Estado encaixa menos de um milhão de euros com Bolsa Nacional de Terras
O segundo concurso de terras do Estado que levou ao mercado 18 prédios rústicos, num total de 220 hectares, acaba de chegar ao fim. As listas com as propostas candidatas ao arrendamento das propriedades públicas, através da Bolsa Nacional de Terras (BNT) já foram publicadas e, nos próximos meses, serão contratualizadas as operações de cedência dos terrenos agrícolas.
Estado paga 120 milhões por ano em rendas a privados
O Estado é proprietário de 18.085 edifícios e 5.745 terrenos em todo o país, mas paga 120 milhões de euros por ano em rendas a entidades privadas. Só o Ministério das Finanças tem arrendados 617 imóveis, que custam por ano 25,6 milhões de euros. Em causa estão dados do relatório da Direção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF), divulgado no final de janeiro.
Imobiliária da Parpública vendeu 28 imóveis por quase 100 milhões de euros em 2015
As vendas da imobiliária do Estado voltaram no ano passado a níveis próximos dos registados em 2007, antes de se verificar uma crise no setor. Em 2015, a Estamo “desfez-se” de 28 imóveis, arrecadando quase 100 milhões de euros, mais de 700% que no ano anterior.
Porto: Palacete Pinto Leite vendido por 1,6 milhões em hasta pública para ser ex-libris cultural
A Câmara Municipal do Porto (CMP) vendeu esta terça-feira (dia 16) o Palacete Pinto Leite por 1,643 milhões de euros em hasta pública a uma empresa de António Oliveira, ex-futebolista e selecionador nacional, e António Moutinho Cardoso, colecionador de arte, que promete criar um “ex-líbris” cultural “aberto à cidade”.
Renda do Teatro Camões não é paga desde 2012 (dívida é de 8,5 milhões)
A renda do Teatro Camões, de cerca de 180.000 euros mensais, não é paga desde 2012. Feitas as contas, o valor em incumprimento ronda os 8,5 milhões de euros. O equipamento cultural, que está sob gestão da Companhia Nacional de Bailado, à qual não compete pagar o arrendamento, foi construído entre 1997 e 1998, no âmbito da Expo 98.
Estado tem quase 24 mil imóveis mas paga 120 milhões em rendas a privados
O Estado tem 23.830 imóveis – entre património edificado e terrenos – e paga anualmente rendas de vários milhões de euros a entidades privadas. Só em 2015, a fatura anual de rendas do Estado superou os 120 milhões de euros.
Ministérios da Defesa e Finanças querem “desfazer-se” de 183 imóveis
Os ministérios da Defesa e das Finanças querem rentabilizar 183 imóveis através da venda, arrendamento ou cedência, entre outras soluções. A lista de imóveis – sem utilização – a colocar no mercado foi publicada num despacho assinado a dois dias das eleições. Recentemente, Bernardo Alabaça, sub-diretor geral da DGTF, disse ao idealista/news que estava em estudo a realização de uma hasta pública em dezembro com “imóveis afetos ao Ministério da Defesa”.
Estado paga rendas de 12 milhões de euros por imóveis que não utiliza
O Estado tem um património imobiliário composto por quase 23 mil imóveis, entre edifícios e terrenos, com uma taxa de ocupação de 75%. E além de ser proprietária, a administração pública é também inquilina, tendo em vigor mais de 2030 contratos de arrendamento, que custam perto de 12 milhões de euros ao erário público.
Estado tem quase 23.000 imóveis, mas paga 123 milhões de euros em rendas por ano
O Estado tem 22.957 imóveis (património edificado e terrenos), mas paga todos os anos a entidades privadas rendas no valor de 123 milhões de euros. Em causa estão dados que constam num relatório da Direção-Geral do Tesouro e Finanças.
Estado encaixa 56 milhões em três meses com venda de imóveis a privados
No primeiro trimestre, a Estamo, empresa do grupo Parpública que gere o património imobiliário do Estado com o objetivo de o rentabilizar, encaixou 56 milhões de euros em alienação de imóveis a privados. Algo que só foi possível com a chegada em força de investidores estrangeiros.
Estado quer ganhar 14 milhões com venda de imóveis em hasta pública
O Estado vai voltar a tentar vender património imobiliário em duas operações a realizar em julho, nos dias 7 e 9. Em causa estão 34 ativos – entre prédios, andares e terrenos –, com os quais o Estado estima arrecadar cerca de 14 milhões de euros de receitas.
Estado volta a tentar fazer dinheiro com a venda de imóveis: 36 ativos em leilão apenas num dia
Em apenas um dia, o Estado pretende vender 36 imóveis e arrecadar mais de 3,5 milhões de euros. O próximo leilão da Direção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF) está marcado para 21 de abril e os preços dos ativos que vão a hasta pública variam entre os 6.000 e 556.000 euros.
Estado lucrou apenas com a venda de dois imóveis... ao Estado
A Estamo, imobiliária do Estado, vendeu oito imóveis a privados no ano passado, mas todos os negócios foram realizados com um desconto de 30%, que corresponde a um prejuízo global de quatro milhões de euros. De um total de nove operações realizadas em 2014, apenas duas foram lucrativas e a grande mais valia foi conseguida com a venda de um imóvel a um fundo de capitais públicos.
Finanças travam classificação de imóveis do Estado para vendê-los
A austeridade levou o Governo a equacionar a venda de património imobiliário do Estado de forma a aumentar a receita. Atualmente, o Ministério das finanças está a travar a classificação de propriedades do Estado como monumentos nacionais, de forma a conseguir vendê-los com maior facilidade.
Lisboa: câmara quer arrecadar 131 milhões com venda de terrenos, imóveis e lojas em 2014
O Orçamento da Câmara Municipal de Lisboa para 2014 – de cerca de 728 milhões de euros – foi aprovado, com o voto favorável do PS, a abstenção do PSD e do CDS e o voto contra do PCP.
Mais de 70 imóveis avaliados em 5,5 milhões vão a leilão
O Estado mantém-se firme na decisão de vender património público para angariar receitas. Trata-se de um modelo de negócio adotado em 2011 que não tem, no entanto, atraído muita procura – desde então, os leilões renderam apenas 4,4 milhões.
proprietários podem perder direito a terras à beira de água
os proprietários que têm terrenos situados nas margens costeiras e fluviais (numa faixa de 50 metros do mar e 30 metros dos rios) têm de provar até ao final do ano que os mesmos são privados há mais de 150 anos.
estado paga mais de 112 milhões em rendas
a administração central é arrendatária de 2395 edifícios, que só este ano vão custar ao erário público mais de 112 milhões de euros. mas estes números deixam de fora o sector empresarial e a administração local e regional do estado, que representam uma parte significativa da despesa pública.
governo francês vende e arrenda algumas jóias imobiliárias
o governo francês quer “desfazer-se” de património imobiliário do estado para controlar o défice do país, um pouco à semelhança do que está a fazer o executivo português.
estado quer arrecadar 30 milhões com venda de casas a chineses
a segurança social está a preparar uma lista dos 20 maiores e mais valiosos imóveis que dispõe, desocupados ou devolutos, para poder participar no “road show” que a caixa geral de depósitos (cgd) vai realizar em macau ainda este ano.
ministério da justiça vende 44 casas de juízes por 3,2 milhões
o ministério da justiça (mj) vai vender em hasta pública, entre 24 e 27 de junho, 44 casas destinadas a magistrados, prevendo-se um encaixe financeiro para o estado na ordem dos 3,2 milhões de eurosde acordo com o jornal de notícias, que cita fonte governamental, esta é a segunda vez que o ministéri
receita com venda de imóveis do estado desce 80%
a crise no sector imobiliário também está a deixar marcas nos imóveis que são propriedade do estado. os número não deixam dúvidas: no ano passado, venderam-se 69 imóveis públicos, que renderam 12,3 milhões de euros.
estado ganha 8,7 milhões com venda de casa em nova iorque
em setembro do ano passado, o governo anunciou que ia vender sete imóveis situados em várias cidades mundiais, esperando arrecadar com as transacções cerca de 22 milhões de euros.
antigo hospital do desterro transforma-se em espaço para novas experiências
o antigo hospital do desterro, em lisboa, vai ser reabilitado e será palco de experiências alternativas.
governo gaulês vende casa de frança em berlim
a crise está a obrigar os governos de muitos países a reduzir custos com ministérios e serviços e a procurar obter receitas extraordinárias com a venda de património, inclusive no estrangeiro.