no programa Mais Habitação do antigo Executivo socialista – e avançar com a “injeção semiautomática de imóveis devolutos” públicos no mercado. Ministro veio garantir que a “medida está em marcha”.
No arranque de 2024, sentiu-se um maior dinamismo no mercado de arrendamento em Portugal, traduzido numa subida anual do número de novos contratos. Mas, com a falta de oferta de habitação, esta atividade deu um novo impulso à subida das rendas. Em concreto, os preços das casas para arrendar aumentaram 9,1% em julho face ao mesmo mês no ano anterior. Segundo o índice de preços do idealista (editor deste boletim), arrendar casa tinha um custo mediano de 16,3 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de julho de 2024. Já em relação à variação trimestral, a subida das rendas das casas foi de 1,6%.
Há muitas pessoas que têm hábitos no momento de agendar as férias. Optam por ir sempre para o mesmo sítio, arrendando casas de férias que já conhecem. Quem recorrer aos contactos que tem, seja de familiares ou de amigos, não corre riscos.
A concorrência no setor do arrendamento de curta duração está a aumentar, razão pela qual é tão importante diferenciar o teu alojamento local da concorrência, captar a atenção dos viajantes e criar uma experiência inesquecível para os teus hóspedes.