Terrenos da Feira Popular em hasta pública com hipoteca judicial

Terrenos da Feira Popular em hasta pública com hipoteca judicial

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) herdou uma hipoteca judicial no valor de um milhão de euros da extinta Epul, sobre os terrenos da antiga Feira Popular de Lisboa. Estes ativos imobiliários no centro da capital portuguesa estão em pleno processo de venda, estando a hasta pública agendada pela autarquia para o próximo dia 20 de outubro, com uma base de licitação de 135,7 milhões de euros.
Construção de novas torres no Colombo contestada

Construção de novas torres no Colombo contestada

O projecto de construção de mais duas "torres" de escritórios no Centro Comercial Colombo foi contestado pela Junta de Freguesia de Carnide, junto da Câmara Municipal de Lisboa. “Urbanisticamente é um grande erro”, considera a autarquia local. A Associação de Moradores da Quinta da Luz, bairro situado junto ao Colombo, também contesta o projecto, defendendo que “os moradores perdem qualidade de vida residencial".

Lisboa: câmara ficou na posse de três prédios e não indemnizou proprietários

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) ficou na posse de três imóveis na zona do Casal Ventoso em 2002, mas nunca indemnizou os proprietários, que continuam a pagar o IMI. O Provedor de Justiça considera o caso “reprovável” e acusa a autarquia de não ter cumprido os “procedimentos legais”, pelo que deve por um ponto final na situação “abusiva” e que “assume traços de confisco”.
Terrenos serão vendidos em hasta pública, que será feita por um mínimo de 135,7 milhões (Foto: Expresso).

Futuro da antiga Feira Popular de Lisboa discutido hoje

A Câmara Municipal de Lisboa decide hoje sobre a hasta pública dos terrenos da antiga Feira Popular, que deverá realizar-se em setembro e será feita por um mínimo de 135,7 milhões. Nos mais de quatro hectares haverá comércio, turismo habitação, hotéis, espaços verdes, uma nova rua e uma nova praça.
A autarquia quer "desfazer-se" do terreno em hasta pública (Foto: Público).

... E terrenos da Feira Popular têm mais de 10 interessados

Há mais de dez interessados em comprar os terrenos da Feira Popular. “Há de tudo, internacionais e nacionais. Há grandes marcas, há investidores e há grandes multinacionais”, revelou João Paulo Saraiva, vereador das Finanças da Câmara Municipal de Lisboa (CML).
Em causa estão quatro operações nos arredores do Parque das Nações (Foto: Câmara Municipal de Lisboa).

Câmara de Lisboa suspeita de favorecer planos imobiliários do GES

A Câmara Municipal de Lisboa está, novamente, sob suspeita de ter beneficiado o Grupo Espírito Santo (GES) em projetos imobiliários. Desta vez, estão em causa quatro grandes operações que começaram a ser preparadas há cerca de uma década nos arredores do Parque das Nações, e nas quaiso GES terá sido favorecido, em detrimento de outras empresas.
Taxas urbanísticas: Sporting contesta isenção ao Benfica e exige 40,6 milhões à CML

Taxas urbanísticas: Sporting contesta isenção ao Benfica e exige 40,6 milhões à CML

O presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, escreveu uma carta ao vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Fernando Medina, a exigir o pagamento de 40,6 milhões de euros em apoios, para dessa forma igualar a verba recebida pelo Benfica desde 1990. Em causa está a polémica isenção de taxas urbanísticas ao Benfica, que varia entre 1,7 milhões e 4,6 milhões de euros.
Taxas urbanísticas do Benfica: Salgado desmente Roseta sobre isenções

Taxas urbanísticas do Benfica: Salgado desmente Roseta sobre isenções

O vereador do Urbanismo em Lisboa, Manuel Salgado, disse ser falso estar em discussão uma isenção de taxas e compensações urbanísticas de 4,6 milhões de euros ao Benfica, valor apontado pela presidente da Assembleia Municipal de Lisboa Helena Roseta. Clube pronuncia-se por escrito sobre o tema até dia 12.
Benfica obrigado a pagar 1,8 milhões de taxas urbanísticas

Benfica obrigado a pagar 1,8 milhões de taxas urbanísticas

A Câmara Municipal de Lisboa propôs-se isentar o Sport Lisboa e Benfica do pagamento de 1,8 milhões de euros de taxas urbanísticas. Uma decisão que cabe, no entanto, à Assembleia Municipal, onde a maioria já confessou ter “muitas reservas” e sentir-se “desconfortável” com a situação, pelo que a isenção deve ser chumbada.