Avenue quer vender edifício Lumnia por mais de 150 milhões de euros
Há mais um edifício de escritórios no mercado. A promotora imobiliária Avenue quer vender o edifício Lumnia, integrado no complexo de escritórios EXEO Office Campus, em Lisboa. E quer fechar o negócio imobiliário por um valor compreendido entre os 150 e 160 milhões de euros.
Centro comercial CascaisVilla foi vendido... e ali vão nascer casas
O centro comercial CascaisVilla, localizado à entrada da vila de Cascais, mudou de mãos, tendo sido comprado pelo promotor imobiliário Prime Portugal à Bain Capital Credit, sociedade de investimento sediada nos EUA. O imóvel será demolido e está previsto nascer no local um projeto misto de uso maioritariamente residencial e comercial. Projeto esse que terá a assinatura do conceituado arquiteto britânico Norman Foster.
Os 5 setores mais apelativos para os investidores imobiliários são…
Os projetos Multifamily na Europa, big box, logística urbana, escritórios da zona CBD e residências de estudantes são os cinco setores onde os investidores preveem um maior investimento ao longo dos próximos 12 meses. Esta é uma das conclusões a retirar de um inquérito realizado pela Savills a investidores imobiliários com um total de ativos na região EME (Europa e Médio Oriente) sob gestão superior a 500 mil milhões de euros.
Logística: Montepino entra em Portugal – é a maior operação da década
É mais uma transação que comprova que o setor da logística em Portugal continua a atrair o interesse dos investidores, nomeadamente estrangeiros. Em causa está a aquisição de um terreno urbanizável com uma área de 414.000 m2 – e uma área arrendável de 147.000 m2 – nos arredores de Lisboa por parte dos espanhóis do Bankinter Investment e do fundo Valfondo, gestores da carteira logística da Montepino. O valor do negócio não é revelado, mas a empresa diz tratar-se da maior operação em logística da década em Portugal.
Negócio imobiliário com secretário de Estado a ser investigado pelo MP
O Ministério Público está a investigar o contrato-promessa de arrendamento para fins não habitacionais, aprovado em 2020 pela Câmara de Caminha, para a construção do Centro de Exposições Transfronteiriço (CET), informou esta quarta-feira, dia 26 de outubro, a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Explorer compra gestora de fundos imobiliários Refundos
A Explorer e Pedro Seabra compraram a Refundos à Rivercrown Real Estate Management. A aquisição desta entidade gestora de ativos, investimentos e fundos imobiliários permite a “reorganização do negócio da área de real estate da Explorer, que passa a ser gerida pela sociedade Refundos-Explorer”. O valor do negócio não foi revelado.
Novos AL no Porto suspensos: autarquia prepara novo regulamento
Depois de os novos registos de Alojamento Local (AL) no Porto terem sido suspensos no centro histórico e no Bonfim, a Câmara Municipal do Porto está a preparar-se para dar início à criação do regulamento municipal para o crescimento sustentável do AL na cidade.
Hotel de luxo em Gaia vendido por Mário Ferreira à Azora
O empresário português Mário Ferreira vendeu um hotel de luxo em Vila Nova de Gaia a um fundo espanhol gerido pela Azora Capital. Trata-se do The Lodge Hotel, que se situa junto ao rio Douro. O negócio deverá ter sido fechado por cerca de 40 milhões de euros, o mesmo valor que o empresário iria receber do empréstimo ao Banco de Fomento, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), se o crédito não tivesse sido cancelado.
Valor sob gestão dos fundos imobiliários cai 2,5% em setembro
Em setembro de 2022, o valor sob gestão dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII), dos Fundos Especiais de Investimento Imobiliário (FEII) e dos Fundos de Gestão de Património Imobiliário (FUNGEPI) atingiu 10.696,1 milhões de euros, menos 272,6 milhões (2,5%) que em agosto, divulgou esta terça-feira (18 de outubro de 2022) a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Grupo Violas Ferreira compra sede da líder mundial do setor do azeite
O edifício que alberga a sede da Sovena, que se apresenta como líder mundial no mercado do azeite, mudou de mãos, tendo sido vendido pela MelloRDC, através da sua participada Arquimelo, ao Grupo Violas Ferreira. Trata-se de um ativo que se encontra no parque de escritórios Arquiparque, em Miraflores, às portas de Lisboa, e que tem cerca de 3.500 metros quadrados (m2) de escritórios distribuídos por seis pisos, aos quais se somam 62 lugares de estacionamento. De referir que a Sovena ocupa este imóvel desde 2012, tendo contrato de arrendamento vigente até 2030.
Imobiliário a ferver no Porto: Via Gaia e Júlio Dinis mudam de mãos
O contexto económico atual está repleto de desafios e incertezas, mas se há setor que tem dados boa resposta em momentos de crise é o imobiliário. E há alguns indicadores que mostram que o negócio imobiliário, nomeadamente o da promoção, está de boa saúde. Na Área Metropolitana do Porto (AMP), por exemplo, foram vendidos dois edifícios, o Via Gaia e o Júlio Dinis, que passaram a estar nas mãos do grupo israelita Fortera e da Horizonte Urbano Group. Serão os dois renovados, sendo que o primeiro será de escritórios e o segundo residencial.
"Para responder à procura há que fazer projetos com muita qualidade”
Como é que está o setor da arquitetura em Portugal? Em resposta a esta pergunta, Hélder Pereira Coelho, CEO da TOTE SER, diz que à semelhança de outras áreas de atividade, “há de tudo”. “Há coisas muito boas, com muita qualidade, que oferecem outro nível tanto de estética como de funcionalidade aos utilizadores. Mas também há coisas que às vezes não se percebe bem qual é que é a intenção e o que é que está por detrás daquilo”, afirma, em entrevista ao idealista/news.
Investimento em imobiliário a bater recordes – “2022 é ano estranho”
“É um ano muito estranho este que estamos a viver. A nós corre bem. É um sentimento um pouco esquizofrénico”. É desta forma que Eric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield (C&W) em Portugal, inicia a apresentação da 39ª edição do Marketbeat Portugal. Segundo a consultora, 2022 pode ser um ano de recordes em termos de investimento em imobiliário comercial, com vários negócios em pipeline e em vias de “sair do papel” até final do ano, o que permite concluir que Portugal continua no radar dos investidores estrangeiros. Não há, no entanto, como fugir ao contexto atual, marcado por alta inflação, taxas de juro a subir e elevados custos de construção, por exemplo, pelo que se antevê que haja um travão no investimento em 2023.
Residências seniores: há 102.300 camas em Portugal – e procura é alta
Portugal, em conjunto com países como Itália, ou Espanha, tem de intensificar a oferta de acomodação sénior para garantir o bem-estar e a qualidade de vida da população envelhecida. Esta é uma das conclusões a retirar do estudo Marketbeat Nursing Homes in Europe – 2022, realizado pela Cushman & Wakefield (C&W), segundo o qual há em Portugal, atualmente, apenas 102.300 camas, distribuídas por 2.540 lares/residências seniores (públicos, sem fins lucrativos e particulares).
Santarém pede crédito de 15 milhões para pagar antigo quartel à Estamo
O município de Santarém vai contrair um empréstimo de 15 milhões de euros, a 20 anos, para pagar a antiga Escola Prática de Cavalaria (EPC) à Estamo, pondo fim à tentativa de negociar o valor acordado em 2008.
Queda do imobiliário na China gera pressão extra na economia mundial
O atual cenário macroeconómico é marcado pela incerteza da guerra na Ucrânia e ainda pelos riscos da pandemia (embora tenham diminuído, não desapareceram). A tudo isto acresce ainda “os riscos e as incertezas sobre a resiliência da economia chinesa e, em particular, do seu setor imobiliário que continuarão a pressionar o dinamismo da economia global”, explica o Governo na proposta OE2023. Isto quer dizer que o período de maior incerteza irá prolongar-se para 2023, tornando a “tomada de decisões mais complexa”, admite o Executivo de António Costa.
“Imobiliário de luxo teve um desempenho record nos últimos dois anos”
O setor imobiliário tem dado boa resposta às crises mais recentes, primeiro a pandemia da Covid-19 e agora o contexto económico marcado por altas taxas de inflação e perda de poder de compra. E se há segmento que tem mostrado resiliência a nível mundial é o de luxo. Disso mesmo dá conta Christy Budnick, CEO da Berkshire Hathaway HomeServices (BHHS), imobiliária do multimilionário Warren Buffett. “O setor imobiliário de luxo teve um desempenho record nos últimos dois anos”, referiu.
Portugal atrai norte-americanos: compram mais casas… e mais caras
“O sonho americano agora passa por comprar casa em Portugal”. Este é o título de um artigo que publicámos em junho, sendo esta uma tendência que se mantém atual. Isso mesmo mostram os dados mais recentes da Athena Advisers – os clientes norte-americanos representam 71% das suas vendas em Portugal. “A atratividade de Portugal para os norte-americanos está em alta e o crescente número de famílias e cidadãos nacionais dos EUA que escolhem o nosso país para viver está a fazer aumentar a procura por casa em território nacional, nomeadamente na região de Lisboa”, refere a empresa em comunicado.
Mediação imobiliária: "O grande desafio é saber gerir a mudança”
Incerteza e desafios são duas palavras que andam, atualmente, de mãos dadas. O contexto económico que se vive em Portugal e no mundo está a deixar marcas a vários níveis na economia. E o setor imobiliário não é exceção. Que esperar, então, da mediação imobiliária? “O grande desafio é saber gerir a mudança e como ter uma performance constante, oferecendo o mesmo nível de serviço, quando tudo à sua volta está a mudar”, diz ao idealista/news Pedro Pereira, diretor de Marketing da UCI Portugal, entidade organizadora do Imocionate 2022, que se realiza dia 20 de outubro de 2022.
Sede do Novo Banco atraiu mais de 120 investidores imobiliários
A Merlin Properties levou a melhor sobre a concorrência e comprou o edifício sede do Novo Banco, em Lisboa, por 112,2 milhões de euros. Já se sabe, de resto, que prevê investir cerca de 40 milhões de euros na modernização do imóvel, tornando-o um edifício premium de escritórios. Foram, ao todo, mais de 120 os investidores que executaram acordos de confidencialidade, tendo sido submetidas mais de 30 propostas não vinculativas para aquisição do edifício.
Porto, Gaia e Matosinhos mostram-se na feira imobiliária Expo Real
Portugal volta a marcar presença numa das maiores e mais importantes feiras do setor imobiliário do mundo, a Expo Real, que começa esta terça-feira (4 de outubro de 2022) em Munique (Alemanha). Durante três dias, os municípios de Porto, Gaia e Matosinhos apresentam-se, juntos, aos investidores internacionais do setor imobiliário, através do stand/marca Greater Porto. Lisboa não se fará representar na edição deste ano.
BPI vende carteira de crédito malparado no valor de 140 milhões
O banco BPI revelou esta quinta-feira (29 de setembro de 2022) que vendeu uma carteira de crédito malparado no valor total de 140 milhões de euros a fundos geridos pela LX Investment Partners.
Mercan Properties compra imóveis em Faro onde vai construir um hotel
O Grupo Mercan Properties, de origem canadiana, tem estado muito ativo em Portugal. Sabe-se agora que comprou um conjunto de ativos imobiliários no centro de Faro a um investidor privado, que serão agora alvo de um projeto de reabilitação e promoção imobiliária, dando nova vida àquele espaço, que tem uma área bruta de construção de 6.500 metros quadrados (m2). O objetivo passa por construir um hotel.
Investimento imobiliário é refúgio contra subida de juros e inflação
O ambiente atual é marcado pela alta inflação e pela subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu. Todos estes fatores vão influenciar os mercados e o imobiliário não é exceção. Para já, o mercado de investimento imobiliário continua a ser um refúgio para os investidores nacionais e internacionais. Mas há desafios à vista.
Venda de casas em Portugal cai 7,6% em junho – porquê?
O negócio das casas segue de vento em popa. No nosso país foram vendidas 43.607 casas só no segundo trimestre de 2022, mais 4,5% do que no mesmo período do ano passado. Mas olhando para os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) à lupa, salta à vista que houve um arrefecimento da venda das casas em junho. A alta inflação e subida dos juros poderá ajudar a explicar esta descida dos negócios.