A pesquisa encontrou 6246 resultados
Resultados da pesquisa
O acesso à habitação em Portugal está no centro do debate social e político. Tanto os preços das casas para comprar, como as rendas estão a subir a um ritmo superior aos rendimentos das famílias. A boa notícia é que, depois de uma temporada de juros altos, as taxas nos créditos habitação estão a descer há vários meses, reduzindo as prestações da casa nos novos contratos. E tanto assim é que arrendar uma casa com dois quartos acaba, atualmente, por sair 21% mais caro do que o custo da prestação mensal de um crédito habitação para adquirir a mesma casa. Mas a opção de compra de casa exige uma poupança de 32.585 euros, em termos medianos, de acordo com a análise publicada pelo idealista (editor deste boletim). Isto porque para se conseguir um empréstimo habitação, no atual contexto, é necessário ter um fundo de reserva para dar como entrada da casa nova.
A mediação imobiliária continua de boa saúde em Portugal, sendo um dos setores que melhor resposta tem dado às várias crises. Resiliência e inovação têm sido palavras de ordem e a digitalização e a tecnologia ganharam força nos últimos tempos, sem tirar o lugar à componente humana. A verdade é que o imobiliário, que contribui para o crescimento económico e financeiro do país, continua a oferecer inúmeras oportunidades, havendo, por isso, muitas pessoas tentadas a apostar e investir neste setor, nomeadamente no negócio da compra, venda e arrendamento de casas. Mas há passos a dar na hora de montar/abrir uma agência imobiliária em Portugal. Fica a saber quais são.
O clima económico em Portugal está a dar claros sinais de mudança, tendo voltado a máximos de 2023, segundo os dados mais recentes do INE.
A Câmara da Amadora aprovou a adjudicação de uma empreitada de reabilitação energética do Bairro do Casal da Mira e a construção de 48 fogos, num investimento de mais de 14 milhões de euros.
No universo do setor imobiliário, no que diz respeito à mediação imobiliária, ou seja, ao processo de venda, compra e arrendamento de uma casa, há uma figura indispensável. O protagonista é o agente imobiliário, que desempenha um papel fundamental em todas as transações. Neste artigo, explicamos o que é um agente imobiliário, o que faz e quais as suas funções. Toma nota.
Quando uma casa arrendada é vendida, o novo proprietário fica responsável por devolver o valor da caução no final do contrato de arrendamento. Mas quem é que tem direito a deduzir a caução no IRS?
Há cerca de ano e meio, foi lançado o Porta 65+, um programa de apoio ao arrendamento destinado a famílias monoparentais ou com quebra de rendimentos.
Viver sozinho em Portugal representa um grande desafio nos dias de hoje, para muitas pessoas, devido às altas rendas praticadas sem o acompanhamento real dos salários. E, para muitos estudantes universitários, profissionais deslocados ou quem passa por situações pessoais como uma separação, surge um grande dilema: arrendar um estúdio ou um quarto numa casa partilhada. A verdade é que as diferenças económicas entre os dois continuam a ser bastante significativas, sendo que a privacidade de um estúdio face a arrendar um quarto acaba por sair duas vezes mais cara. Esta é a conclusão da mais recente análise do idealista, editor desta newsletter, que mostra que a renda média de um estúdio foi de 900 euros no segundo trimestre deste ano, enquanto a renda de um quarto foi de 450 euros.
A B&B Hotels conta agora com 56 ativos na Península Ibérica, 49 em Espanha e 17 em Portugal, e a sua expansão continua a aumentar. A cadeia francesa anunciou o lançamento de dois novos hotéis em Portugal, exatamente nas cidades de Leiria e Viana do Castelo.
“Na situação do mercado de arrendamento em Portugal junta-se o inútil ao desagradável”. A afirmação é da autoria do economista Luís Cabral, que considera que a crise que se vive no país no setor da habitação, nomeadamente no mercado de arrendamento, só será ultrapassada se PS e PSD celebrarem uma espécie de pacto.
Um total de 894 jovens recorreram aos apoios para a Habitação Jovem desde que a medida entrou em vigor em agosto, anunciou esta quarta-feira (dia 18 de setembro) a ministra da Juventude e Modernização.
Falando na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes fez u
Como será viver numa casa barco? Serão estas casas flutuantes uma alternativa a ter em conta para dar resposta à crise na habitação que se faz sentir em vários países, nomeadamente em Portugal? José Manuel Martorell, CEO da Floatwing, empresa espanhola parceira da portuguesa Gofriday que comercializa este tipo de casas – flutuantes, sustentáveis e amigas do ambiente –, revela ao idealista/news algumas vantagens das mesmas. "É uma solução de presente e futuro para o problema da escassez de habitação e de espaço", assegura.
No Porto, cerca de 52% das transações imobiliárias são efetuadas por investidores nacionais. Já o investimento estrangeiro representa atualmente cerca de 48% das operações, segundo dados da Engel&Volkers. Destacam-se como principais nacionalidades dos investidores estrangeiros os alemães, os brasileiros e os ingleses.
O Banco de Portugal colocou esta segunda-feira, dia 16 de setembro, em consulta pública um projeto de instrução sobre cálculo e divulgação periódica dos limites máximos à TAEG no crédito aos consumidores, que autonomiza várias subcategorias de créditos, como o de realização de obras em casa.
Os senhorios com rendas antigas, ou seja, com contratos de arrendamento celebrados antes de 15 de outubro de 1990, já podem pedir compensação financeira a que têm direito. Trata-se de um diploma que já tinha sido aprovado em dezembro de 2023 e que entrou em vigor a 1 de julho de 2024. Os dados mais recentes indicam que o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) recebeu até agora 2.900 pedidos de compensação, sendo que o valor médio ronda 216 euros. Explicamos tudo sobre este assunto no Deco Alerta desta semana.
O presidente da Associação Lisbonense de Proprietários defendeu na sexta-feira (dia 13 de setembro), em audiência na Assembleia Municipal de Lisboa (AML), que se faça “tudo” para aumentar a oferta de arrendamento na capital.
“O problema da habitação só se resolve com o aumento da oferta”, sublinhou
O desafio da Inteligência Artificial (IA) deve ser assumido por todos os profissionais de todas as áreas, incluindo os que trabalham no setor imobiliário. Os agentes imobiliários podem aproveitar inúmeras oportunidades para aprofundar o seu profissionalismo, explorando o potencial do digital na gestão de uma enorme quantidade de dados, de forma a responder cada vez mais às necessidades dos clientes. Longe de substituir a componente humana, a IA pode multiplicar a sua eficácia, colaborando substancialmente na profissão de agente imobiliário. Esta é a convicção de Diego Caponigro, fundador e CEO da Regold - líder em Itália em serviços dedicados aos mediadores imobiliários -, que esteve à conversa com o idealista/news.
A criatividade faz parte dos negócios imobiliários. E para evitar situações de incumprimento, conseguir liquidez para enfrentar gastos relacionados com impostos, créditos ou despesas com a manutenção dos imóveis, há proprietários a pedir vários meses de rendas adiantadas, alguns até ao valor equivalente a um ano, no momento de fechar um novo contrato de arrendamento. Em troca, alguns destes senhorios oferecem um desconto no total a pagar pelos inquilinos, que se tiverem liquidez para dar este passo se sentem tentados a aceitar o acordo, devido aos preços das rendas em alta, num contexto em que a procura continua a superar a oferta, de uma forma generalizada. Mas será que esta prática, habitual em mercados como os EUA ou Austrália, e que começa a despontar também em Espanha, é já tendência em Portugal? E o que diz a lei? O idealista/news tenta dar resposta a estas e outras perguntas, com fundamento jurídico e testemunhos de quem anda no terreno a arrendar casas.
É em Vila Nova de Gaia, junto à Ponte D. Luís, que vão nascer 21 apartamentos turísticos de arrendamento temporário.
Os centros das cidades mudaram com a pandemia. Antes, era lá que as grandes empresas apostavam em escritórios, porque era também lá que os jovens talentos queriam viver. Mas tudo mudou. Grandes centros urbanos, como Los Angeles (EUA), estão a sofrer com a turbulência imobiliária comercial, e a viver duas realidades distintas: zonas centrais envelhecidas e pouco atrativas que contrastam com bairros nas periferias que estão a crescer e prosperar.