A vida e os negócios seguiam de vento em popa, até em que março de 2020 chegou a pandemia da Covid-19 que deixou centros e galerias comerciais quase desertos.
Embora seja habitual encontrar anúncios sobre “arrendamento” e/ou “aluguer de loja em centro comercial”, a utilização e exploração de espaços em centros comerciais é regulada por um contrato atípico denominado contrato de utilização de loja em centro comercial.
A febre das moedas digitais continua e, ao que tudo indica, veio para ficar. O Forum Algarve, por exemplo, tornou-se o primeiro centro comercial do país a disponibilizar aos seus visitantes um ATM para levantamento de criptomoedas.
A gestora imobiliária de origem francesa Klépierre, que detém e gere três shoppings em Portugal – o Parque Nascente, em Rio Tinto, o Aqua Portimão e o Espaço Guimarães, que têm, no seu conjunto, 245 lojas e 61 restaurantes –, apresentou três ações administrativas contra o Estado português, exigindo ser compensada em 7,8 milhões de euros. Em causa está a lei que, em 2020, isentou os lojistas do pagamento da componente fixa das rendas dos shoppings, devido à pandemia da Covid-19.
Será que é desta que o Dolce Vita Miraflores vai mudar de mãos? Depois de várias tentativas de venda falhadas, o banco espanhol Abanca, credor hipotecário do centro comercial localizado em Miraflores, Oeiras, às portas de Lisboa, recebeu várias propostas de compra, mas todas abaixo do valor mínimo de venda fixado: 5,3 milhões de euros.
O início de uma nova fase de desconfinamento foi antecipado e arrancou esta sexta-feira (11 de junho de 2021) em 274 dos 278 concelhos de Portugal continental. Mas há quatro concelhos que não vão acompanhar o país no percurso de desconfinamento.
Está enguiçada a venda do Dolce Vita Miraflores, situado em Oeiras, às portas de Lisboa. Após três tentativas de alienação falhadas, o credor hipotecário do ‘shopping’ – o primeiro da falida marca de centros comerciais a abrir em Portugal e o único que ainda não mudou de nome –, o banco espanhol Abanca, terá agora de decidir se o ativo continuará “no mercado” ou passará a integrar o seu balanço. Isto depois de ter rejeitado as duas últimas ofertas que recebeu.
O edifício Trindade Domus, localizado junto à Câmara Municipal do Porto, terá um novo inquilino em breve: um restaurante com o conceito 100% ‘plant based’ da Cooper Branch. Este vai ser o primeiro espaço da cadeia mundial em Portugal e um dos dez primeiros a estrear na Europa.
Os centros comerciais estão entre as atividades que mais sofreram com os efeitos provocados pela pandemia, e terão necessariamente de reinventar-se para continuar a sobreviver.
Os centros comerciais e todas as lojas podem reabrir a partir desta segunda-feira (19 de abril de 2021), cumprindo a lotação fixada pela Direção-Geral da Saúde (DGS). É mais uma fase do plano de desconfinamento que está a avançar como previsto na generalidade do país, à exceção de alguns concelhos que, por terem um risco de transmissão elevado, ou não avançam, ou recuam mesmo nas medidas.
Para ajudar a ultrapassar a crise gerada pelo pandemia da Covid-19, e agravada pelo segundo confinamento, os lojistas dos centros comerciais beneficiam de um desconto de até 50% na renda fixa, calculado em função da perda de faturação. Agora, e em linha com o que estava previsto no Orçamento do Estado para 2021 (OE2021), o Governo decidiu prolongar esta ajuda por mais três meses, ou seja até ao final de junho de 2021.
As lojas dos centros comerciais ficaram de fora das ajudas a fundo perdido do Apoiar Rendas. O regulamento do programa foi alterado para alargar o âmbito dos beneficiários, passando a contemplar os contratos de exploração ou cedência de imóveis para fins comerciais.
A suspensão de rendas fixas em centros comerciais que esteve em vigor no ano passado, por causa da pandemia da Covid-19, terá tirado, segundo os cálculos do grupo Sonae, “cerca de 400 ou 500 milhões de euros” à economia portuguesa. A estimativa foi revelada pela presidente executiva da Sonae, Cláudia Azevedo.
Os centros comerciais e as lojas de maior dimensão vão poder reabrir ao público a partir de 19 de abril, segundo prevê o plano de desconfinamento gradual que o primeiro-ministro, António Costa, apresentou esta quinta-feira, dia 11 de março de 2021.O plano de desconfinamento aprovado hoje pelo Consel
O centro comercial Fórum Barreiro, na margem sul do Tejo, está à venda por 26,5 milhões de euros. A unidade com 90 lojas, restauração e cinema é propriedade do Millennium BCP e ocupa uma área de 17,7 mil metros quadrados (m2). Está em pleno funcionamento, ainda que várias lojas estejam encerradas, em virtude das restrições impostas por causa da pandemia.
O centro comercial Picoas Plaza, em Lisboa, foi adquirido no final do ano passado pelo fundo de investimento imobiliário aberto Imofomento, gerido pelo BPI Gestão de Ativos, por 15 milhões de euros. O centro comercial foi outrora propriedade da administradora de centros comerciais espanhola Chamartín, que se viu obrigada a alienar quatro shoppings em Portugal após a falência, em 2015, segundo a notícia avançada pelo Essential Business.
Grande parte dos centros comerciais continuam abertos, em horário normal, para permitir à população o acesso aos serviços considerados essenciais pelo Governo, ainda que a maioria das lojas esteja encerrada, em virtude do novo confinamento geral que entrou em vigor.
A provedora de Justiça pediu ao Tribunal Constitucional (TC) que declare a inconstitucionalidade da norma que isenta os lojistas do pagamento de renda nos centros comerciais, devido à pandemia, depois de uma queixa da APCC. Para a provedora, a norma infringe estes direitos, consagrados nos arti
A Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC) vai apresentar queixa do Estado à Comissão Europeia (CE) relativamente às medidas aprovadas no Orçamento Suplementar acerca dos descontos nas rendas dos lojistas. Medidas essas que a associação considera inconstitucionais.
Num “2020 de loucos”, os consumidores portugueses dão preferência às compras online mas, comparando com 2019, preveem reduzir as despesas na Black Friday e no Natal. Quem o diz é a Associação para a Defesa do Consumidor – Deco, que realizou um estudo sobre as tendências de compra para estas épocas e como é que os portugueses planeiam gerir os seus gastos. Em média, no período da Black Friday, antecipam gastar 180 euros, menos que no ano passado.
A Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC) alertou este domingo, dia 08 de novembro de 2020, para as "graves consequências" e "grande golpe" dado ao comércio e restauração com a proibição de circulação nos próximos dois fins de semana, aprovada sábado no âmbito do Estado de Emergência
A gestora imobiliária britânica Hammerson já deu “luz verde” à venda da Via Outlets, dona do Freeport e do Porto Fashion Outlet, em Portugal, e de outros ativos semelhantes espalhados pela Europa. Os acionistas aceitaram a alienação de 50% do capital da empresa de ‘outlets’ à APG Strategic Real Estate Pool, fundo gerido pela APG Asset Management e detentor dos restantes 50% do ativo.
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