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Preço das casas arrefece na Europa com a pandemia: S&P prevê subida de 2,6% para Portugal em 2021

Preço das casas arrefece na Europa com a pandemia: S&P prevê subida de 2,6% para Portugal em 2021

O preço da habitação vai arrefecer na maioria dos principais mercados europeus em 2021, segundo o relatório divulgado esta terça-feira, 23 de fevereiro de 2021, pela Standard & Poor’s (S&P). A agência de rating estima que os preços em Portugal cresçam 2,6% este ano, e que recuperem 4,7% em 2022. Além disso, refere ainda que os mercados onde os alojamentos de férias são um importante motor do setor residencial - como Espanha e Portugal - provavelmente terão uma procura mais fraca este ano, por causa das viagens internacionais ainda limitadas.
Câmara do Porto vai pedir auditoria ao projeto para o quarteirão da Casa Forte

Câmara do Porto vai pedir auditoria ao projeto para o quarteirão da Casa Forte

A Câmara Municipal do Porto (CMP) vai solicitar uma auditoria ao projeto para o quarteirão da antiga Casa Forte – localizado entre a Praça D. João I, a Rua do Bonjardim, a Travessa do Bonjardim, a Rua Formosa e a Rua de Sá da Bandeira –, cuja obra se arrasta há vários anos, na sequência de uma recomendação do PS que levanta suspeitas de especulação imobiliária. A garantia foi dada pelo presidente da autarquia, Rui Moreira, em reunião do executivo municipal realizada esta segunda-feira (22 de fevereiro de 2021).
Apoio ao arrendamento em tempos de pandemia: quais são e como pedir ajuda?

Apoio ao arrendamento em tempos de pandemia: quais são e como pedir ajuda?

A pandemia da Covid-19 teve e está a ter um impacto tremendo no orçamento familiar dos portugueses, que se vêm obrigados, muitas vezes, a ter de pedir ajuda para cumprir com o pagamento das respetivas responsabilidades, nomeadamente as relacionadas com as despesas da casa. Será que os inquilinos têm direito a algum tipo de apoio? Explicamos tudo sobre este tema no artigo de hoje da Deco Alerta.
Efeitos da pandemia na saúde mental dos trabalhadores de vários países

Efeitos da pandemia na saúde mental dos trabalhadores de vários países

O bem-estar mental dos trabalhadores em tempos de pandemia da Covid-19 varia consoante as medidas em vigor nos vários países. Em muitos, como é o caso de Portugal, o teletrabalho passou a ser obrigatório, o que aumentou a tensão e o stress, nomeadamente tendo em conta que muitas pessoas tiveram de conjugar o trabalho com o facto de terem os filhos em casa, em ensino à distância. A juntar a tudo isto há, por exemplo, a organização e arrumação da casa. Os efeitos da pandemia na saúde mental dos trabalhadores são, por isso, elevados.
Alargamento de apoio a pais em teletrabalho aprovado: estas são as novas regras

Alargamento de apoio a pais em teletrabalho aprovado: estas são as novas regras

Os pais de crianças que frequentem até ao primeiro ciclo do ensino básico (até ao 4.º ano, o que, em alguns casos, significa que as crianças têm até 10 anos) ou com incapacidade superior a 60% clinicamente comprovada que se encontrem em teletrabalho vão poder optar entre manter-se em trabalho remoto ou requerer o apoio criado pelo Governo para garantir a manutenção de rendimento às famílias afetadas pela suspensão temporária de atividades letivas presenciais. O alargamento do apoio aos pais em teletrabalho foi aprovado em Conselho de Ministros na semana passada, mas só entrará em vigor depois de ser publicado em Diário da República. Fica a saber quais são as novas regras (as que já são conhecidas).
Produção na construção recua em 2020 na Zona Euro (5,7%) e na UE (5%)

Produção na construção recua em 2020 na Zona Euro (5,7%) e na UE (5%)

Em 2020, ano marcado pelo aparecimento da pandemia da Covid-19, a produção no setor da construção recuou 5,7% na Zona Euro e 5% na União Europeia (UE) face a 2019, segundo dados divulgados esta quarta-feira (17 de fevereiro de 2021) pelo Eurostat. Além de ter recuado no acumulado do ano, também diminuiu na variação em cadeia, em dezembro de 2020 face a novembro, e homóloga, em dezembro de 2020 face ao mesmo mês de 2019. 
Endividamento da economia portuguesa em máximos históricos: 745,8 mil milhões de euros

Endividamento da economia portuguesa em máximos históricos: 745,8 mil milhões de euros

O endividamento do setor não financeiro em Portugal voltou a aumentar em dezembro de 2020, em plena pandemia da Covid-19, atingindo um novo máximo histórico: 745,8 mil milhões de euros. Desse montante, 342,5 mil milhões de euros respeitavam ao setor público e 403,3 mil milhões de euros ao setor privado, segundo dados divulgados, esta quinta-feira (18 de fevereiro de 2021), pelo Banco de Portugal (BdP).
Fisco vai ceder dados de contratos de arrendamento para validar programa de apoio às rendas

Fisco vai ceder dados de contratos de arrendamento para validar programa de apoio às rendas

A Agência para o Desenvolvimento e Coesão (AD&C), entidade pela qual passam todos os apoios às empresas no âmbito do programa Apoiar, terá acesso à informação sobre contratos de arrendamento existente na base de dados da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT). O objetivo é validar a existência dos contratos e comprovar que os mesmos são legais, bem como verificar os pagamentos de renda e respetivos valores. Só a partir daí serão validados os pedidos de acesso ao programa Apoiar Rendas, criado pelo Governo, na sequência da pandemia da Covid-19, para ajudar a suportar as rendas durante o primeiro semestre do ano. 
Britânica Blackbrook vai comprar portefólio de supermercados em Portugal para arrendar à Sonae

Britânica Blackbrook vai comprar portefólio de supermercados em Portugal para arrendar à Sonae

A britânica Blackbrook Capital, empresa dedicada ao investimento imobiliário, comprometeu-se a comprar um portefólio de supermercados em construção em Portugal que irá, depois, arrendar à Sonae. Sem revelar o número de ativos que compõe o portefólio, a quem os adquiriu e quais os valores envolvidos no negócio, a empresa revela, em comunicado, que os espaços em causa irão operar com a insígnia Bom Dia, as lojas mais pequenas da marca Continente.
My Home In The City, um local “onde estudantes, trabalhadores e turistas podem conviver e coexistir”

My Home In The City, um local “onde estudantes, trabalhadores e turistas podem conviver e coexistir”

A pandemia da Covid-19 parece estar cada vez mais a mudar os hábitos de consumo e vivência dos portugueses. Um cenário que se verifica também no negócio das residências de estudantes. “Devido à situação da pandemia, verificámos um aumento gradual de procura de jovens trabalhadores e um decréscimo por parte de estudantes. De momento podemos dizer que temos cerca de 50% de estudantes e 50% de jovens trabalhadores, que muitas vezes são mais novos que os estudantes”, diz ao idealista/news o gerente da residência My Home In The City, situada em Lisboa. “Gostamos de dizer que somos pioneiros e peritos neste conceito de ‘co-living e ‘blended living, onde estudantes, trabalhadores e turistas possam conviver e coexistir”, conta Francisco Catalão.
Proprietários em Lisboa: 40% têm rendas em atraso e metade acredita num agravamento do incumprimento

Proprietários em Lisboa: 40% têm rendas em atraso e metade acredita num agravamento do incumprimento

A maioria (77,3%) dos proprietários de Lisboa pretende manter os preços das rendas em 2021, sendo que apenas 10% pondera reduzir a mensalidade pedida aos inquilinos. Há ainda cerca de 12% de senhorios que pondera aumentar a renda. Consequência ou não dos elevados preços praticados, nomeadamente em tempos de pandemia, quase 40% dos senhorios têm rendas em atraso, um cenário que pode aumentar nos próximos tempos. Estas são algumas das conclusões a retirar da segunda edição do Barómetro “Confiança dos Proprietários”, realizado pela Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) e divulgado esta quarta-feira (17 de fevereiro de 2021).
O estado da democracia em ano de pandemia: Portugal volta a ser democracia com falhas

O estado da democracia em ano de pandemia: Portugal volta a ser democracia com falhas

Portugal desceu no Índice de Democracia, que todos os anos é publicado pela revista The Economist. De democracia plena, em 2019, regressou a democracia com falhas, em 2020, um ano marcado pelo aparecimento da pandemia da Covid-19. Com a pontuação global de 7.90 (em 10), Portugal encontra-se agora na 26ª posição do ranking geral, sendo 15º na classificação regional.