Avaliação bancária de casas em máximos históricos (e está a subir há 14 meses)

Avaliação bancária de casas em máximos históricos (e está a subir há 14 meses)

O valor médio de avaliação bancária foi 1.176 euros por metro quadrado (m2) em maio, mais cinco euros que em abril e mais 65 euros que no mesmo mês do ano passado. A avaliação, que é utilizada pelos bancos para a concessão de crédito à habitação, está a subir há 14 meses seguidos, tendo superado os valores pré-Troika (1.156 euros por m2 em abril de 2011) desde fevereiro deste ano.
Avaliação bancária das casas em máximos de sete anos

Avaliação bancária das casas em máximos de sete anos

O preço a que os bancos avaliam as casas voltou a subir em fevereiro. O valor médio do metro quadrado (m2) fixou-se nos 1.160 euros, mais sete euros que no mês anterior e mais 51 euros que há um ano. Trata-se do valor mais elevado desde que há registo, sendo que o anterior máximo data de abril de 2011: 1.156 euros por m2.
Venderam-se 153.292 casas no ano passado (420 por dia). E preços subiram 9,2%

Venderam-se 153.292 casas no ano passado (420 por dia). E preços subiram 9,2%

Nunca se venderam tantas casas em Portugal. Nem tão caras. Ao todo foram transacionadas 153.292 casas em 2017, mais 26.186 (20,6%) que em 2016. Estamos a falar de 12.700 imóveis por mês, o equivalente a 420 por dia, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). As vendas cresceram, e os preços também: subiram a uma média anual de 9,2%.
Arrendar casa em Lisboa custa duas vezes mais que no resto do país

Arrendar casa em Lisboa custa duas vezes mais que no resto do país

Se estás a pensar em arrendar casa fica a saber que o valor da renda em Lisboa custa duas vezes mais que no resto do país. Os números divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) não deixam dúvidas: em 2017, o valor mediano das rendas dos 84.383 novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares em Portugal foi 4,39 euros por m2, muito inferior ao verificado no município de Lisboa (9,62 euros por m2).
Edifícios licenciados e concluídos aumentaram 10,6% e 17,1% em 2017

Edifícios licenciados e concluídos aumentaram 10,6% e 17,1% em 2017

Em 2017 foram licenciados 18,5 mil edifícios e concluídos 12,4 mil edifícios, mais 10,6% e 17,1%, respetivamente, que no ano anterior. Segundo o INE, no quarto trimestre de 2017 o número de licenciamentos diminuiu 4,8% face ao trimestre anterior. Já os edifícios concluídos aumentaram 0,7% em três meses.

Produção na construção aumentou 3% em janeiro

O Índice de Produção na Construção aumentou 3% em janeiro face ao mesmo mês do ano passado – em dezembro tinha-se verificado uma subida homóloga inferior (2,8%). Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), o incremento foi impulsionado pelo segmento da construção de edifícios.
Construção impulsiona crescimento da economia nacional...

Construção impulsiona crescimento da economia nacional...

Depois de anos de (muita) crise, o setor da construção volta a dar sinais de recuperação. O investimento na construção foi o principal fator para que a economia portuguesa tivesse registado em 2017 o mais rápido ritmo de crescimento desde 2000: o PIB cresceu 2,7% no ano passado, tendo atingido, em termos nominais, os 193.000 milhões de euros.

Taxa de desemprego no valor mais baixo desde 2004

A taxa de desemprego de dezembro de 2017 situou-se nos 8%, menos 0,1% que no mês anterior e menos 2,2% que no período homólogo. É preciso “recuar até julho de 2004 para encontrar uma taxa inferior a esta”, revelou esta quarta-feira (28 de fevereiro) o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Melhor ano de sempre? Portugal recebeu perto de 21 milhões de turistas em 2017

Depois da previsão, a confirmação. Portugal voltou a bater recordes: em 2017, a atividade turística ultrapassou pela primeira vez a fasquia dos 20 milhões de hóspedes. Quer isto dizer que o país recebeu mais turistas, registou mais dormidas, tanto de nacionais como de estrangeiros, e viu os proveitos aumentar, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).