M2 das casas atinge 1.491 euros em abril - um novo máximo para a banca
A avaliação bancária da habitação é um passo necessário na hora de comprar casa com recurso a crédito habitação, até porque vai influenciar o capital que vai ser emprestado pelo banco.
Casas eficientes: nasce nova linha de crédito de 162 milhões de euros
Na Europa, as metas de eficiência energética do edificado vão-se tornar ainda exigentes assim que a Diretiva Europeia de Desempenho dos Edifícios obtiver luz verde.
Novas formas de habitar: como querem e podem viver os jovens?
A casa tem o poder de contar a nossa história, mas nem sempre é fácil, sobretudo, para os jovens portugueses, que têm hoje sérias dificuldades no acesso à habitação e em criar uma identidade própria, dados os altos preços, subida de juros, salários baixos e instabilidade laboral. Muitos vivem até tarde em casa dos pais e outros em casas partilhadas. Num momento em que novas políticas de habitação estão a nascer em Portugal, o idealista/news foi descobrir junto de especialistas como querem e podem viver os jovens e que alternativas têm na hora de procurar casa.
Crédito da casa: escolha livre de seguros dá poupança até 30 mil euros
Na hora de comprar casa com crédito habitação, as famílias deparam-se com o spread base e o spread contratado, que é geralmente mais baixo por incluir uma série de produtos contratados, como o seguro de vida e o seguro multirriscos. Acontece que se as famílias optarem por contratar os seguros noutra instituição, correm o risco de ver o spread subir. É por isso mesmo que a Associação Nacional de Agentes e Corretores de Seguros (APROSE) defende que deveria ser criado um regime temporário que permitisse às famílias ter “total liberdade” na contratação dos seguros no crédito habitação, argumentando que tal ajudaria a que houvesse uma “poupança significativa” nas prestações da casa. Esta poupança poderia variar entre os 15 mil e os 30 mil euros.
Taxa variável continua a dominar crédito habitação: porquê?
A maioria dos portugueses continua a preferir contratar empréstimos habitação de taxa variável, mesmo num momento em que a Euribor está a caminho dos 4%, um patamar atingido em 2008. Mas porque é que as famílias não optam mais pela taxa fixa ou pela taxa mista?
Bancos apertam condições de empréstimos mais do que esperado, diz BCE
Os bancos da zona euro reportaram no primeiro trimestre de 2023 um aperto substancial das suas condições de crédito, que superaram, inclusive, as expectativas das próprias entidades, em consequência da maior percepção de risco num contexto marcado pela subida as taxas de juro e turbulências no setor, segundo o último inquérito de empréstimos bancários do Banco Central Europeu (BCE).
BCE abranda subida de juros diretores para 25 pontos base
Os mercados financeiros acalmaram, depois da forte turbulência sentida com o colapso do Silicon Valley, nos EUA, e da crise financeira no Credit Suisse, na Europa. Mas a inflação na Zona Euro subiu para 7% em abril, depois caído durante seis meses consecutivos, e a inflação subjacente continua elevada. Foi perante este cenário que o Banco Central Europeu (BCE) decidiu esta quinta-feira, dia 4 de maio, voltar a subir as taxas de juro diretoras em 25 pontos base, abrandando, assim, o ritmo de subidas registado nas últimas reuniões.
Subida de juros contribui “fortemente” para queda de crédito habitação
Em Portugal, o montante concedido em créditos habitação está a emagrecer há oito meses consecutivos. E o Banco de Portugal (BdP) explica porquê: é precisamente a subida das taxas de juro que está a contribuir “fortemente” para reduzir a procura de empréstimos habitação no nosso país. A expectativa é que a procura por financiamento bancário para comprar casa continue a cair, muito embora os bancos estejam a baixar spreads "ligeiramente" para captar clientes.
Juros no crédito habitação sobem para 2,829% - um máximo desde 2009
A Euribor continua a escalar para níveis de 2008, elevando – e muito - os juros nos créditos habitação de taxa variável, que representam a maioria dos contratos em Portugal. O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou isso mesmo: a taxa de juro no conjunto dos contratos de crédito habitação subiu para 2,829% em março, o valor mais elevado desde junho de 2009. Também a prestação média da casa fixou-se em 331 euros em março, constituindo um máximo desde fevereiro de 2009.
Quem ganha até 1.200 euros pede cada vez menos crédito habitação
O mercado de crédito habitação está a adaptar-se ao atual cenário marcado pela alta inflação, que tem esmagado os orçamentos familiares: as taxas de juro estão em máximos de 2012 e o montante concedido em novos empréstimos para comprar casa está a cair desde janeiro 2023. E são precisamente as famílias que têm rendimentos líquidos inferiores a 1.200 euros mensais as mais afetadas, já que têm vindo a pedir cada vez menos créditos habitação, segundo aponta o Banco de Portugal (BdP).
Euribor em máximos de 2008: como fica a prestação da casa em abril?
Quem pretende comprar casa com recurso a crédito habitação vai deparar-se com uma realidade: as taxas Euribor continuam a escalar, estando já em níveis de 2008 variando entre cerca de 3% e 3,6% em março.
Crédito habitação: montante desce e taxa variável aproxima-se da fixa
Hoje, o crédito habitação está a ficar cada vez mais caro, à medida que o Banco Central Europeu (BCE) decide aumentar as taxas de juro diretoras – já subiram 350 pontos base. E isso reflete-se, desde logo, nas taxas de juros médias que estão a aumentar mês após mês, com a taxa variável a aproximar-se cada vez mais da taxa fixa, aponta o Banco de Portugal (BdP) esta sexta-feira. Depois, acaba também por se espelhar no montante atribuído a novos créditos habitação, que voltou a descer em fevereiro.
Crédito habitação: perfil de risco melhora, apesar da subida dos juros
Perante a turbulência financeira que se assistiu nos EUA e rapidamente chegou à Europa, foram várias as vozes que garantiram que o sistema financeiro português é robusto. E o Banco de Portugal (BdP) veio provar a sua resiliência, evidenciando dados que provam que o perfil de risco dos novos mutuários está a melhorar e a contratação simultânea de crédito habitação e de crédito pessoal é “reduzida”. Já as taxas de esforço das famílias estão a subir, mas por culpa da escalada dos juros.
Crédito habitação mais caro: montante total volta a cair em fevereiro
Quem pondera hoje comprar casa está mais cauteloso dado o atual contexto económico, marcado pela subida de juros e pela instabilidade financeira. E este cenário pautado pela incerteza tem-se refletido nos negócios das casas e, por conseguinte, no mercado hipotecário.
M2 das casas vale 1.478 euros em fevereiro: o 2º maior valor de sempre
Na hora de pedir um crédito para comprar casa, um dos passos necessários prende-se com a avaliação bancária da habitação, uma vez que os bancos concedem o empréstimo tendo em conta o menor valor entre a avaliação e o preço da casa no mercado. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam agora que o valor mediano de avaliação bancária fixou-se em 1.478 euros por metro quadrado (euros/m2) em fevereiro de 2023, menos 7 euros face a janeiro. Mas, ainda assim, este é o segundo valor mais alto desde que há registos contabilizados pelo instituto. Já o número de avaliações caiu 8% face ao mês anterior e 29,2% comparando com o mesmo período de 2022.
Concessão de crédito (habitação) é afetada pela crise? BdP diz que não
O mercado financeiro vive hoje um novo período turbulento originado pela falência de dois bancos nos EUA e a crise de liquidez no Credit Suisse, na Europa.
BCE volta a subir juros em 50 pontos apesar de crise financeira
A crise financeira paira sobre os EUA, depois da falência do Silicon Valley Bank. E, agora, também ameaça os mercados europeus, colocando o Credit Suisse em sérias dificuldades nos últimos dias.
Oferta de taxa fixa passa a ser obrigatória: mas será atrativa?
Em Portugal, a maioria dos créditos habitação continuam a ser contratados a taxa variável, o que significa que a maioria das famílias está a sentir na carteira a rápida subida dos juros.
Crédito habitação sénior do Novo Banco estende prazo até aos 80 anos
Hoje, não há um limite de idade para comprar casa, nem para pedir um crédito habitação. Quem tem mais de 50 anos pode, sim, avançar com um empréstimo para aquisição de habitação em Portugal. E há ofertas no mercado bem competitivas, como é o caso da do Novo Banco, que possibilita estender o prazo de pagamento do empréstimo até aos 80 anos e, com isso, reduzir o valor da prestação da casa. Explicamos tudo na rubrica do Crédito habitação do mês de fevereiro.
Jovens a comprar casa: PSD quer isenção de IMT e apoio financeiro
O PSD vai apresentar esta terça-feira, dia 7 de março, duas medidas focadas em facilitar a compra de casa por parte dos jovens portugueses, que saem cada vez mais tarde de casa dos pais. A isenção de IMT e de imposto do selo na compra de habitação própria é uma as propostas do partido liderado por Luís Montenegro. E outra passa mesmo pela atribuição de uma garantia pública do valor de entrada que os jovens têm de pagar ao banco no momento de pedir um crédito habitação para adquirir casa, sendo assim assegurado um financiamento a 100%.
Juros no crédito habitação chegam a 3,32% - o máximo desde 2014
Os efeitos da alta inflação e do aperto da política monetária pelo Banco Central Europeu (BCE) continuam a refletir-se no crédito habitação em Portugal, quer na subida de juros, quer no arrefecimento da procura. Segundo os dados do Banco de Portugal (BdP), publicados esta sexta-feira (dia 3 de março), os bancos emprestaram 1.385 milhões de euros em créditos habitação em janeiro de 2023, menos 11 milhões de euros do que em dezembro. E as taxas de juro nos novos contratos subiram para 3,32%, um valor máximo desde março de 2014.
Construção nova: número de casas licenciadas sobe 5% em 2022
O setor da construção voltou a mostrar provas de resiliência em 2022, num momento em que os custos de construção dispararam e continua a existir falta de mão de obra especializada. A Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) revelou que o número de casas licenciadas em construções novas subiu 5,0% em 2022 face ao ano anterior. Já as licenças para as obras de construção nova ou reabilitação para habitação recuou 0,7% entre estes dois momentos.
Pedir crédito habitação em março custa mais 300 euros de prestação
Há um ano, as taxas Euribor ainda estavam em terrenos negativos, mas logo começaram a dar os primeiros sinais de subida. Esta foi uma das primeiras reações do mercado às subidas das taxas de juro diretoras então anunciadas pelo Banco Central Europeu (BCE) para travar a subida da inflação, que a guerra na Ucrânia catalisou. De lá para cá, a política monetária apertou (muito) e as taxas Euribor já subiram mais de 3 pontos percentuais (p.p.), estando hoje em níveis de 2008. E esta evolução é espelhada nas prestações da casa dos novos créditos habitação de taxa variável: quem contratar um empréstimo em março de 2023 vai pagar mais 300 euros, face a quem assinou o contrato um ano antes.
Crédito habitação: montante total cai em janeiro com subida dos juros
As condições para pedir crédito habitação em Portugal estão menos apetecíveis às famílias dada a subida dos juros e do aperto dos critérios de concessão de empréstimos (ainda que ligeiro). Este cenário tem-se refletido, de resto, no montante total concedido em empréstimos habitação, que desceu cerca de 0,3% em janeiro de 2023 face ao mês anterior, fixando-se em 100 mil milhões de euros, destaca o Banco de Portugal (BdP) esta segunda-feira. Já há seis meses consecutivos que a concessão destes empréstimos desacelera em termos anuais.
Estrangeiros dinamizam crédito habitação em Portugal: quem são?
A era dos empréstimos mais baratos de sempre chegou ao fim em 2022, depois de os juros nos créditos habitação terem subido para máximos das últimas décadas. Mas nem isso travou a procura de empréstimos para comprar casa em Portugal. Aliás, os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP) indicam que 169 mil pessoas contraíram crédito habitação no nosso país durante o ano passado, mais 2 mil do que em 2021 (e o montante total emprestado também subiu cerca de 14%). Embora a maioria dos créditos continue a ser concedido a portugueses, a procura nacional contraiu durante o ano passado. E foram mesmo os estrangeiros os responsáveis por dinamizar o mercado hipotecário em 2022. Os brasileiros lideraram o crédito para comprar casa em Portugal concedido a estrangeiros. E também os angolanos, norte-americanos, britânicos, assim como os cidadãos ucranianos integram o top10 das nacionalidades que mais pediram crédito habitação no nosso país em 2022.