A pesquisa encontrou 3868 resultados
Resultados da pesquisa
O mundo do trabalho está em constante evolução. E a pandemia veio dar o “empurrão” que faltava para que o teletrabalho e os espaços de coworking começassem a ganhar peso em Portugal. Hoje, são uma opção tanto para freelancers e nómadas digitais, como também para grandes empresas. Mas porquê?
O programa Arrendar para Subarrendar, que foi lançado em 2023 pelo último governo de António Costa como parte do pacote Mais Habitação, está “suspenso para avaliação”, admite o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), revelado que os últimos sorteios ao abrigo do programa foram anulados.
Mais de cinco mil senhorios já subscreveram a petição pública promovida pela Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), exigindo ao Governo que cumpra a promessa de pôr fim ao congelamento das rendas. A iniciativa, lançada em agosto de 2024, está agora na reta final para alcançar as 7.500 assinaturas que permitirão levar o tema a debate na Assembleia da República.
O ambiente económico passou a estar mais interessante para o investimento imobiliário em Portugal, com a redução dos juros ao longo do ano passado.
As casas para arrendar estão cada vez mais caras em Portugal, levando muitas pessoas a procurar outras opções. É neste contexto que arrendar um quarto se torna uma solução não só para estudantes deslocados, mas também para jovens em início de carreira e para pessoas solteiras ou separadas. Neste universo das casas partilhadas, há boas e más notícias. Por um lado, a oferta de quartos para arrendar subiu 56% no quarto trimestre de 2024, em comparação com o ano anterior, segundo análise publicada pelo idealista, o marketplace imobiliário de Portugal e editor desta newsletter. Mas, mesmo assim, os preços dos quartos para arrendar subiram 13% num ano.
O mercado de arrendamento em Portugal continua com margem para crescer. Isto porque persiste a falta de casas para arrendar a preços acessíveis aos bolsos das famílias. E este cenário tende a agravar-se, uma vez que as rendas das casas voltaram a aumentar 4,1% em janeiro face ao mesmo mês no ano anterior. Assim, arrendar casa em Portugal passou a ter o custo mediano de 16,4 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de janeiro, revela o índice de preços do idealista, editor deste boletim. Em relação à variação trimestral, as rendas das casas subiram 2,1%.
Os valores das rendas dos imóveis residenciais de luxo continuam a subir em todo o mundo, não sendo Lisboa uma exceção: em 2024, as rendas pedidas pelos senhorios aos inquilinos nos novos contratos de arrendamento aceleraram 10,5% na capital portuguesa, um crescimento, no entanto, inferior ao verificado no ano anterior (30%). Em causa estão dados que constam no estudo “Prime Residential World Cities index”, da Savills.
O Governo espanhol voltou a dar luz verde ao chamado "decreto ómnibus", que foi rejeitado pelo Plenário do Congresso dos Deputados na semana passada. O primeiro-ministro Pedro Sánchez anunciou que o Conselho de Ministros aprovou um novo decreto-lei régio, que inclui medidas como a reavaliação das pensões, as ajudas ao transporte e a suspensão dos despejos por falta de pagamento de rendas, depois de ter chegado a acordo com o partido catalão Junts.
O diploma que altera o Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT), permitindo a reclassificação de solos rústicos em urbanos, para habitação, entra em vigor esta quarta-feira (29 de janeiro de 2025), apesar das críticas de especialistas e ambientalistas, e do parlamento preparar alterações.
São cerca de 700 os investidores em Portugal que já investiram nos três fundos da Sociedade de Investimento Imobiliário de origem francesa CORUM Investments – CORUM Origin, CORUM XL e CORUM Eurion – que detêm ativos imobiliários comerciais em todo o mundo. E investiram aproximadamente 74 milhões de euros. “Um dos objetivos que temos para 2025 é conseguirmos chegar pelo menos aos 100 milhões de euros, ou seja, mais 26 milhões durante este ano”, diz ao idealista/news Marcelo Capitão, Sales Director Portugal da CORUM Investments.
Washington D.C. foi recentemente apontada como a cidade mais solitária dos EUA, com quase metade das habitações ocupadas por apenas uma pessoa. A empresa belga Cohabs vê nesta realidade uma oportunidade para combater a solidão, através de um novo negócio.
É preciso olhar para a crise do acesso à habitação em Portugal de vários ângulos e perspetivas. Não há apenas uma medida que vá resolver um problema que se tem vindo a agudizar há anos no país. “A questão requer uma abordagem holística numa série de dimensões, nomeadamente que incidam sobre a questão dos custos (licenciamentos, terrenos, fiscalidade e construção), para que possamos ter casas mais baratas e que os portugueses possam comprar”, defende Pedro Brinca, economista e investigador na Nova School of Business and Economics (NovaSBE), em entrevista ao idealista/news.
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) anunciou a abertura de um novo concurso extraordinário do Programa de Renda Acessível, disponibilizando 30 habitações municipais para residentes do concelho. As casas, com tipologias entre T0 e T3, destinam-se a famílias com rendimentos anuais entre 6.111,12 e 10.639 euros.
As alterações do PS ao diploma que permite reclassificar terrenos rústicos em urbanos, não evitando a entrada em vigor, passam pela contiguidade territorial, parecer das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) nos solos privados, habitação a custos controlados e redução temporal das reclassificações.
O sistema de IRS tem vindo a ser ajustado para acompanhar as mudanças económicas e responder às necessidades dos contribuintes.
O mercado de habitação voltou a ficar mais caro em 2024, com os preços das casas para comprar a subir 10,4% num ano e as rendas a registar um aumento de 4,7%. Mas os salários das famílias continuam a não acompanhar o ritmo. Isto explica o facto do esforço financeiro exigido para arrendar uma casa em Portugal ter subido para 83% no final de 2024, dois pontos percentuais (p.p.) acima dos 81% registados no mesmo período de 2023. Já na compra de casa, a tendência foi inversa: a taxa de esforço nacional caiu de 72% para 70% em dezembro de 2024, o que pode estar relacionado com a descida dos juros no crédito habitação, tal como se pode concluir a partir da mais recente análise do idealista, editor deste boletim.
As casas para arrendar em Portugal estão a ficar cada vez mais caras (os preços subiram 4,7% em 2024). Mas, mesmo assim, a procura continua a ser bem expressiva. No final de 2024, as casas para arrendar anunciadas receberam, em média, 21 contactos antes de saírem do mercado, revela a analise de dados realizada pelo idealista, editor desta newsletter. Mas, face ao mesmo período de 2023, o número de contactos por anúncio diminuiu 33% (na altura recebiam 32 contactos, em média), o que pode estar relacionado com o aumento da oferta de casas no mercado de arrendamento português.
A entrega da declaração anual do IRS arranca no início de abril, mas até lá há passos que os contribuintes têm de cumprir para preparar esta obrigação declarativa. Um deles está diretamente relacionado com o setor imobiliário. Falamos da comunicação das rendas, tendo os senhorios que não estão obrigados a emitir recibos de renda eletrónicos um prazo - até dia 31 de janeiro - para entregar a declaração (Modelo 44) sobre o valor das rendas recebidas em 2024.
O município de Óbidos vai investir 4,9 milhões de euros na construção e reabilitação de perto de meia centena de casas que permitirão instalar 156 pessoas, divulgou a autarquia.
Manter as finanças pessoais organizadas e cumprir todas as obrigações fiscais pode ser um desafio, mas ter acesso a uma agenda fiscal detalhada é essencial para garantir que não falhas os prazos importantes.