Desemprego desce para 7,2%, valor mais baixo desde novembro de 2002
A taxa de desemprego desceu para 7,2% em abril, atingindo o valor mais baixo desde novembro de 2002, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Avaliação bancária de casas em máximos históricos (e está a subir há 14 meses)
O valor médio de avaliação bancária foi 1.176 euros por metro quadrado (m2) em maio, mais cinco euros que em abril e mais 65 euros que no mesmo mês do ano passado. A avaliação, que é utilizada pelos bancos para a concessão de crédito à habitação, está a subir há 14 meses seguidos, tendo superado os valores pré-Troika (1.156 euros por m2 em abril de 2011) desde fevereiro deste ano.
Travão na venda de casas: transações caem 4,1% no primeiro trimestre (mas preços continuam a subir)
Os preços das casas continuam a subir em flecha, mas estão a vender-se menos imóveis. No primeiro trimestre, transacionaram-se 40.716 habitações, mais 15,7% que no mesmo período de 2017, mas menos 4,1% que nos três meses anteriores.
Obra nova está a voltar em todo o país: mais forte no Algarve, Alentejo e Grande Lisboa
Este ano arrancou com o número de licenciamentos para novas construções a aumentar, um pouco por todo o país. São, sobretudo, as famílias que estão a construir habitações próprias. Já a reabilitação de edifícios está em quebra face ao ano passado.
Custos de construção de habitação nova sobem em abril
As variações homólogas dos custos de construção de habitação e dos preços de manutenção e reparação regular da habitação nova aumentaram 0,2% em abril, para 1,7% e 2,5%, respetivamente.
Impostos do imobiliário contribuem para carga fiscal em máximos de 22 anos
A carga fiscal sobre os contribuintes portugueses atingiu em 2017 o valor mais elevado desde 1995. Sobressai o aumento de 31,6% da receita arrecadada com o imposto municipal sobre transmissões onerosas de imóveis (IMT), bem como as receitas com o IMI, que subiram 8,7%. Já o IRS rendeu menos.
Aumento do custo das casas está a criar “um ambiente de stress no mercado residencial”
Os preços de venda das casas dispararam nas principais cidades. Só em Lisboa subiram 18,1% num ano. Para a FEPICOP não restam dúvidas: “Há um ambiente de stress no mercado residencial”.
Peso dos gastos com habitação baixa para as famílias mais pobres
O número de famílias portuguesas a viver com excesso de despesas de habitação diminuiu. A taxa de sobrecarga atingiu 6,7% da população em 2017, menos 0,8% que em 2016. Ainda assim, este alívio não foi sentido por todos.
Comprar casa em Portugal custa 932 euros por metro quadrado. Em Lisboa é quase o triplo...
Comprar casa está definitivamente mais caro. Num ano – do quarto trimestre de 2016 para o quarto trimestre de 2017 – os preços medianos dos alojamentos vendidos subiram 7,6%, tendo passado de 866 euros por metro quadrado (m2) para 932 euros por m2. Em Lisboa comprar casa custa 2.438 euros por m2, mas os preços chegam a superar os 3.820 euros por m2.
Avaliação bancária de casas dispara em março: subiu 5,4% num ano
Em março, o valor médio de avaliação bancária subiu para 1.167 euros por metro quadrado (m2). Trata-se de um aumento de 60 euros por m2 (5,4%) em termos homólogos. Desde 2011, pelo menos, que o valor não é tão elevado.
Desemprego cai para 7,6%, o valor mais baixo dos últimos 14 anos
A taxa de desemprego voltou a ficar abaixo de 8%. Em fevereiro de 2018 situou-se em 7,6%, menos 0,3% que no mês anterior e menos 2,3% face ao período homólogo. Será preciso recuar até abril de 2004 para encontrar um valor mais baixo.
Taxa de juro do crédito à habitação sobe ligeiramente em março
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação subiu de 1,023% em fevereiro para 1,025% em março. Já a prestação média vencida manteve-se em 239 euros.
Avaliação bancária das casas em máximos de sete anos
O preço a que os bancos avaliam as casas voltou a subir em fevereiro. O valor médio do metro quadrado (m2) fixou-se nos 1.160 euros, mais sete euros que no mês anterior e mais 51 euros que há um ano. Trata-se do valor mais elevado desde que há registo, sendo que o anterior máximo data de abril de 2011: 1.156 euros por m2.
Venderam-se 153.292 casas no ano passado (420 por dia). E preços subiram 9,2%
Nunca se venderam tantas casas em Portugal. Nem tão caras. Ao todo foram transacionadas 153.292 casas em 2017, mais 26.186 (20,6%) que em 2016. Estamos a falar de 12.700 imóveis por mês, o equivalente a 420 por dia, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). As vendas cresceram, e os preços também: subiram a uma média anual de 9,2%.
Arrendar casa em Lisboa custa duas vezes mais que no resto do país
Se estás a pensar em arrendar casa fica a saber que o valor da renda em Lisboa custa duas vezes mais que no resto do país. Os números divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) não deixam dúvidas: em 2017, o valor mediano das rendas dos 84.383 novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares em Portugal foi 4,39 euros por m2, muito inferior ao verificado no município de Lisboa (9,62 euros por m2).
Taxa de juro no crédito à habitação recua para 1,023% em fevereiro
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação desceu ligeiramente em fevereiro, tendo-se fixado nos 1,023% – tinha sido de 1,024% em janeiro. Já a prestação média vencida desceu um euro face ao primeiro mês do ano, para 239 euros.
Edifícios licenciados e concluídos aumentaram 10,6% e 17,1% em 2017
Em 2017 foram licenciados 18,5 mil edifícios e concluídos 12,4 mil edifícios, mais 10,6% e 17,1%, respetivamente, que no ano anterior. Segundo o INE, no quarto trimestre de 2017 o número de licenciamentos diminuiu 4,8% face ao trimestre anterior. Já os edifícios concluídos aumentaram 0,7% em três meses.
Produção na construção aumentou 3% em janeiro
O Índice de Produção na Construção aumentou 3% em janeiro face ao mesmo mês do ano passado – em dezembro tinha-se verificado uma subida homóloga inferior (2,8%). Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), o incremento foi impulsionado pelo segmento da construção de edifícios.
Construção impulsiona crescimento da economia nacional...
Depois de anos de (muita) crise, o setor da construção volta a dar sinais de recuperação. O investimento na construção foi o principal fator para que a economia portuguesa tivesse registado em 2017 o mais rápido ritmo de crescimento desde 2000: o PIB cresceu 2,7% no ano passado, tendo atingido, em termos nominais, os 193.000 milhões de euros.
Taxa de desemprego no valor mais baixo desde 2004
A taxa de desemprego de dezembro de 2017 situou-se nos 8%, menos 0,1% que no mês anterior e menos 2,2% que no período homólogo. É preciso “recuar até julho de 2004 para encontrar uma taxa inferior a esta”, revelou esta quarta-feira (28 de fevereiro) o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Avaliação bancária das casas volta a subir e atinge máximos de 2011
O valor médio da avaliação bancária das casas voltou a acelerar no arranque de 2018, tendo aumentado em janeiro para os 1.153 por metro quadrado (m2), uma subida de três euros (0.3%) face a dezembro de 2017 e de 42 euros (4,2%) face ao período homólogo, segundo dados do INE.
Portugal é o terceiro país da UE onde as empresas mais recorrem a contratos a prazo
Portugal é o terceiro país da UE onde as empresas mais recorrem a contratos a prazo, sendo que mais de um quinto dos trabalhadores têm vínculos precários. Os números não deixam dúvidas: os trabalhadores com contrato a termo e com outros vínculos atípicos representavam 22,2% do total de empregados por conta de outrem no final de 2017.
Taxa de juro no crédito à habitação sobe em janeiro. E prestação também...
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação aumentou de 1,019% em dezembro de 2017 para 1,024% em janeiro de 2018. Diminuiu, no entanto, nos contratos celebrados nos últimos três meses, para 1,595%. No que diz respeito à prestação média vencida, subiu um euro em relação ao mês anterior, fixando-se em 240 euros.
Melhor ano de sempre? Portugal recebeu perto de 21 milhões de turistas em 2017
Depois da previsão, a confirmação. Portugal voltou a bater recordes: em 2017, a atividade turística ultrapassou pela primeira vez a fasquia dos 20 milhões de hóspedes. Quer isto dizer que o país recebeu mais turistas, registou mais dormidas, tanto de nacionais como de estrangeiros, e viu os proveitos aumentar, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Há 17 anos que a economia portuguesa não crescia tanto: 2,7%
A economia portuguesa cresceu 2,7% no conjunto de 2017. É preciso recuar ao ano 2000 para encontrar um crescimento do PIB superior a 2,7%, ano em que a economia avançou 3,8%, segundo os números divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).