Preços das casas disparam 25% desde a crise

Preços das casas disparam 25% desde a crise

As casas em Portugal estão cada vez mais caras, tendo o índice de preços da habitação atingido, no segundo trimestre deste ano, o valor mais elevado desde que há registo, com uma subida de 8,9% face ao período homólogo. Só desde o início de 2017, e segundo mostram os dados mais recentes do INE, os preços dos imóveis residenciais cresceram 5,4%, o que se traduz numa recuperação acumulada de 25,2% desde o mínimo registado no segundo trimestre de 2013. E as casas usadas têm sido o grande propulsor deste dinamismo.
Rendas vão ter maior aumento de cinco anos em 2018

Rendas vão ter maior aumento de cinco anos em 2018

No próximo ano, as rendas das casas vão sofrer em Portugal o maior aumento registado desde 2013. A atualização de 1,12% que vai ser aplicada aos inquilinos pelos senhorios, em 2018, resulta da variação dos últimos 12 meses do Índice de Preços do Consumidor (IPC), sem habitação, publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta terça-feira, e corresponde a cerca do dobro dos 0,54% que serviram de base à subida de 2017.

Sabias que existem relações económicas entre Portugal e a Coreia do Norte?

São milhares os quilómetros que separam Portugal da Coreia do Norte, mas a verdade é as trocas comerciais entre os dois países existem, ainda que incipientes. Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), Portugal enviou nos primeiros seis meses do ano, embalagens de medicamentos para a Coreia do Norte no valor de 4.182 euros.
Avaliação bancária de casas sobe para máximos de 2011

Avaliação bancária de casas sobe para máximos de 2011

Com o mercado imobiliário ao rubro, a avaliação que os bancos fazem das casas, para efeitos de concessão de crédito à habitação, subiu em julho pelo quarto mês seguido, para 1.117 euros por m2, mais cinco euros que no mês anterior. Trata-se do valor mais elevado desde junho de 2011, mês em que os bancos avaliaram os imóveis, em média, por 1.130 euros por m2.
Bancos dão cada vez mais valor às casas - avaliação bancária em máximos desde 2011

Bancos dão cada vez mais valor às casas - avaliação bancária em máximos desde 2011

Pelo terceiro mês consecutivo, a avaliação bancária voltou a subir em junho. O valor médio atribuído pelos bancos às habitações, a nível nacional, fixou-se em 1.112 euros por metro quadrado (m2), renovando assim os máximos de julho de 2011. Este indicador serve de base ao crédito à habitação e é outro dos sintomas do dinamismo que está a viver o setor imobiliário em Portugal. As regiões que mais se valorizaram, neste caso, foram o Norte e o Algarve.
Vendas ao nível dos máximos de 2010: quase 130.000 casas transacionadas

Vendas ao nível dos máximos de 2010: quase 130.000 casas transacionadas

Os dados oficiais do Instituto Nacional de Estatística (INE) vieram confirmar o que tanto se tem dito e escrito sobre o forte dinamismo que vive atualmente o setor imobliário em Portugal. No ano passado, o número de transações de casas cresceu 18,5% para um total de 127.106 alojamentos familiares, a que corresponde a soma de 14,8 mil milhões de euros. Este valor está em linha com o máximo de vendas registado em 2010 (129.950).
Comprar casa custa mais 7,9% que há um ano. Vendas também disparam...

Comprar casa custa mais 7,9% que há um ano. Vendas também disparam...

Comprar casa em Portugal está definitivamente mais caro. No primeiro trimestre do ano, o preço dos imóveis aumentou 7,9% face ao mesmo período do ano passado: trata-se de uma subida recorde desde que há dados disponíveis (2009). Quando comparado com o trimestre anterior – os últimos três meses de 2016 –, o aumento é de 2,1%. De referir ainda que os preços dos imóveis estão a aumentar há oito trimestres consecutivos, ou seja, há dois anos.
Salário médio dos portugueses aumentou 13 euros num ano

Salário médio dos portugueses aumentou 13 euros num ano

O salário médio dos portugueses está a subir, tendo aumentado 1,6% no primeiro trimestre do ano, face ao período homólogo. Na prática, o vencimento médio dos trabalhadores por conta de outrem no país, depois de descontados os impostos, está atualmente em 846 euros, mais 13 euros que há um ano (833 euros).
Há quase 2,6 milhões de portugueses em risco de pobreza

Há quase 2,6 milhões de portugueses em risco de pobreza

Havia em Portugal no ano passado 2,595 milhões de pessoas em risco de pobreza e com outros problemas daí decorrentes, menos 1,5% que no ano anterior (2015). Destes quase 2,6 milhões de pessoas, 487 mil (18,8% do total) tinham menos de 18 anos e 468 mil (18% do total) tinham mais de 65. Em causa estão dados do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento feito pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Confiança dos portugueses sobe há oito meses e está em máximos de quase 20 anos

O indicador de confiança dos consumidores aumentou em abril pelo oitavo mês consecutivo (desde setembro), fixando-se no valor mais elevado dos últimos 20 anos (desde outubro 1997). Um cenário que se deve, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), ao contributo positivo de todas as componentes, mas sobretudo das expetativas relativas à evolução do desemprego e da situação económica de Portugal.
Produção na construção sobe 2% em fevereiro e emprego aumenta 2,4%

Produção na construção sobe 2% em fevereiro e emprego aumenta 2,4%

O índice de produção na construção registou, em fevereiro, uma taxa de variação homóloga de 2%, superior à verificada em janeiro (0,8%). Já o índice de emprego aumentou 2,4% face ao mesmo mês do ano passado, sendo que em janeiro o aumento anual tinha sido de 2,6%. Quanto ao índice de remunerações diminuiu 0,5% em termos homólogos (0,1% no mês anterior).
É oficial: preços das casas aumentaram 7,1% em 2016

É oficial: preços das casas aumentaram 7,1% em 2016

Os preços das casas aumentaram 7,1% num ano, em 2016 face a 2015. Uma tendência que se tem verificado nos últimos tempos, sendo que a subida verificada no ano passado é a mais expressiva desde 2010, ano em que o Instituto Nacional de Estatística (INE) começou a contabilizar este indicador. E mais: foram vendidas 127.106 casas em 2016, mais 20.000 que no ano anterior.
Construção recuperou no final de 2016 e há sinas de otimismo para este ano

Construção recuperou no final de 2016 e há sinas de otimismo para este ano

No último trimestre de 2016, o setor da construção deu sinais de recuperação. Para a Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP), houve “uma evolução positiva dos diferentes indicadores” nos últimos três meses do ano passado e “reforçaram-se as boas expetativas para a evolução da produção do setor da construção para 2017”.
Há mais edifícios licenciados, mas estão a ser construídos menos

Há mais edifícios licenciados, mas estão a ser construídos menos

Em 2016, foram licenciados 16,6 mil edifícios e concluídos 10,3 mil edifícios, mais 11,6% e menos 6,6% que no ano anterior, respetivamente. Segundo o INE, nos últimos dez anos, “o número de edifícios licenciados reduziu-se em cerca de 29,3 mil edifícios, correspondendo a uma diminuição de 63,8% (45,9 mil edifícios licenciados em 2007, face a 16,6 mil em 2016)”.
Preço da construção de casas novas aumentou 2,1% num ano

Preço da construção de casas novas aumentou 2,1% num ano

A taxa de variação homóloga do Índice de Custos de Construção de Habitação Nova aumentou 2,1% num ano – em janeiro deste ano face ao mesmo mês do ano passado. Trata-se de um aumento homólogo menos expressivo (0,4%) que o verificado no mês anterior, em dezembro de 2016.

Juros dos empréstimos da casa voltam a cair para mínimos históricos

Janeiro foi o 30º mês consecutivo em que as taxas de juro, que servem de base aos empréstimos para a compra de casa, registaram um movimento de queda. Os dados mais recentes, divulgados pelo Instituto nacional de Estatística (INE), mostram que a taxa de juro implícita no crédito à habitação sinalizou mesmo um novo mínimo histórico nos 1,025% em janeiro, face aos 1,028% de dezembro.

Taxa de desemprego em queda

A taxa de desemprego definitiva de outubro de 2016 caiu para 10,6%, contra os 10,9% do mês anterior, o que significa um melhor resultado do que a estimativa provisória do Instituto Nacional de Estatística (INE) de 10,8%. Esta foi, por outro lado, a primeira queda registada no período de três meses, sendo que este indicador esteve estagnado nos 10,9% durante julho, agosto e setembro.