A febre do crédito à habitação abrandou em abril, face ao mês anterior, com menos 3% do valor dos empréstimos concedidos pelos bancos a particulares para a compra de casa.
Boas notícias para quem pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar casa. As taxas Euribor, usadas em Portugal para efeitos de crédito à habitação, continuam em queda e a atingir mínimos históricos, o que faz com que a prestação a pagar ao banco esteja a cair para muitos portugueses.
Os maus conselhos dados na hora de te concederem um crédito à habitação já não vão passar sem consequências. As novas regras europeias, que vão entrar em vigor em Portugal este ano e no próximo, determinam que os funcionários das instituições financeiras sejam responsabilizados e sancionados pela prestação de maus serviços nos empréstimos para a compra de casa.
O número de famílias em situação de incumprimento no crédito à habitação diminuiu em dezembro do ano passado pelo terceiro trimestre consecutivo, regressando a valores de junho de 2013. No último mês de 2015, havia cerca de 147 mil famílias com a prestação da casa em dívida, menos duas mil que no trimestre anterior e menos mil que nos últimos três meses de 2014.
O mercado do crédito à habitação está a dar sinais de recuperação em Portugal. Com as famílias a beneficiarem de taxas de juro historicamente baixas, a banca está efetivamente a abrir a torneira dos empréstimos para a compra de casa, tendo-se registado em dezembro passado o valor mais alto deste tipo de financiamento, desde há quatro anos.
O setor imobiliário espanhol consolidou, em 2015, a tendência de crescimento observada um ano antes, depois de viver uma retoma do número de operações, preços e crédito à habitação. O balanço, claro e direto, é do Conselho Geral do Notariado de Espanha.
A solução de arrendar casa com opção de compra permite ao inquilino poupar algum dinheiro caso depois se torne proprietário do imóvel, já que as rendas que pagou, ou parte delas, podem ser abatidas no preço final. O problema é que este modelo de negócio não está a ter grande adesão no mercado imobiliário português.
Em setembro, a banca tem 12,9% do crédito total em risco de entrar em incumprimento. Trata-se de um novo recorde. Na prática, por cada cem euros de empréstimos a empresas e particulares, 12,9 euros estão em risco.
Em setembro, a venda de casas cresceu ao ritmo mensal mais elevado dos últimos cinco anos (desde 2010), um cenário que se deve ao aumento constante da procura.
Os bancos continuam a valorizar cada vez mais as casas em Portugal. Pelo quarto mês consecutivo, o valor médio da avaliação bancária voltou a aumentar em julho, tendo subido 0,9% face ao mês anterior e mantendo a tendência de subida registada nos últimos quatro meses.
O nível de incumprimento das empresas nunca foi tão elevado. Segundo o boletim estatístico do BdP, até final de maio, as empresas tinham falhado pagamentos junto dos bancos num valor superior a 13,4 mil milhões de euros, o que representa um rácio de malparado de 15,7% dos empréstimos totais (85,2 mil milhões).
A contratação de um crédito pessoal é o 57º tema da Deco Alerta. Destinada a todos os consumidores em Portugal, esta rubrica semanal é assegurada pela Deco - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor para o idealista/news.
O número de famílias que falhou o pagamento da prestação da casa aumentou no primeiro trimestre do ano, a um ritmo de 71 novos casos por dia. No final de março, havia 154.000 famílias em incumprimento no crédito à habitação, mais 6.406 que no final do trimestre anterior (em dezembro de 2014).
Quando a esmola é grande o pobre desconfia… ou pelo menos devia! Esta é uma sabedoria popular muitas vezes esquecida em momentos cruciais, como quando contrais um empréstimo. Será que sabes qual o preço desse ato de compra de dinheiro?
Os bancos parecem estar mais disponíveis para financiar a compra de casa, mas, ainda assim, o valor concedido para crédito à habitação nos primeiros três meses do ano foi inferior ao verificado no último trimestre do ano passado: 500 milhões de euros face aos 580 milhões registados nos últimos três meses de 2013.
Os bancos estão a cobrar spreads elevados há muito tempo – estavam em máximos de 2011 – aquando da concessão crédito para a compra de casa, o que faz disparar o valor da prestação a pagar todos os meses.
Os bancos continuam a “cortar” na avaliação de casas, apesar do recuo ser menos acentuado que em anos anteriores. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2013, o preço médio da avaliação de imóveis por parte da banca para efeitos de crédito à habitação registou a menor queda dos ú
A taxa de juro implícitas no crédito à habitação aumentou ligeiramente em novembro – fixou-se em 1,414%, mais 0,002% que a taxa verificada outubro – e o valor médio da prestação vencida para a totalidade dos contratos em vigor foi pelo sexto mês consecutivo de 258 euros.Segundo a TVI24, que se apoia
O Montepio Geral vai ter que assumir perdas de 250 milhões de euros este ano devido a incumprimentos com créditos à habitação e construção, terminando o ano com prejuízos históricos. “Temos vindo a fazer face a provisões crescentes em virtude da crise.
A Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor alertou, num um estudo que será publicado na edição de janeiro da revista Dinheiro & Direitos, que as pessoas com deficiência continuam a ser discriminadas no acesso ao crédito à habitação.
Em outubro, o crédito malparado na carteira dos bancos superava os 17 mil milhões de euros: 5.210 milhões referentes a crédito malparado dos particulares e 12.076 milhões das empresas.
Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu (BCE), surpreendeu ao cortar a taxa de referência de 0,5 para 0,25%, colocando os juros num novo mínimo histórico.
boas notícias para quem pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar casa. o banco central europeu (bce) manteve esta quinta-feira a taxa de juro de referência no mínimo histórico de 0,5%, que segue intacta pelo quinto mês consecutivo.
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