Retail park de Ermesinde foi vendido a sociedade francesa
O retalho tem sido uma das estrelas do investimento imobiliário comercial no nosso país. E a confirmar esta tendência está a venda do retail park de Ermesinde, no Grande Porto, a uma sociedade de investimento imobiliário francesa controlada pela Swiss Life Asset Managers.
Escritórios em alta: ano de 2024 foi um dos melhores de sempre
O segmento de escritórios registou, em 2024, um dos melhores anos de sempre, tendo-se verificado um aumento de 97% da área colocada na Área Metropolitana de Lisboa (AML) e de 80% no Grande Porto. Os dados em causa constam no estudo anual da consultora imobiliária B. Prime, que considera que “Portugal continua a ser um destino apelativo para investidores e multinacionais”.
Imobiliário comercial: BPI e CBRE juntam-se em prol da sustentabilidade
O BPI e a CBRE assinaram um acordo de colaboração para apoiar os investidores imobiliários no processo de transição sustentável, com incidência na construção e na renovação de imóveis comerciais.
Estrangeiros continuam a desinvestir em imobiliário comercial na China
Os investidores estrangeiros foram vendedores líquidos, no segmento do imobiliário comercial da China, pelo quarto ano consecutivo, em 2024, acelerando a sua retirada face à prolongada crise no setor e taxas de juro mais elevadas.
Edifício de escritórios em Matosinhos muda de mãos por 13 milhões
É mais um negócio imobiliário que vem confirmar que o segmento de escritórios em Portugal está a dar sinais de estar a retomar. Falamos de um edifício localizado em Matosinhos, no Grande Porto, com uma área bruta locável de cerca de 5.000 metros quadrados (m2), que mudou de mãos, tendo sido comprado pelo Fundo Valor Prime, um Fundo de Investimento Imobiliário Aberto comercializado pelo Banco Montepio.
Escritórios no Porto: Edifício Boavista 2949 procura inquilino
O Edifício Boavista 2949, situado no coração da zona prime do Porto – tem uma área total de 4.085 metros quadrados (m2), distribuídos por cinco pisos–, está à procura de inquilino, tendo potencial para receber um ocupante único.
Herdade da Zambujeira nas mãos de fundo da igreja mórmon
O Grupo Agrihold, participado das famílias Martinavarro e Ballester, fundadores da Citri&CO, vendeu os ativos que detinha na Herdade da Zambujeira, em Ferreira do Alentejo (Beja), a um investidor internacional. O nome do novo proprietário era ainda desconhecido, sabendo-se agora que se trata da empresa Farm Land, ligada à igreja mórmon
Mercadona abre 10 lojas em Portugal este ano – em Lisboa terá duas
A Mercadona anunciou esta sexta-feira (14 de fevereiro de 2025) a abertura de mais 10 supermercados em Portugal este ano, em Loures, Penafiel, Fafe, Leiria, Matosinhos, Palmela, Lisboa e Porto, aumentando para 70 o número de lojas da cadeia espanhola no país.
Herdade da Zambujeira comprada por investidor internacional
O Grupo Agrihold, participado das famílias Martinavarro e Ballester, fundadores da Citri&CO, líder europeu na produção de citrinos, melão, melancia e fruta de caroço, vendeu os ativos que detinha na Herdade da Zambujeira, em Ferreira do Alentejo (Beja), numa área total de 700 hectares. Os mesmos foram comprados por um investidor internacional, que os arrendou ao grupo ibérico Bolschare Agriculture.
Logística atrai investidores: Barings e Panattoni investem em Lisboa
É mais um negócio que comprova que os investidores, nomeadamente os de origem estrangeira, estão atentos ao setor imobiliário comercial em Portugal. A Barings, numa joint-venture com a Panattoni, ambas norte-americanas, compraram um conjunto de imóveis à francesa Saint-Gobain.
Grupo Arrow com luz verde para comprar Monte Rei Golf & Country Club
Em janeiro, a sociedade luxemburguesa ACO II, que integra o grupo Arrow, notificou a Autoridade da Concorrência (AdC) sobre a intenção de comprar o resort turístico Monte Rei Golf & Country Club, situado no Algarve. A entidade revela agora, em comunicado, que “não se opôs” ao negócio. O valor da transação não é ainda conhecido.
Lojas, escritórios, hotéis e logística animam economia portuguesa
O ambiente económico passou a estar mais interessante para o investimento imobiliário em Portugal, com a redução dos juros ao longo do ano passado.
Portugueses já investiram 74 milhões nos fundos imobiliários da CORUM
São cerca de 700 os investidores em Portugal que já investiram nos três fundos da Sociedade de Investimento Imobiliário de origem francesa CORUM Investments – CORUM Origin, CORUM XL e CORUM Eurion – que detêm ativos imobiliários comerciais em todo o mundo. E investiram aproximadamente 74 milhões de euros. “Um dos objetivos que temos para 2025 é conseguirmos chegar pelo menos aos 100 milhões de euros, ou seja, mais 26 milhões durante este ano”, diz ao idealista/news Marcelo Capitão, Sales Director Portugal da CORUM Investments.
Logística: há um armazém sem inquilino junto à AutoEuropa
Um armazém localizado na Quinta da Marquesa, junto à AutoEuropa, em Palmela, nos arredores de Lisboa, está sem inquilino. Trata-se de um ativo sob gestão da M7 Real Estate que tem cerca de 10.500 metros quadrados (m2) disponíveis, tendo como finalidade o uso logístico e industrial.
Habitação e imobiliário em 2025: como ficam os preços e as tendências?
Está traçado um cenário otimista para o mercado imobiliário em Portugal e na Europa em 2025, tendo em conta as perspetivas de crescimento económico, recuperação de poder de compra e de queda dos juros. Todos estes fatores vão continuar a dar ânimo à compra de casas e ao investimento em escritórios, logística e retalho, que iniciaram a rota de recuperação no ano passado. E também deverão incentivar a construção de casas e de outros projetos imobiliários. Mas será na medida certa? Não há dúvidas entre especialistas de que a oferta de casas a preços acessíveis vai continuar a ficar aquém das necessidades da procura, antecipando-se um agravamento da crise na habitação em 2025 no país.
As 10 melhores cidades europeias para investir no mercado residencial
No mais recente European Living Cities Index 2024 da Patrizia, foram reveladas mudanças significativas no cenário das cidades europeias mais atraentes para investimento residencial.
Os negócios imobiliários que marcaram o ano de 2024
O ano de 2024 mostrou que Portugal continua a ser um destino atrativo e uma espécie de porto seguro para os investidores imobiliários nacionais e internacionais. Uma terra de oportunidades, apesar das incertezas existentes e das críticas de alguns players do setor, nomeadamente às burocracias existentes e à instabilidade fiscal. Foram vários, de resto, os negócios que movimentaram milhões de euros ao longo do ano. Passamos em revista algumas dessas transações.
Retalho, escritórios, logística, hotéis… Imobiliário comercial em alta
É caso para dizer que “há vida” no setor imobiliário além do segmento residencial. O ano de 2024 fica marcado por relatos de notícias animadoras, com vários negócios e/ou investimentos consumados ou em vias de ter luz verde. O retalho e a logística centraram atenções e o setor hoteleiro, alavancado pelo turismo e pela atratividade de Portugal enquanto destino de férias, também deu sinais de resiliência. Mais animado mostrou estar ainda o segmento de escritórios, que parece estar a ganhar uma segunda vida após o “fantasma” da pandemia. Passamos em revista o ano de 2024 no que diz respeito ao imobiliário comercial.
Imobiliário: investimento cresce 20% em 2024 e habitação recupera
O mercado imobiliário português encerra 2024 com um crescimento de cerca de 20% no investimento comercial e uma recuperação “robusta” no segmento habitacional, segundo dados recentes da JLL. A consultora destaca uma reativação significativa na segunda metade do ano, após um início marcado por incertezas macroeconómicas e políticas.
Rendas de lojas de rua crescem 9,9% na Europa – em Portugal estabilizam
As rendas nas principais ruas comerciais da Europa registaram uma subida média anual de 9,9% no terceiro trimestre de 2024 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Trata-se de um valor que “é quase sete vezes superior ao crescimento de 1,5% registado em 2023”, refere em comunicado a Savills, apoiando-se em dados de um relatório. Em Portugal, as rendas devem manter-se estáveis ou aumentar ligeiramente devido à escassez de oferta e aumento na procura.
Nascem escritórios modernos na antiga sede da ANACOM em Lisboa
A antiga sede da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), localizada na Avenida José Malhoa, em Lisboa – o regulador ocupou o espaço durante quase 20 anos –, foi adquirida pela investidora alemã AM Alpha. O edifício Malhoa 12 será agora alvo de obras de reabilitação.
Castellana e Tiekenveen ficam com controlo conjunto do Alegro Sintra
É mais um negócio que mostra que o segmento de retalho em Portugal está cada vez mais no radar dos investidores, nomeadamente estrangeiros. O centro comercial Alegro Sintra passou a ser detido, em conjunto, pela Castellana Properties, detida pelo fundo de investimento imobiliário sul-africano Vukile, e pela holandesa Tiekenveen, dos donos da Auchan.
Azores Retail Park será “motor de dinamização económica para a região”
O Azores Retail Park, que reforçará a oferta comercial em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel (Açores), começou a ser construído, tendo já decorrido a cerimónia de lançamento da primeira pedra. O projeto é gerido pela Sapore, empresa detida pelo Vigent Group, e será desenvolvido numa área de 44.000 metros quadrados (m2), com uma área bruta de construção de 18.000 m2. Terá 11 unidades comerciais e 800 lugares de estacionamento, somando 15.000 m2 de área bruta locável (ABL), e “promete posicionar-se como um motor de dinamização económica para a região”.
“Reta final de ano marcará um novo impulso” no imobiliário comercial
O mercado de investimento imobiliário comercial em Portugal está dinâmico, tendo o terceiro trimestre dado sinais de recuperação da confiança dos investidores. Segundo Paulo Silva, Head of Country da Savills, apesar dos desafios ainda existentes, “como um quadro macroeconómico que ainda sugere cautela e tensões geopolíticas”, o cenário é de otimismo: “Acreditamos que a reta final de ano marcará um novo impulso e em 2025 os volumes de investimento deverão recuperar a níveis anteriores a 2023”.
Prego a fundo no imobiliário no segundo semestre do ano
O mercado imobiliário português está a dar sinais de resiliência, antecipando-se uma reta final de ano interessante e com vários negócios a serem concluídos, nomeadamente no segmento comercial. Esta é uma das conclusões a retirar do estudo da Prime Yield “FLASH - Mercado Imobiliário de Portugal 2024”.