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Em 2024, arrendar casa em Portugal continuou a ser um desafio crescente devido à disparidade entre a oferta e a procura e aos significativos aumentos nos preços das rendas.
“Trabalho no setor imobiliário já há duas décadas e vejo que as coisas continuam a ser feitas praticamente da mesma forma”. Patrícia Barão foi nomeada Partner e Head of Residential da Dils em outubro – o grupo italiano aterrou em Portugal meses antes com a aquisição da Castelhana –, depois de vários anos na JLL, e a experiência adquirida faz com que tenha uma visão abrangente do mercado residencial. Em entrevista ao idealista/news diz, por exemplo, que para haver um “setor imobiliário saudável” no país “não é possível ter a renda de uma casa a um valor superior àquilo que se paga ao banco por um empréstimo”.
A Câmara Municipal de Lisboa continua empenhada a dar uma resposta habitacional às famílias. E, neste sentido, abriu mais um concurso do Programa Renda Acessível, através do qual vão ser atribuídas 173 habitações. As candidaturas já estão abertas e decorrem até 14 de janeiro.
Entre as várias economias avançadas do mundo, Portugal registou um dos piores agravamentos do custo da habitação no último ano. Por detrás deste aumento, está a falta de oferta de habitação que não acompanhou o crescimento populacional do país muito motivado pela imigração, conclui a OCDE. Se a construção de casas não ganhar gás no país, tudo indica que os preços das casas vão continuar a subir, até porque agora há um fator extra que estimula a procura: a descida dos juros nos créditos habitação.
A Savills Investment Management acaba de reforçar a sua aposta no mercado alimentar português com a aquisição de uma carteira de quatro supermercados localizados em Lourel, Leça do Balio, Loulé e Mafra. A operação, gerida no âmbito da Estratégia European Food Retail, eleva o volume da carteira para 470 milhões de euros, consolidando Portugal como um mercado-chave graças aos seus sólidos fundamentos e ao forte posicionamento do operador Continente.
Arrendar casa continua a ficar mais caro em Portugal, com as rendas a subir a elevado ritmo nos contratos existentes. Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), as rendas das casas efetivamente pagas pelos inquilinos voltaram a subir acima de 7% em novembro. Este é o oitavo mês em que se observa um aumento acima deste patamar.
A reconversão de lojas e escritórios em casas está a ganhar um novo dinamismo em Portugal desde que o simplex dos licenciamentos urbanísticos entrou em vigor no início de 2024. Embora ainda se aguardem mudanças ao diploma, já há vários profissionais do mundo imobiliário focados em ajudar a transformar estes espaços comerciais em habitação, de forma a aumentar a oferta de casas para comprar ou para arrendar no país. E esta mudança do uso dos imóveis de serviços para habitação pode compensar ainda mais para quem quer rentabilizar uma loja ou um escritório vazio. É no Porto e em Évora onde esta reconversão pode ser mais rentável, revela esta análise dos dados mais recentes do idealista/data.
Há milhares de famílias que vivem em habitação social assegurada pelos municípios do país. E mais de 2.500 agregados familiares que moram neste tipo de casas têm pagamento das rendas em atraso. Em resultado, centenas de famílias acabaram despejadas dos imóveis.
Arrendar casa em Portugal continua a pesar cada vez mais no orçamento familiar.
Há uma nova tendência identificada no mercado imobiliário português. Os habituais investidores em habitação estão a olhar cada vez mais para imóveis comerciais, como lojas de rua, pequenos hotéis ou supermercados. Isto acontece por vários motivos, como a procura por retornos mais elevados, segurança e gestão descomplicada dos seus ativos.
O município de Lisboa decidiu dar mais um passo para aumentar a oferta de habitação acessível, anunciando um novo sorteio de 34 casas para arrendar. Em concreto, vão ser lançados dois novos concursos do Programa Renda Acessível, destinando 17 habitações a candidatos com mobilidade condicionada e 17 casas a candidatos que aufiram rendimentos inferiores aos exigidos no programa normal.
Apesar de as rendas continuarem a aumentar em Portugal, o apoio extraordinário à renda está a chegar a menos inquilinos. Este ano, até novembro, mais de 50 mil pessoas já perderam o direito ao subsídio, devido sobretudo à cessação de contratos de arrendamento.
A renda ‘prime’ numa loja da zona do Chiado, no coração de Lisboa, atingiu um máximo histórico em 2024, com os valores a rondarem os 1.620 euros por metro quadrado por ano (€/m2/ano), um aumento de 8% face a 2023, segundo o relatório “Main Streets Across The World”, da Cushman & Wakefield (C&W). O Chiado volta, assim, a integrar o Top 30 do ranking das localizações de comércio de rua mais caras do mundo – ocupa precisamente o 30º lugar –, que pela primeira vez é liderado por uma rua europeia, a Via Montenapoleone, em Milão. “Ter uma loja disponível no Chiado é um verdadeiro desafio”, conta ao idealista/news Maria José Almeida, Associate do departamento de Retalho da C&W.
As rendas nas principais ruas comerciais da Europa registaram uma subida média anual de 9,9% no terceiro trimestre de 2024 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Trata-se de um valor que “é quase sete vezes superior ao crescimento de 1,5% registado em 2023”, refere em comunicado a Savills, apoiando-se em dados de um relatório. Em Portugal, as rendas devem manter-se estáveis ou aumentar ligeiramente devido à escassez de oferta e aumento na procura.
São tantos os elementos da casa que contribuem para criar uma atmosfera exuberante.
Já foi publicado o diploma que vem simplificar o uso dos solos rústicos para construir casas a preços acessíveis.
Em 2024, tem-se sentido um aumento do número de contratos de arrendamento em Portugal. Mas a oferta de casas para arrendar continua a não ser suficiente para dar resposta à procura. É neste contexto que os preços das casas para arrendar aumentaram 4,9% em novembro face ao mesmo mês no ano anterior. Em resultado, arrendar casa passou a ter o custo mediano de 16,1 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de novembro deste ano, de acordo com o índice de preços do idealista, editor deste boletim. Já em relação à variação trimestral, as rendas das casas desceram 1%.
Cedofeita é uma das freguesias mais emblemáticas da cidade do Porto, situada na zona central da Invicta.
Os estudantes universitários que chegam a Lisboa deparam-se com a falta de quartos para arrendar - e os que há são a preços elevados ou indignos. Foi neste contexto que a Universidade Nova de Lisboa decidiu lançar esta quinta-feira, dia 28 de novembro, o novo programa Rede 1/4 que vai fazer a ponte entre quem tem quartos para arrendar e os estudantes que precisam de alojamento a preços acessíveis.
O Governo de Montenegro admitiu que a taxa de execução de projetos de alojamento estudantil é hoje “muito baixa”, reconhecendo que a falta de quartos para estudantes é um “dos maiores obstáculos à frequência do ensino superior”. Foi neste sentido que o Parlamento aprovou esta quarta-feira, dia 27 de novembro, uma proposta de alteração ao OE2025 para celebrar contratos de parceria público-privada para a construção de residências universitárias.