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Os Estados Unidos, como muitos outros países, estão a passar por uma situação em que os seus cidadãos estão a encontrar cada vez mais dificuldades no acesso à habitação (quer para comprar, quer para arrendar). Os preços em ambos os mercados não param de crescer face à escassez de oferta, entre a falta de novas construções e o facto de muitas pessoas pensarem duas vezes antes de colocar a casa à venda, dadas as atuais taxas de juro. As eleições presidenciais dos EUA a 5 de novembro estão a aproximar-se, e a habitação já entrou campanha presidencial.
O número de contratos de arrendamento em Portugal é maior do que há um ano. Mas esta elevada procura para uma oferta de casas habitação estruturalmente escassa, continua a impulsionar a subida das rendas. Em concreto, os preços das casas para arrendar em Portugal aumentaram 6% em setembro face ao mesmo mês no ano anterior. O índice de preços do idealista (editor deste boletim) indica ainda que arrendar casa tinha um custo mediano de 16,3 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de setembro deste ano. Já em relação à variação trimestral, as rendas das casas ficaram praticamente estáveis (0,5%).
Os estudantes deslocados podem deduzir despesas com rendas no IRS, aliviando o peso financeiro de viver fora da casa dos pais. A medida, válida para alunos que estudam a mais de 50 km da sua residência, permite incluir gastos com alojamento no limite das deduções de educação. Trata-se de um benefício fiscal para jovens com idade inferior ou igual a 25 anos, que obedece, contudo, a algumas regras. Explicamos tudo neste guia de perguntas e respostas.
O mapa de Portugal divide-se quando se analisam as rendas das casas. É no litoral onde se concentram os municípios mais caros para arrendar casa, com Lisboa a liderar a lista (15,63 euros/m2). À medida que se viaja para o interior, as rendas vão ficando cada vez mais baixas, caindo até aos 2,28 euros/m2 em Vila Flor (distrito de Bragança), que é o concelho mais barato do país. Descobre quanto custa arrendar casa no teu município neste mapa preparado pelo idealista/news tendo por base os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE).
As rendas das casas em Portugal continuam a subir, numa altura em que a oferta não está a acompanhar o dinamismo sentido na procura. Mas, olhando para o panorama nacional, há realidades bem distintas. A maioria dos municípios apresenta mesmo rendas das casas inferiores à mediana nacional, que se fixou em 7,60 euros por metro quadrado (euros/m2) no último ano terminado em junho. E há mesmo 10 municípios que apresentam rendas das casas inferiores a 3 euros/m2, sendo os mais baratos do país.
O mercado de arrendamento continua bem dinâmico em Portugal, numa altura em que a compra de casa continua a estar fora do alcance de muitos, seja pelos elevados preços e juros, seja pela dificuldade em reunir poupanças. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) espelham bem esta realidade: o número de novos contratos de arrendamento subiu 6,9% num ano no segundo trimestre de 2024. E a alta procura para a escassa oferta de casas para arrendar gerou uma nova subida das rendas de 11,1%.
O contexto económico global continua a apresentar desafios e incertezas. Mas o imobiliário de luxo continua a mostrar-se resiliente. Prova disso é que os preços das casas de luxo continuam a aumentar na maioria das grandes cidades do mundo, com Lisboa a liderar as subidas nos primeiros seis meses de 2024 (+4,2%). E as rendas das casas 'prime' estão a subir ainda mais.
O acesso à habitação em Portugal está no centro do debate social e político. Tanto os preços das casas para comprar, como as rendas estão a subir a um ritmo superior aos rendimentos das famílias. A boa notícia é que, depois de uma temporada de juros altos, as taxas nos créditos habitação estão a descer há vários meses, reduzindo as prestações da casa nos novos contratos. E tanto assim é que arrendar uma casa com dois quartos acaba, atualmente, por sair 21% mais caro do que o custo da prestação mensal de um crédito habitação para adquirir a mesma casa. Mas a opção de compra de casa exige uma poupança de 32.585 euros, em termos medianos, de acordo com a análise publicada pelo idealista (editor deste boletim). Isto porque para se conseguir um empréstimo habitação, no atual contexto, é necessário ter um fundo de reserva para dar como entrada da casa nova.
Quando uma casa arrendada é vendida, o novo proprietário fica responsável por devolver o valor da caução no final do contrato de arrendamento. Mas quem é que tem direito a deduzir a caução no IRS?
Viver sozinho em Portugal representa um grande desafio nos dias de hoje, para muitas pessoas, devido às altas rendas praticadas sem o acompanhamento real dos salários. E, para muitos estudantes universitários, profissionais deslocados ou quem passa por situações pessoais como uma separação, surge um grande dilema: arrendar um estúdio ou um quarto numa casa partilhada. A verdade é que as diferenças económicas entre os dois continuam a ser bastante significativas, sendo que a privacidade de um estúdio face a arrendar um quarto acaba por sair duas vezes mais cara. Esta é a conclusão da mais recente análise do idealista, editor desta newsletter, que mostra que a renda média de um estúdio foi de 900 euros no segundo trimestre deste ano, enquanto a renda de um quarto foi de 450 euros.
Os senhorios com rendas antigas, ou seja, com contratos de arrendamento celebrados antes de 15 de outubro de 1990, já podem pedir compensação financeira a que têm direito. Trata-se de um diploma que já tinha sido aprovado em dezembro de 2023 e que entrou em vigor a 1 de julho de 2024. Os dados mais recentes indicam que o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) recebeu até agora 2.900 pedidos de compensação, sendo que o valor médio ronda 216 euros. Explicamos tudo sobre este assunto no Deco Alerta desta semana.
O presidente da Associação Lisbonense de Proprietários defendeu na sexta-feira (dia 13 de setembro), em audiência na Assembleia Municipal de Lisboa (AML), que se faça “tudo” para aumentar a oferta de arrendamento na capital.
“O problema da habitação só se resolve com o aumento da oferta”, sublinhou
A criatividade faz parte dos negócios imobiliários. E para evitar situações de incumprimento, conseguir liquidez para enfrentar gastos relacionados com impostos, créditos ou despesas com a manutenção dos imóveis, há proprietários a pedir vários meses de rendas adiantadas, alguns até ao valor equivalente a um ano, no momento de fechar um novo contrato de arrendamento. Em troca, alguns destes senhorios oferecem um desconto no total a pagar pelos inquilinos, que se tiverem liquidez para dar este passo se sentem tentados a aceitar o acordo, devido aos preços das rendas em alta, num contexto em que a procura continua a superar a oferta, de uma forma generalizada. Mas será que esta prática, habitual em mercados como os EUA ou Austrália, e que começa a despontar também em Espanha, é já tendência em Portugal? E o que diz a lei? O idealista/news tenta dar resposta a estas e outras perguntas, com fundamento jurídico e testemunhos de quem anda no terreno a arrendar casas.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) recebeu até agora 2.900 pedidos de compensação financeira de senhorios com rendas antigas, cujo valor médio ronda os 216 euros, referiu fonte oficial organismo.
Em resposta a questões colocadas pela Lusa, o IHRU referiu que o a
As rendas das casas em Portugal continuam a subir. E estão tão elevadas que tornam o arrendamento inacessível para muitos. É por isso que estudantes universitários, profissionais deslocados e quem está a reorganizar a sua vida familiar, seja por desemprego ou divórcio, acaba por ser empurrado para o mercado das casas partilhadas. A verdade é que, apesar da oferta ter subido no último ano, os preços não baixaram e a procura de quartos para arrendar continua em alta no nosso país. Registou-se, em média, 22 interessados por anúncio no segundo trimestre deste ano, tal como revela a análise do idealista, editor desta newsletter.
Estão abertas as candidaturas, até dia 7 de outubro de 2024, a um novo concurso do Programa Renda Acessível (PRA), para a atribuição de 146 habitações. É “a maior bolsa de atribuição desde a abertura do programa”, revela a Câmara Municipal de Lisboa (CML) em comunicado.
A cidade de Vila Real vai contar com 180 habitações municipais a custos controlados a partir de dezembro de 2025, num investimento de 25 milhões de euros, foi anunciado esta quinta-feira (12 de setembro de 2024). “Estas habitações serão fundamentais para responder a quem procura habitação no concelho de Vila Real. Vinte anos antes de 2013 foram construídas quatro habitações e, em cerca de 10 anos, 180. Este é este o saldo que temos para apresentar”, afirmou o presidente da Câmara de Vila Real, Rui Santos, que ganhou as eleições pela primeira vez para o PS em 2013.
Agora é oficial. Em 2025, os senhorios podem aumentar o valor das rendas até 2,16%. Isto porque o Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou, esta quarta-feira (11 de setembro de 2024), que nos últimos 12 meses até agosto a variação média do índice de preços, excluindo a habitação, foi de 2,16%, sendo este o valor que serve de base ao coeficiente de atualização anual das rendas para o próximo ano, ao abrigo do Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU).
O diploma que revoga a contribuição extraordinária sobre o Alojamento Local (AL) e a fixação do coeficiente de vetustez destes imóveis, e introduz medidas em sede de IRS para facilitar a mobilidade geográfica, entrou em vigor esta quarta-feira (11 de setembro de 2024).
Singapura avançou com novas restrições para comprar habitação pública.