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O ano de 2025 foi marcado por uma dança de cadeiras na política nacional, com eleições legislativas e autárquicas, acabando por atrasar o desenho de novas medidas para solucionar a crise de acesso à habitação. Foram vários os anúncios e promessas dadas ao longo do ano.
O Governo prepara um novo incentivo para a transição energética em Portugal, desta vez na forma de empréstimo. O financiamento será feito através do Banco de Fomento e poderá incluir uma bonificação adicional do Fundo Ambiental, permitindo aos cidadãos melhorarem a eficiência energética das suas habitações com condições mais favoráveis do que as dos bancos comerciais.
O ano de 2025 veio acentuar tendências já visíveis no mercado da habitação em Portugal. A venda de casas, que já estava a retomar, seguiu de vento em popa ao longo do ano. E o preço da habitação, que muito tem subido nos últimos anos, atingiu mesmo aumentos recorde.
A Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes (ANFAJE) recomenda ao Governo que assegure taxas de juro baixas para garantir a execução do novo apoio financeiro destinado a melhorar o conforto e a eficiência energética em habitações, indica um comunicado.
Aumentar a oferta de casas à venda e dinamizar o arrendamento. Esta é, em resumo, a grande solução para dar resposta à crise de acesso à habitação instalada em Portugal, tal como reconhece o próprio Governo. Um problema, no entanto, não apenas nacional, tocando também vários países europeus. Para ajudar a resolver a questão, o Executivo de Montenegro pretende, por exemplo, agilizar os licenciamentos – reduzindo a burocracia – e baixar o IVA na construção para 6%. Passamos em revista o que de mais importante se passou no país em 2025 no setor imobiliário.
O mercado residencial prime ficou marcado por um abrandamento conjuntural no terceiro trimestre de 2025, registando o ritmo de crescimento mais lento dos últimos dois anos.
A Câmara Municipal de Madrid está a oferecer aos proprietários de imóveis desocupados a oportunidade de renová-los sem custos iniciais, adiantando até 45.000 euros destinados integralmente à sua reabilitação.
A Reserva Federal (Fed) norte-americana voltou a reduzir as taxas de juro de referência em 25 pontos base esta quarta-feira, dia 10 de dezembro. Trata-se do terceiro corte dos juros nos EUA, deixando as taxas entre 3,50% e 3,75%.
O Banco de Portugal passa a partir desta quarta-feira, dia 10 de dezembro, a fiscalizar a venda de créditos malparado pelos bancos a empresas não financeiras e a poder aplicar multas em caso de incumprimento das regras.O Regime Jurídico da Cessão e Gestão de Créditos Bancários - que transpôs para a
O subsídio de Natal é um dos rendimentos extra mais aguardados do ano e funciona como um verdadeiro alívio no orçamento familiar numa altura marcada por mais despesas em alimentação, casa, educação e saúde.
O Imposto Único de Circulação 2026 traz algumas mudanças importantes para todos os proprietários de veículos em Portugal.
A remuneração dos novos depósitos a prazo dos particulares em Portugal subiu em outubro em cadeia pela primeira vez desde dezembro de 2023, chegando aos 1,37%, divulgou o Banco de Portugal (BdP). No quadro europeu, a média também registou uma subida, de 0,03 p.p. em outubro, fixando-se em 1,81%.
O preço da prata atingiu novos máximos históricos esta segunda-feira (dia 1 de dezembro), aproximando-se dos 59 dólares por onça, impulsionado, segundo os analistas, pela expectativa da Reserva Federal (Fed) norte-americana reduzir as taxas de juro na sua reunião de dezembro.De acordo com os dados d
As famílias que estão a pagar um crédito habitação a taxa variável indexado à Euribor a 6 meses vão sentir um aumento na prestação da casa em dezembro pela primeira vez em quase dois anos.
As taxas Euribor têm vindo a subir ligeiramente nos últimos meses, estando acima dos 2%. E em novembro não foi diferente. Isto quer dizer que quem avançar com um crédito habitação a taxa variável em dezembro vai pagar prestações da casa um pouco mais elevadas do que se tivesse contratado no mês anterior, tal como revelam as simulações preparadas pelo idealista, editor deste boletim.
O mês de dezembro acaba de arrancar e, para muitas famílias, vem com um reforço orçamental: o subsídio de Natal. Mas neste mês surgem várias despesas extra com presentes, atividades de lazer e convívios natalícios.
Depois de uma larga discussão parlamentar, o Orçamento do Estado para 2026 (OE2026) foi finalmente aprovado na votação final global na quinta-feira, dia 27 de novembro.
Pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa ou carro, por exemplo, é muito comum em Portugal. Mas também há quem opte por endividar-se com um particular, como um amigo ou familiar. Será esta uma boa decisão, de forma a não ter de recorrer a uma entidade financeira? Há, claro, cuidados a ter em conta para evitar riscos. “Quando o empréstimo não é formalizado de forma correta, podem surgir complicações legais e fiscais e rapidamente uma simples ajuda financeira pode transformar-se num risco elevado e com consequências imprevisíveis”, alerta a Deco, no artigo desta semana da Deco Alerta.
Este é um processo que se arrasta há vários anos, envolvendo a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e a empresa falida Birchview. Em causa está um empreendimento imobiliário localizado no Algarve, denominado "The Keys", que é responsável por um buraco nas contas do banco público na ordem dos 300 milhões de euros, sendo a Birchview um dos seus maiores devedores. A CGD apenas conseguiu recuperar, até à data, menos de metade do montante emprestado.
A venda de um imóvel com lucro é, para o Fisco, considerada uma mais-valia – e, como tal, sujeita a tributação. E a esse ganho podem ser deduzidas várias despesas, como impostos e custos com obras.