Teletrabalho mantém-se obrigatório no desconfinamento

Teletrabalho mantém-se obrigatório no desconfinamento

Na apresentação do plano de desconfinamento, que arrancou esta segunda-feira (15 de março de 2021), o primeiro-ministro António Costa tinha dito que o teletrabalho era para manter “sempre que possível”, mas o decreto-lei nº4/2021, já publicado em Diário da República, veio esclarecer que se mantém obrigatória a adoção do teletrabalho.

“Escritórios vão deixar de ser espaços estáticos para se tornarem locais mais dinâmicos”

“A pandemia e o teletrabalho vieram acelerar tendências que já estavam em desenvolvimento”, diz ao idealista/news Duarte Aires, CEO da Vector Mais, empresa – fundada em 2000 – que desenvolve projetos de conceção e construção de espaços interiores, apresentando soluções globais para escritórios, hotéis, retalho e espaços de saúde. O responsável considera que, na sequência da crise pandémica, irá assistir-se “a algumas mudanças” na “forma de trabalhar”, com os escritórios a deixarem “de ser espaços estáticos para se tornarem em locais mais dinâmicos que promovem a inovação e o trabalho de equipa”.
Empresas “fintam” novo confinamento: há mais a conseguir manter atividade que em abril de 2020

Empresas “fintam” novo confinamento: há mais a conseguir manter atividade que em abril de 2020

Estarão as empresas a “sobreviver” melhor a este confinamento, face ao primeiro? Segundo um inquérito do Banco de Portugal (BdP) e do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), na primeira quinzena de fevereiro, 92% das empresas estavam em produção ou funcionamento, um valor que compara com 82% no primeiro confinamento, ou seja, na primeira quinzena de abril de 2020. Conclui-se, portanto, que há mais empresas a conseguir manter a atividade atualmente.
Apoio aos pais em teletrabalho: as datas em que as empresas têm de entregar os pedidos

Apoio aos pais em teletrabalho: as datas em que as empresas têm de entregar os pedidos

As empresas têm dez dias, entre 5 e 15 de março, para preencher o formulário que lhes permitirá receber a comparticipação da Segurança Social (SS) relativa ao apoio excecional à família, destinado aos trabalhadores que têm de prestar assistência a crianças, na sequência do fecho das escolas, que estão encerradas desde 22 de janeiro. De recordar que o apoio em causa foi recentemente alargado aos pais de alunos até ao 1.º ciclo e de famílias monoparentais que optem por não exercer teletrabalho para dar assistência à família.
Pais em teletrabalho: desde a declaração às coimas, tudo sobre os apoios em vigor

Pais em teletrabalho: desde a declaração às coimas, tudo sobre os apoios em vigor

O alargamento de apoios às famílias em tempos de pandemia para pais de alunos até ao 1.º ciclo e de famílias monoparentais que optem por não exercer teletrabalho para dar assistência à família entrou em vigor esta terça-feira (23 de fevereiro de 2021), tendo a Segurança Social (SS) já disponibilizado a nova declaração a requerer o apoio excecional à família. Um documento que terá de ser preenchido pelos trabalhadores e entregue aos empregadores. Os pais em teletrabalho que peçam indevidamente o referido apoio arriscam pagar uma coima até 12.500 euros.
Alargamento de apoio a pais em teletrabalho aprovado: estas são as novas regras

Alargamento de apoio a pais em teletrabalho aprovado: estas são as novas regras

Os pais de crianças que frequentem até ao primeiro ciclo do ensino básico (até ao 4.º ano, o que, em alguns casos, significa que as crianças têm até 10 anos) ou com incapacidade superior a 60% clinicamente comprovada que se encontrem em teletrabalho vão poder optar entre manter-se em trabalho remoto ou requerer o apoio criado pelo Governo para garantir a manutenção de rendimento às famílias afetadas pela suspensão temporária de atividades letivas presenciais. O alargamento do apoio aos pais em teletrabalho foi aprovado em Conselho de Ministros na semana passada, mas só entrará em vigor depois de ser publicado em Diário da República. Fica a saber quais são as novas regras (as que já são conhecidas).
Vila para nómadas digitais na Madeira já atraiu 2.600 pessoas

Vila para nómadas digitais na Madeira já atraiu 2.600 pessoas

Atrair nómadas digitais de todo o mundo para viverem e trabalharem remotamente na ilha como verdadeiros locais, por um período entre um e seis meses. Este é o propósito do Digital Nomads Madeira, desenvolvido pela Secretaria Regional da Economia através da Startup Madeira e, ao que tudo indica, está a ser um sucesso. Até ao final de janeiro, a organização já tinha recebido cerca de 2.600 inscrições, um número que ultrapassa, em larga escala, as expectativas.