A “arte” de acumular profissões: geração 'slasher' ganha força em Portugal
Ter mais que uma profissão e conjugá-las com a vida pessoal não será fácil, nem uma habilidade para todos. Por necessidade ou decisão própria, para conciliar o sustento com trabalhos por vocação, há cada vez mais pessoas a fazer muitas coisas ao mesmo tempo. E (muito) diferentes umas das outras. A chamada geração 'slasher' – este termo foi usado, pela primeira vez, no contexto da polivalência profissional nos EUA, em 2007, num artigo escrito pela colunista do The New York Times Marci Alboher – começa agora a ter peso em Portugal.
Portugal é o rei da Europa no peso das moratórias no crédito total concedido pelos bancos
Entre 27 de março e final de agosto, os bancos receberam pedidos para moratórias relativas a 787.807 contratos de crédito, tendo sido aplicada esta medida a 726.996 contratos – a maioria dos empréstimos abrangidos pelas moratórias (42,9%) são relativos a financiamentos para habitação própria permanente e outros créditos hipotecários. Números que fazem com que os bancos nacionais sejam, à escala europeia, os que têm a maior proporção de moratórias em relação ao crédito total: representam perto de 22% do crédito, mostra o relatório da DBRS.
Reequipar e redecorar a casa em tempos de pandemia? Está nos planos de muitos portugueses
Muitos portugueses foram “obrigados” a passar mais tempo em casa nos últimos meses, devido à pandemia da Covid-19, e aproveitaram para fazer pequenas obras no imóvel. Reequipar a habitação também entra nos planos de 13% dos portugueses, segundo um inquérito realizado pelo Observador Cetelem. O mesmo conclui que 2% dos inquiridos tem planos para mudar de casa até final do ano.
Como era Portugal antes da Covid-19? Este é o retrato do país face à Europa...
Portugal é um país envelhecido, com idosos a viverem sozinhos, pouco poupador e onde o trabalho é precário, os patrões e empregados têm baixa escolaridade e há poucas mulheres na polícia, revela uma publicação da Pordata divulgada, hoje, dia 20 de outubro de 2020.
Covid-19: alterações ao novo lay-off entram hoje em vigor
As alterações ao apoio à retoma progressiva das empresas afetadas pela pandemia da Covid-19 entram em vigor esta terça-feira (20 de outubro de 2020), depois do diploma em causa – o Decreto-Lei n.º 90/2020 – ter sido publicado ontem em Diário da República. Significa isto que há mudanças a ter em conta no sucessor do lay-off simplificado, que passa a ser mais abrangente e flexível. Fica a saber o que muda.
Travão a fundo nas dormidas de estrangeiros em Portugal – a culpa é da pandemia
O setor do alojamento turístico registou 1,9 milhões de hóspedes e 5,1 milhões de dormidas em agosto de 2020, menos 43,2% e menos 47,1%, respetivamente, que no período homólogo. Uma tendência que se deve à pandemia da Covid-19, tendo Portugal recebido muito menos turistas – e registado muito menos dormidas de não residentes – que no mesmo mês do ano passado.
Proprietários e inquilinos dizem que Lei de Bases da Habitação ainda não resolveu praticamente nada
A Lei de Bases da Habitação, em vigor há um ano, "não resolveu praticamente nada", defendem os inquilinos, manifestando expectativa quanto à entrada em vigor da regulamentação da legislação, enquanto os proprietários criticam o ataque à propriedade privada."A Lei de Bases da Habitação é um enunciado
Governo classifica Lei de Bases da Habitação como “nova era” na política pública
O Governo considera que a Lei de Bases da Habitação, em vigor há um ano, representa “uma nova era” em termos de política pública no setor, indicando que o primeiro passo na regulamentação passou pela adequação dos programas existentes. Na perspetiva do Executivo, a Lei de Bases “marca uma nova era em termos de política pública de habitação, desde logo no relacionamento entre as diferentes esferas do Estado (administração central e local) e na relação entre este e os cidadãos”.
Edifícios sem varanda? Há um arquiteto espanhol que tem uma solução pré-fabricada
O confinamento, provocado pela pandemia da Covid-19, mudou o paradigma do design e da forma de habitar as casas, criando a necessidade de conviver em espaços mais amplos, luminosos e abertos.
10 designs inspiradores para montar um escritório em casa
A Contel, uma empresa dedicada à criação e equipamento de escritórios corporativos de empresas como a Glovo ou a Naturgy, lançou a Contel Home Office, uma nova linha de negócio de mobiliário focada no teletrabalho, perfeita para todas as empresas que desejem investir no bem-estar e saúde dos seus tr
Keller Williams mantém planos de crescimento para Portugal em tempos de pandemia
A Keller Williams (KW) Portugal está e quer continuar a crescer em Portugal, tendo quase duplicado, em ano e meio - e com a pandemia pelo meio -, o número de ‘market centers’ (agências) que tem, para 26. A mediadora imobiliária espera, até final do ano, abrir mais uma unidade, sendo que atualmente tem cerca de 1.900 colaboradores. Hoje e amanhã (terça-feira, dia 20 de outubro de 2020), a KW Portugal vai receber pela primeira vez o Mega Camp, um evento de formação do ramo imobiliário, num formato digital e aberto a todo o setor.
Ocupação de escritórios está dinâmica no Porto e a abrandar em Lisboa
O mercado de escritórios está a reagir à pandemia da Covid-19 de forma distinta em Lisboa e no Porto: em setembro foram ocupados 8.070 metros quadrados (m2) na Invicta – um dos melhores meses do ano – enquanto na capital foram apenas tomados 4.642 m2. No acumulado do ano, o mercado do Porto está 28% acima de 2019, com 38.650 m2 ocupados entre janeiro e setembro. Em Lisboa, pelo contrário, a atividade decresceu 30% em termos homólogos, tendo sido ocupados apenas 102.041 m2 até setembro.
Covid-19: “Nota-se uma afluência enorme e nunca vista na procura de casas nos meios rurais”
Ao longo dos 20 anos de atividade, a PortugalRur, com sede em Proença-a-Nova, tem vindo a fixar gente no interior de Portugal, famílias que recuperam casas, ajudam a combater a desertificação, alavancando a economia e o comércio local.
Flexibilidade laboral vira moda no pós-pandemia: 92% dos líderes nacionais perspetiva este cenário
A pandemia da Covid-19 “obrigou” muitos portugueses a trabalhar a partir de casa, um cenário que parece ter vindo para ficar, com a flexibilidade laboral a ganhar força nos últimos tempos. E tudo indica que se deverá manter no futuro. Os números são reveladores desta tendência: em 2019, apenas 15% das empresas em Portugal indicava ter um regime flexível, bem menos que os 86% registados este ano. E mais: 92% dos líderes nacionais preveem a permanência deste modelo na fase pós-pandemia. Estas são algumas das conclusões de um estudo realizado pela Microsoft com a Boston Consulting Group e a KRC Research, realizado em 15 países europeus, incluindo Portugal.
As casas do futuro vão ser multifunções, no campo e “à prova” de pandemia
A casa é, desde sempre, um espaço fundamental. Mas a pandemia veio reforçar esta importância: passou a ser, para muitos, não só o lugar da vida em família, mas a escola, o escritório, o ginásio e até um espaço de convívio.
O semáforo da Covid-19 para se poder viajar pela Europa - maior parte do território no vermelho
O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) começará a divulgar um mapa semanal sobre a situação da pandemia do novo coronavírus na Europa. O mapa é baseado nos dados reportados pelos Estados da União Europeia (UE) ao Sistema Europeu de Vigilância (TESSy).
Os portugueses e a casa: um espaço de família e descanso, mas de onde procuram sair todos os dias
A casa tornou-se um refúgio para a maior parte dos portugueses onde, devido ao confinamento, nos vimos obrigados a passar mais tempo. Para a grande maioria, a casa é o espaço associado sobretudo à família, mas também ao descanso e ao conforto. E se é verdade que as casas se transformaram por causa da pandemia da Covid-19, e passaram a ser muito mais do que o espaço onde chegamos ao fim do dia de trabalho - para quem não está desempenhar funções remotamente - , atualmente sete em cada dez portugueses procuram sair dela todos os dias.
Lay-off: Governo quer manter apoio à retoma progressiva em 2021
O Governo está a preparar-se para alargar o apoio à retoma progressiva, que veio substituir o lay-off simplificado – criado no âmbito das medidas extraordinárias para o combate à Covid-19 e que acabaria em dezembro de 2020 – ao próximo ano. E admite, mesmo, “ir mais longe” nos apoios às empresas “se necessário”. As palavras são do ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Siza Vieira, que se mostrou disponível para dar continuidade ao programa, no final da reunião da concertação social esta quinta-feira, 15 de outubro de 2020, realizada para debater a proposta de Orçamento do Estado para 2021 (OE2021).
Covid-19: Economia com choque de 10 anos só se 'cura' da pandemia em 2030 - Governo
O Governo estima que a economia portuguesa apenas recupere do "choque" da pandemia de Covid-19 em 2030, de acordo com o esboço do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) entregue em Bruxelas.
Estado de calamidade: o que muda a partir de hoje
Portugal entrou de novo em estado de calamidade, o mais grave antes do estado de emergência. O anúncio foi feito por António Costa esta quarta-feira (15 de outubro de 2020), no final do Conselho de Ministros, com o primeiro-minstro a reconhecer que a evolução da pandemia da Covid-19 em Portugal é “grave”. Foram oito as medidas/regras anunciadas pelo chefe de Governo, sendo que duas das recomendações sugeridas, o uso de máscara na via pública (nos momentos em que há mais pessoas) e a utilização da aplicação Stayaway Covid (em determinadas situações/contextos), podem vir a assumir carácter obrigatório.