Pedro Fontainhas, presidente da APR

Branded residences em Portugal: “Fenómeno está em franco crescimento”

Uma penthouse de dois andares no Parque das Nações (Lisboa) com vista para o rio Tejo é o cenário da conversa com Pedro Fontainhas, Diretor Executivo da Associação Portuguesa de Turismo Residencial e Resorts (APR). O luxo marca presença em todos os cantos do apartamento, que tem, por exemplo, um elevador para fazer a ligação entre os dois andares. Falamos de uma branded residence (residência de marca) que se encontra no último andar do Martinhal Lisbon Oriente e que está disponível no mercado para venda (o valor é desconhecido) e arrendamento, neste caso por cerca de 9.500 euros por noite. E sim, já teve inquilinos. “É um fenómeno mais recente em Portugal, mas que está igualmente em franco crescimento”, diz Pedro Fontainhas, em relação a este tipo de produto imobiliário.

Construir (e viver em) casas mais pequenas: tendência ou necessidade?

Aumentar a oferta de casas no mercado, nomeadamente para a chamada classe média, é a solução apontada pela generalidade dos players do setor imobiliário para dar resposta à crise na habitação que se instalou em Portugal. Será, por exemplo, que se estão a construir casas mais pequenas no país, sendo esta uma nova “tendência” do mercado? “Se estivermos a falar do mercado residencial para portugueses, concordo”, começa por dizer ao idealista/news Luís Corrêa de Barros, CEO da promotora imobiliária Habitat Invest, salientando que é “uma das poucas formas que os promotores encontram para colocar no mercado residências acessíveis aos portugueses”.

Casas de luxo: “Há portugueses às compras e interessados em projetos”

Resiliência é palavra de ordem no segmento residencial de luxo nacional, que tem escapado entre os pingos da chuva à crise na habitação que se faz sentir em Portugal. O interesse dos investidores estrangeiros neste nicho de mercado não é recente e mantém-se intenso, mas são também muitos os portugueses que piscam o olho às casas de luxo. “Ao contrário do que muita gente pensa, não são só os estrangeiros que estão a comprar casas com valores mais altos. Há portugueses a fazer essas compras e muito interessados em conhecer os projetos preparados para sair da gaveta”, revela ao idealista/news Patrícia Barão, Partner Residential Dils Portugal.
Logística atrai investidores em todo o país

Logística: há um armazém sem inquilino junto à AutoEuropa

Um armazém localizado na Quinta da Marquesa, junto à AutoEuropa, em Palmela, nos arredores de Lisboa, está sem inquilino. Trata-se de um ativo sob gestão da M7 Real Estate que tem cerca de 10.500 metros quadrados (m2) disponíveis, tendo como finalidade o uso logístico e industrial. 
Sierra e BTG Pactual investem em crédito imobiliário

Sierra e banco BTG Pactual investem em crédito imobiliário na Ibéria

A Sonae Sierra, multinacional que opera de forma integrada no setor imobiliário, e o BTG Pactual, o principal banco de investimento da América Latina, estabeleceram uma ‘joint venture’ para investir em crédito imobiliário na Península Ibérica. Uma parceria “inovadora” que “será particularmente focada em ativos imobiliários com potencial para a criação de rendimentos, como centros comerciais, retail parks e comércio de rua”, revela em comunicado a Sierra.

Alta procura e poucas casas: os desafios da promoção imobiliária em 2025

São precisas mais casas em Portugal para dar resposta(s) à procura existente. E casas que possam ser compradas pela generalidade das pessoas, nomeadamente as da chamada classe média. O alerta não é de agora, sendo este um cenário traçado há já muito tempo pelos vários players do setor imobiliário em Portugal. Do lado dos promotores, há vontade para investir e apostar no aumento da oferta de habitação, que ainda não deverá acontecer – pelo menos em escala, de forma a fazer face às necessidades – em 2025, antecipam. E são muitos os desafios existentes, “feridas” de um passado que teimam em não sarar.
Compra de imóveis turísticos em Troia

Arrow está prestes a comprar imóveis turísticos em Troia

A Arrow Global Portugal deverá aumentar em breve o seu portfólio de ativos em Portugal que ascende a 13 mil milhões de euros. Isto porque está prestes a fechar acordo para comprar vários imóveis turísticos em Troia, hoje geridos pela SC Investments, ex-Sonae Capital.
Investimento imobiliário comercial em Portugal

Imobiliário comercial em alta em 2024: “Foi um ano de recuperação”

Em 2024, o volume de transações de investimento em imobiliário de rendimento terá crescido 28% face ao ano anterior, com as previsões de fecho de ano da Cushman & Wakefield (C&W) a apontarem para 2.170 milhões de euros investidos em imobiliário comercial. “2024 foi um ano de recuperação, num enquadramento global de descida das taxas de juro, com maior dinamismo no mercado imobiliário (sobretudo na segunda metade do ano)”, comenta Eric van Leuven, diretor-geral da consultora em Portugal.
Data centers em Portugal

Data centers: primeiro edifício do projeto Sines DC está concluído

O SIN01, o primeiro edifício do projeto Sines DC, desenvolvido pela Start Campus, está concluído, revela em comunicado a Engexpor, que lidera a gestão de construção do SIN01. “Localizado na Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS), o edifício é um marco que inaugura um dos maiores data centers da Europa, destacando-se pela integração de tecnologia de ponta e soluções sustentáveis”, lê-se na nota.
Projeto imobiliário em Oeiras

Megaprojeto imobiliário Porto Cruz comprado por dono dos hotéis Sana

O megaprojeto imobiliário Porto Cruz, localizado na Cruz Quebrada, na fronteira entre os concelhos de Lisboa e Oeiras, mudou de mãos, tendo sido comprado pelo grupo Azinor – detém os hotéis Sana – ao grupo SIL. Trata-se de um empreendimento que contempla a construção, por exemplo, de três edifícios de habitação, de um hotel e de uma marina.
Investimentos imobiliários de Messi

Dos relvados para a Bolsa: fundo imobiliário de Messi brilha em Espanha

O futebolista Lionel Messi, que joga no Inter Miami (EUA), surge como presidente do conselho da Edifício Rostower Socimi em documentos publicados pela Portfolio Stock Exchange, considerado um pequeno mercado europeu alternativo. O único acionista da Edificio Rostower é o fundo de investimento imobiliário que pertence à família do craque argentino: Limecu Espana 2010.
Setor imobiliário em 2024 em revista

Adeus 2024: habitação e imobiliário centram atenções de olho no futuro

São precisas mais casas para dar resposta à crise na habitação na qual se encontra Portugal. Esta certeza não é de agora, tal como não é a de que é crucial dinamizar o mercado de arrendamento. Para tal é fundamental aumentar a oferta de casas no mercado, até para que os preços – que continuam a subir – possam baixar. Estará o novo simplex dos licenciamentos urbanos já a trazer resultados nesse sentido? E as alterações à lei dos solos serão positivas para o mercado imobiliário, nomeadamente no segmento residencial? Damos respostas a estas e outras perguntas neste artigo, no qual passamos em revista o que de mais importante se passou no país em 2024 no setor imobiliário.

Os negócios imobiliários que marcaram o ano de 2024

O ano de 2024 mostrou que Portugal continua a ser um destino atrativo e uma espécie de porto seguro para os investidores imobiliários nacionais e internacionais. Uma terra de oportunidades, apesar das incertezas existentes e das críticas de alguns players do setor, nomeadamente às burocracias existentes e à instabilidade fiscal. Foram vários, de resto, os negócios que movimentaram milhões de euros ao longo do ano. Passamos em revista algumas dessas transações.

Retalho, escritórios, logística, hotéis… Imobiliário comercial em alta

É caso para dizer que “há vida” no setor imobiliário além do segmento residencial. O ano de 2024 fica marcado por relatos de notícias animadoras, com vários negócios e/ou investimentos consumados ou em vias de ter luz verde. O retalho e a logística centraram atenções e o setor hoteleiro, alavancado pelo turismo e pela atratividade de Portugal enquanto destino de férias, também deu sinais de resiliência. Mais animado mostrou estar ainda o segmento de escritórios, que parece estar a ganhar uma segunda vida após o “fantasma” da pandemia. Passamos em revista o ano de 2024 no que diz respeito ao imobiliário comercial.

Investir em imobiliário em Portugal? “É um destino muito desejável”

“Para o investidor focado na melhoria da qualidade de vida, Portugal continua a ser um destino atrativo”, oferecendo “condições únicas para o investimento imobiliário". Quem o diz é João Miguel Louro, diretor da eXp Realty Portugal, uma mediadora imobiliária 100% digital de origem norte-americana que aterrou em solo nacional em 2020, em plena pandemia. “Não temos escritórios físicos em Portugal, mas isso não quer dizer que não nos encontremos fisicamente”, explica em entrevista ao idealista/news.
Projeto imobiliário em Guimarães

Grupo Endutex investe 60 milhões em projeto imobiliário em Guimarães

O grupo Endutex, fundado em 1970 em Santo Tirso, comprou há alguns anos, em hasta pública, um terreno com 110.000 metros quadrados (m2) no Monte do Cavalinho, na freguesia de Urgezes, em Guimarães, por 2,75 milhões de euros. É aí que vai nascer um projeto imobiliário que contempla habitação, comércio, serviços e um amplo espaço verde. As obras já arrancaram e em causa está um investimento estimado de 60 milhões de euros.
Ombria Algarve

Turismo residencial gera 15.000 milhões em receitas fiscais em 10 anos

O turismo residencial gerou 15.000 milhões de euros em receitas fiscais para o Estado entre 2014 e 2023, segundo dois estudos realizados em parceria entre a Nova School of Business and Economics e a Associação Portuguesa do Turismo Residencial e Resorts (APR). Os mesmos permitem ainda concluir, por exemplo, que Portugal é o país que, em 2024, apresenta os maiores encargos fiscais sobre a aquisição de um imóvel residencial de segunda habitação entre os mercados analisados.
Casas de luxo em todo o mundo

Setor imobiliário de luxo arrefece a nível mundial

O setor imobiliário de luxo a nível mundial está a arrefecer. Os dados mais recentes da imobiliária Knight Frank indicam, por exemplo, que no terceiro trimestre de 2024 o volume e número de unidades vendidas caíram em 12 mercados internacionais. Em causa está o relatório Global Super-Prime Intelligence, que se refere ao mercado ‘super-prime’ (superluxo), ou seja, à transação de imóveis de valor superior a 10 milhões de dólares.

Campo de futebol em Espinho ganha segunda vida – terá 240 apartamentos

Chama-se Espinho Beach Residences e está a nascer no antigo campo de futebol do Sporting Clube de Espinho, ou seja, no terreno do então Estádio Comendador Manuel de Oliveira Violas. Em causa está um empreendimento com cinco blocos residenciais que terá cerca de 240 apartamentos. Já começou a ser construído e sai do papel na sequência de um investimento de perto de 60 milhões de euros da DTCN Business, uma parceria com 50% de participação do Grupo Arliz, de Braga, e 50% da Mojidad, de Setúbal.