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Os efeitos da pandemia na economia nacional continuam a tornar-se visíveis.
As cidades que têm um rendimento familiar mais elevado são as mais atrativas para a população viver, mas são, também, as que têm as taxas de desemprego mais altas. As duas principais cidades do país, Lisboa e Porto, integram este lote. Esta é uma das conclusões a retirar do Relatório Anual do Mercado Residencial 2020 Portugal, publicado recentemente pelo idealista e baseado em dados do INE, da Pordata, do IEFP e do idealista/data.
A pandemia está a ter efeitos diretos na habitação, a vários níveis. No caso da procura sobre a oferta, o impacto manifesta-se de forma distinta no mercado de arrendamento e no mercado de venda de casas, e segundo as diferentes regiões do país.
Estar em teletrabalho sai mais caro que ir para o escritório. Esta é uma das conclusões a retirar de um estudo da Universidade de Harvard (EUA). Segundo o mesmo, conseguir ter um espaço extra em casa que funcione como local de trabalho/escritório ou um jardim um pouco maior para a família significa ter gastos superiores aos tidos antes da pandemia da Covid-19, ou seja, quando, por exemplo, se ia de transportes públicos para o escritório.
O primeiro-ministro salientou que o início da primeira fase do desconfinamento, que arranca esta segunda-feira (15 de março de 2021), “não é sinónimo de sair e fazer tudo”, advertindo que a pandemia ainda é grave e que na Páscoa mantém-se o dever geral de recolhimento. Estes avisos sobre a situação sanitária do país foram transmitidos por António Costa numa mensagem que publicou na sua conta pessoal no Twitter.
A Segurança Social veio esclarecer que os desempregados em situação involuntária ou que tenham perdido o respetivo subsídio no ano passado podem agora pedir o acesso ao Apoio Extraordinário ao Rendimento dos Trabalhadores (AERT).
A partir de agora, já vai ser possível comprar um teste rápido de antigénio à Covid-19 na farmácia para fazer em casa.
O programa Apoiar Rendas vai ser alargado a outras tipologias de contratos de arrendamento não habitacionais, nomeadamente contratos de cedência de exploração, segundo anunciou o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira.
A notícia da reabertura da atividade de mediação imobiliária na próxima segunda-feira, dia 15 de março de 2021, no âmbito do plano de desconfinamento do Governo, foi recebida pela Associação dos Mediadores do Imobiliário de Portugal (ASMIP) com “enorme satisfação”.
Um ano de pandemia e tudo mudou. A economia, o trabalho, as casas, as famílias, os hábitos – o mundo, a vida.
O World Press Photo 2021, numa edição marcada pela Covid-19, tem também reportagens sobre o movimento social “Black Lives Matter”, a disputa da região de Nagorno-Karabakh e os incêndios na Amazónia, a competir para os prémios de melhores fotografias do ano.
As empresas que não foram obrigadas a encerrar neste confinamento, mas cuja atividade foi “significativamente afetada” vão poder também aceder ao ‘lay-off' simplificado, segundo um decreto-lei aprovado em Conselho de Ministros, esta quinta-feira, dia 11 de março de 2021. O Governo aprovou també
Uma reabertura cautelosa, gradual e a “conta gotas”. Assim será o plano de desconfinamento em Portugal, que assenta em quatro fases de levantamento progressivo de restrições.
A campanha do IRS 2021 está prestes a arrancar. Dentro de poucas semanas, os contribuintes terão de entregar às Finanças a declaração anual referente aos rendimentos obtidos em 2020, sendo que o prazo começa a 1 de abril de 2021 e termina a 30 de junho de 2021.
A florescente noção de saúde e bem-estar, exacerbada no último ano pela pandemia em plena era digital, tem vindo a trazer uma mudança na forma como os novos super-ricos preferem viver e como querem as suas casas.
Estar farto de trabalhar em casa é normal, assim como estar desmotivado e desgastado emocionalmente.
O grupo Nelson Quintas continua, apesar da pandemia, a apostar de forma sustentada no imobiliário, tendo em fase de desenvolvimento um conjunto significativo de projetos, num valor superior a 200 milhões de euros, que vão ser desenvolvidos nos próximos quatro anos.
Portugal continua no radar do turismo, apesar de todas as restrições à circulação e viagens por causa da pandemia.
A indústria da aviação sentiu “na pele” os efeitos da pandemia da Covid-19, tendo as viagens de avião, quer seja por motivos pessoais ou profissionais, desacelerado de forma brutal. O ano de 2020 foi, de resto, “o pior da história” no que diz respeito à procura de viagens aéreas. Segundo a Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA, na sigla original), o tráfego global de passageiros medido em receita por passageiro-quilómetro diminuiu 65,9% em comparação com 2019.
Uma nova teoria poderá explicar alguns casos de Covid-19 de origem desconhecida na Coreia do Sul.