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Cerca de 90% das pessoas não consegue visualizar o potencial de um espaço vazio ou para obras. Por isso é tão importante mobilar a casa para gerar uma sensação de bem-estar. Preparar um imóvel para venda é criar o ambiente mais adequado para conquistar e encantar potenciais compradores.
As expropriações e servidões administrativas no âmbito de projetos do Programa de Estabilização Económica e Social (PEES) entram em vigor a partir desta quarta-feira, 24 de fevereiro, segundo um decreto-lei publicado em Diário da República.
Fazer da crise uma oportunidade.
O preço da habitação vai arrefecer na maioria dos principais mercados europeus em 2021, segundo o relatório divulgado esta terça-feira, 23 de fevereiro de 2021, pela Standard & Poor’s (S&P). A agência de rating estima que os preços em Portugal cresçam 2,6% este ano, e que recuperem 4,7% em 2022. Além disso, refere ainda que os mercados onde os alojamentos de férias são um importante motor do setor residencial - como Espanha e Portugal - provavelmente terão uma procura mais fraca este ano, por causa das viagens internacionais ainda limitadas.
A Câmara Municipal do Porto (CMP) vai solicitar uma auditoria ao projeto para o quarteirão da antiga Casa Forte – localizado entre a Praça D. João I, a Rua do Bonjardim, a Travessa do Bonjardim, a Rua Formosa e a Rua de Sá da Bandeira –, cuja obra se arrasta há vários anos, na sequência de uma recomendação do PS que levanta suspeitas de especulação imobiliária. A garantia foi dada pelo presidente da autarquia, Rui Moreira, em reunião do executivo municipal realizada esta segunda-feira (22 de fevereiro de 2021).
As autarquias que decidiram não aplicar a derrama do IRC sobre o lucro tributável das empresas instaladas no seu concelho aumentaram face a 2020, passando de 96 para 119, havendo menos nove a cobrar a taxa pelo valor máximo.De acordo com a listagem das taxas de derrama municipal sobre o lucro tribut
A pandemia da Covid-19 teve e está a ter um impacto tremendo no orçamento familiar dos portugueses, que se vêm obrigados, muitas vezes, a ter de pedir ajuda para cumprir com o pagamento das respetivas responsabilidades, nomeadamente as relacionadas com as despesas da casa. Será que os inquilinos têm direito a algum tipo de apoio? Explicamos tudo sobre este tema no artigo de hoje da Deco Alerta.
As burlas na Internet têm vindo a disparar.
Criado em julho do ano passado como resposta à pandemia da Covid-19, o programa Bairros Saudáveis vai ser prolongado até ao dia 30 de abril de 2022, devido ao elevado número de candidaturas submetidas.
O bem-estar mental dos trabalhadores em tempos de pandemia da Covid-19 varia consoante as medidas em vigor nos vários países. Em muitos, como é o caso de Portugal, o teletrabalho passou a ser obrigatório, o que aumentou a tensão e o stress, nomeadamente tendo em conta que muitas pessoas tiveram de conjugar o trabalho com o facto de terem os filhos em casa, em ensino à distância. A juntar a tudo isto há, por exemplo, a organização e arrumação da casa. Os efeitos da pandemia na saúde mental dos trabalhadores são, por isso, elevados.
Os pais de crianças que frequentem até ao primeiro ciclo do ensino básico (até ao 4.º ano, o que, em alguns casos, significa que as crianças têm até 10 anos) ou com incapacidade superior a 60% clinicamente comprovada que se encontrem em teletrabalho vão poder optar entre manter-se em trabalho remoto ou requerer o apoio criado pelo Governo para garantir a manutenção de rendimento às famílias afetadas pela suspensão temporária de atividades letivas presenciais. O alargamento do apoio aos pais em teletrabalho foi aprovado em Conselho de Ministros na semana passada, mas só entrará em vigor depois de ser publicado em Diário da República. Fica a saber quais são as novas regras (as que já são conhecidas).
O futuro dos escritórios passará por um modelo híbrido que irá combinar o trabalho presencial e o teletrabalho.
Em 2020, ano marcado pelo aparecimento da pandemia da Covid-19, a produção no setor da construção recuou 5,7% na Zona Euro e 5% na União Europeia (UE) face a 2019, segundo dados divulgados esta quarta-feira (17 de fevereiro de 2021) pelo Eurostat. Além de ter recuado no acumulado do ano, também diminuiu na variação em cadeia, em dezembro de 2020 face a novembro, e homóloga, em dezembro de 2020 face ao mesmo mês de 2019.
O endividamento do setor não financeiro em Portugal voltou a aumentar em dezembro de 2020, em plena pandemia da Covid-19, atingindo um novo máximo histórico: 745,8 mil milhões de euros. Desse montante, 342,5 mil milhões de euros respeitavam ao setor público e 403,3 mil milhões de euros ao setor privado, segundo dados divulgados, esta quinta-feira (18 de fevereiro de 2021), pelo Banco de Portugal (BdP).
A Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C), entidade pela qual passam todos os apoios às empresas no âmbito do programa Apoiar, terá acesso à informação sobre contratos de arrendamento existente na base de dados da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT). O objetivo é validar a existência dos contratos e comprovar que os mesmos são legais, bem como verificar os pagamentos de renda e respetivos valores. Só a partir daí serão validados os pedidos de acesso ao programa Apoiar Rendas, criado pelo Governo, na sequência da pandemia da Covid-19, para ajudar a suportar as rendas durante o primeiro semestre do ano.
A britânica Blackbrook Capital, empresa dedicada ao investimento imobiliário, comprometeu-se a comprar um portefólio de supermercados em construção em Portugal que irá, depois, arrendar à Sonae. Sem revelar o número de ativos que compõe o portefólio, a quem os adquiriu e quais os valores envolvidos no negócio, a empresa revela, em comunicado, que os espaços em causa irão operar com a insígnia Bom Dia, as lojas mais pequenas da marca Continente.
A M7 Real Estate anunciou, esta segunda-feira, 15 de fevereiro, a venda de um edifício de escritórios de mais de 3.800 metros quadrados (m2) no Porto. O imóvel terá sido adquirido pelo fundo CA Património Crescente, do Crédito Agrícola, gerido pela Square AM, por 7,5 milhões de euros.
A pandemia da Covid-19 parece estar cada vez mais a mudar os hábitos de consumo e vivência dos portugueses. Um cenário que se verifica também no negócio das residências de estudantes. “Devido à situação da pandemia, verificámos um aumento gradual de procura de jovens trabalhadores e um decréscimo por parte de estudantes. De momento podemos dizer que temos cerca de 50% de estudantes e 50% de jovens trabalhadores, que muitas vezes são mais novos que os estudantes”, diz ao idealista/news o gerente da residência My Home In The City, situada em Lisboa. “Gostamos de dizer que somos pioneiros e peritos neste conceito de ‘co-living e ‘blended living, onde estudantes, trabalhadores e turistas possam conviver e coexistir”, conta Francisco Catalão.
A maioria (77,3%) dos proprietários de Lisboa pretende manter os preços das rendas em 2021, sendo que apenas 10% pondera reduzir a mensalidade pedida aos inquilinos. Há ainda cerca de 12% de senhorios que pondera aumentar a renda. Consequência ou não dos elevados preços praticados, nomeadamente em tempos de pandemia, quase 40% dos senhorios têm rendas em atraso, um cenário que pode aumentar nos próximos tempos. Estas são algumas das conclusões a retirar da segunda edição do Barómetro “Confiança dos Proprietários”, realizado pela Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) e divulgado esta quarta-feira (17 de fevereiro de 2021).
Portugal desceu no Índice de Democracia, que todos os anos é publicado pela revista The Economist. De democracia plena, em 2019, regressou a democracia com falhas, em 2020, um ano marcado pelo aparecimento da pandemia da Covid-19. Com a pontuação global de 7.90 (em 10), Portugal encontra-se agora na 26ª posição do ranking geral, sendo 15º na classificação regional.