Guia das novas medidas do Governo para a habitação
O Governo já apresentou o novo pacote de medidas de apoio à habitação. O programa “Mais Habitação” procura responder de “forma integral e completa em todas as dimensões que precisamos de agir para responder ao problema da habitação”, segundo as declarações do primeiro-ministro, António Costa, no final do Conselho de Ministros desta quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023. O idealista/news preparou um guia com o resumo das medidas que integram o novo pacote legislativo e que visam estimular o mercado de arrendamento, assim como a agilizar e incentivar a construção.
Alta procura e baixa oferta disparam rendas das casas
A dinâmica do arrendamento em Portugal tem espelhado bem a lei da oferta e da procura, que ajusta os preços das casas. A procura de casas para arrendar mais que duplicou em 2022, tendo absorvido a oferta disponível no mercado, de tal forma que, no final do ano passado, o stock de habitação atingiu o nível mais baixo desde 2019. Já os preços das casas para arrendar subiram a alta velocidade ao longo de 2022, tendo terminado o ano registando o valor médio recorde de quase 13 euros/m2, aponta relatório anual do idealista/data. O mesmo comportamento foi observado no mercado de Lisboa e do Porto.
Proprietários duvidam da eficácia da nova lei da habitação
As associações de proprietários duvidam da eficácia do novo pacote legislativo sobre habitação que o Governo vai aprovar esta semana e pedem estabilidade e reversão de medidas gravosas.
Casas para arrendar: oferta em Portugal caiu 40% em 2022
Arrendar casa continua a ser uma opção para milhares de famílias portuguesas, numa altura em que a inflação está a esmagar os orçamentos e os custos com o crédito habitação estão a subir. Até porque o mercado de arrendamento é mais flexível e menos burocrático do que o mercado de compra e venda. Mas também aqui há falta de casas para tanta procura. E, por isso, a oferta de casas para arrendar em Portugal desceu 40% no quarto trimestre de 2022, face ao stock que estava disponível no mesmo período de 2021, segundo um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.
Arrendar casa em Portugal ficou 20,2% mais caro em 2022
O mercado de arrendamento em Portugal ganhou força em 2022, tendo sido dinamizado pelos novos modos de vida mais flexíveis. Mas não só. Também continuou a ser uma opção para muitas famílias que viram subir os custos do crédito habitação para comprar casa. Estes fatores alimentaram a procura de casas para arrendar no nosso país. Mas a oferta não acompanhou esta evolução. Em resultado, as rendas das casas deram o salto de 20,2% entre dezembro de 2022 e o período homólogo, sendo que no final do ano arrendar casa tinha um custo mediano de 12,9 euros/m2, aponta o índice de preços do idealista.
Comprar casa no mundo encareceu: quantos anos de salário são precisos?
A pandemia da Covid-19 gerou um boom imobiliário mundial. Durante a crise marcada por vários períodos de confinamento, as famílias passaram a valorizar mais a casa e foram engordando as suas poupanças, fatores que aliados aos baixos juros dos créditos habitação ajudaram a impulsionar a procura de casas para comprar um pouco por todo o mundo. Foi por isso mesmo que os preços das casas à venda continuaram a aumentar mesmo durante a crise. Mas a consequência deste panorama é só uma: as famílias passam mais tempo a pagar a casa, sendo precisos cada vez mais anos de salário para o fazer.
Programa de Arrendamento Acessível só com 400 contratos em 2022
Entre janeiro e novembro de 2022, o Programa de Arrendamento Acessível (PAA) conseguiu atrair “pouco mais de 400 alojamentos”, segundo a Associação Lisbonense de Proprietários (ALP). Para a associação, o programa está “muitíssimo longe”de cumprir os objetivos declarados aquando da sua criação em 2019, e revela um “fracasso” da Nova Geração de Políticas de Habitação do Governo.
Casas para arrendar em Portugal ficaram 4,5% mais caras no verão
Os portugueses têm, agora, de fazer contas à vida tendo em conta a subida da inflação (atingiu os 9,3% em setembro), que está a contagiar todos os setores, inclusive o da habitação. No mercado de arrendamento, os preços das casas em Portugal subiram 4,5% no terceiro trimestre face ao trimestre anterior. Arrendar casa no país tinha um custo mediano de 11,8 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de setembro, segundo o índice de preços do idealista.
Rendas das casas em Portugal subiram 42% desde 2017
Arrendar casa está a ficar mais caro em Portugal desde, pelo menos, 2017. O valor das rendas não parou de subir nos últimos cinco anos e atingiu os 6,25 euros por metro quadrado (euros/m2) nos últimos 12 meses terminados em julho.
Casal com síndrome de Down está há 1 ano a procurar casa para arrendar
Encontrar um lar para viver está a tornar-se numa missão impossível para um casal que possui síndrome de Down. Paolo e Carlotta procuram uma casa para arrendar em Milão, Itália, há mais de um ano. Mas assim que os proprietários se inteiram da sua doença, estes jovens recebem um não como resposta. Isto apesar de ambos serem autónomos e terem um contrato de trabalho permanente.
Os 10 municípios onde é mais barato arrendar casa (e os 10 mais caros)
No atual contexto económico marcado pela inflação, há cada vez mais famílias a arrendar casa. E embora as casas para arrendar estejam a ficar mais caras, há pelo menos 166 municípios onde a renda da casa é inferior à mediana nacional, que atingiu os 6,25 euros/m2 nos últimos 12 meses terminados em julho, impulsionada pelos grandes centros urbanos. Mergulhando nos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) publicados esta quinta-feira, dia 29 de setembro, mostramos quais são os municípios onde arrendar casa é mais barato em Portugal, sem perder de vista também onde as rendas são mais caras.
Rendas 2023: senhorios vão ter desconto de pelo menos 9% na tributação
Para mitigar os efeitos da inflação no custo de vida dos portugueses, o Governo anunciou um conjunto de medidas esta segunda-feira, dia 5 de setembro. E uma delas diz respeito à atualização de rendas em 2023 que ficará limitada a 2%, em vez de 5,43%, nos contratos de arrendamento
Arrendar casa em Portugal ficou 1,4% mais caro em agosto
O ciclo inflacionista que está a assolar a Europa reflete-se nos diferentes setores da economia portuguesa, entre eles o imobiliário. As casas para arrendar continuam a ficar mais caras também por via do desequilíbrio entre alta procura para a escassa oferta.
Dinamarca estuda limitar o preço das rendas por causa da inflação
A Dinamarca admite vir a intervir no mercado de arrendamento para impedir a escalada dos preços das rendas, que se está a assistir devido à alta inflação. O objetivo será aplicar um limite temporário e que visa travar aumentos superiores a 4%.
Habitação no Porto: 1 em cada 10 casas está fechada e desabitada
No Porto, como no resto do país, há falta de casas no mercado. A oferta de habitação é escassa perante tamanha procura, um desequilíbrio que tem explicado a subida dos preços das casas, quer para comprar quer para arrendar. Mas um novo estudo indica que cerca de 15% das habitações situadas na cidade Invicta estão fechadas e desabitadas. Porquê? Explicamos tudo neste artigo.
Arrendar casa em Portugal volta a ficar mais caro no segundo trimestre
Com os preços das casas para comprar a subir e o crédito habitação a ficar mais caro por via da subida dos juros, muitos portugueses são empurrados para o mercado de arrendamento.
Rendas das casas sobem 6,4% num ano e novos contratos aumentam 19,8%
Com a subida da inflação e as mudanças no crédito habitação (aumento dos juros e novos prazos consoante as idades), muitas famílias veem no mercado de arrendamento a única solução para encontrar uma casa para viver. Esta realidade traduz-se num aumento de 19,8% no número de novos contratos de arrendamento nos primeiros três meses de 2022 face ao período homólogo. E ainda numa subida das rendas medianas das casas, que encareceram 6,4% entre estes dois momentos, atingindo os 6,16 euros por metro quadrado (euros/m2) no primeiro trimestre de 2022, mostram os dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta terça-feira, dia 28 de junho.
Imobiliário LGBTI+: “Clientes estrangeiros têm aumentado exponencialmente”
O mercado imobiliário nacional mostrou-se resiliente à pandemia, e o segmento LGBTI+ não foi exceção.
OE2022: Governo vai estudar formas de regular mercado de arrendamento
O ministro da Habitação admitiu um impacto "muito significativo" da decisão judicial que proíbe alojamento para turistas em prédios de habitação e anunciou um grupo de trabalho para estudar formas de regular o mercado de arrendamento.
Atualização de rendas antigas só a partir de 2023
Os contratos de arrendamento celebrados antes de 1990 têm as rendas congeladas desde 2012, com a entrada em vigor do Novo Regime do Arrendamento Urbano. E, agora, o Governo quer reunir a informação sobre o mercado de arrendamento residencial para avaliar e resolver a questão das rendas antigas já em 2023.
Como preparar uma casa para arrendar?
Estás a planear arrendar a casa? Ou arrendar um quarto vago num apartamento? Se sim, lembra-te que cuidar da casa (e do seu aspeto) é fundamental para ser bem sucedido.
Rendas das casas estão 2,2% mais caras do que há um ano
As rendas das casas por metro quadrado aumentaram 2,2% em fevereiro face ao mesmo mês de 2021, acima dos 2,1% do mês anterior, com todas as regiões a apresentarem subidas homólogas, divulgou o INE esta quinta-feira, dia 10 de março de 2022, no âmbito da atualização do Índice de Preços no C
Governo quer compatibilizar Porta 65 - Jovem com Programa de Arrendamento Acessível
O Governo quer compatibilizar o programa de apoio financeiro Porta 65 - Arrendamento por Jovens com o Programa de Arrendamento Acessível, inclusive os limites máximos de preço de renda, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2022 (OE2022).
OE2022: englobamento obrigatório de rendimentos no IRS pode fazer subir rendas das casas
Uma das propostas que o Governo socialista está a negociar para o Orçamento de Estado para 2022 (OE 2022) prende-se com o englobamento obrigatório de rendimentos no IRS que poderá mesmo significar um agravamento fiscal para muitos proprietários de imóveis.
O mercado de arrendamento à lupa – em Lisboa e não só
Como será a retoma do mercado mobiliário português aos olhos dos proprietários das casas? Será que aderiram aos programas de arrendamento acessível? E às iniciativas para melhorar a eficiência energética dos edifícios? Quais os impactos da pandemia da Covid-19 no negócio?