Em média, os portugueses gastam 5% do seu salário nos trajetos diários casa-trabalho-casa. Ou seja, para um salário médio anual de 15.742,86 euros, cada português gasta anualmente 788 euros.
Com uma elevada taxa de desemprego no país e uma forte competição internacional no mercado de trabalho, quase sempre há um grande número de candidatos para o mesmo posto. E, por vezes, a tentação para embelezar o curriculum e destacar-se dos demais pode ser grande. Mas não merece a pena, porque te pode custar não só esse trabalho, como arruinar a fama e comprometer a carreira.
Em Portugal, 42,3% das pessoas empregadas trabalham em microempresas, ou seja, quatro em cada 10 portugueses trabalham em companhias com menos de dez funcionários. Uma percentagem que só é superior na Grécia e em Itália: 58,6% e 46,4%, respetivamente.
Portugal está quase no final da tabela quando se fala do salário médio na zona euro, ocupando agora o 12º lugar, num total de quinze países analisados. Em contrapartida, é o país onde mais horas se trabalha por ano. O cenário é extraído de um relatório da Organização Muncial do Trabalho (OIT).
Há 130 mil trabalhadores portugueses a recibos verdes, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos a 2014. São mais do dobro (+122%) que em 2000, ano em que havia 58,6 mil trabalhadores independentes no país.
Portugal é um dos seis países do sul do Mediterrâneo cuja taxa de desemprego jovem ultrapassa os 30%, apesar do decréscimo que tem vindo a registar-se na Europa entre 2012 e 2014. Em causa está o relatório “Tendências Globais de Emprego para a Juventude 2015”, divulgado pela Organização Mundial de Trabalho (OIT).
A partir do próximo domingo, os pais com filhos até três anos podem pedir para trabalhar desde casa, sem penalizações salariais e de progressão de carreira. E no próximo ano, a licença de parentalidade passa a ser de três semanas em vez das atuais duas.
A consultora de recursos humanos Adecco adverte que cerca de 30% dos empregados sofrem uma depressão após as férias na sua reincorporação e que parte dos restantes 70% vai sofrer quadros de fadiga ou stress. Um período de desconexão demasiado largo ou um mau ambiente de trabalho são os principais motivos.
Em Portugal trabalha-se mais 486 horas por ano do que na Alemanha. Aliás, o povo germânico é o que menos horas trabalha na União Europeia (UE), com uma média de 1371, contra as 1857 em Portugal, o sexto país da UE, a seguir à Hungria, Estónia, Polónia, Letónia e Grécia, que é onde se trabalha mais, num total de 2042 horas por ano.
O número de pessoas empregadas por conta de outrem que ganham menos de 310 euros por mês – um valor inferior ao considerado para medir o limiar de pobreza – aumentou 5% no primeiro trimestre do ano, face ao período homólogo. No início do ano, havia 151,2 mil pessoas nesta situação.
O selecionador de pessoal não pode perguntar ao candidato sobre a sua condição sexual, a sua nacionalidade, o seu estado civil ou a sua idade porque viola assim o direito à intimidade, ainda que habitualmente muitos entrevistadores ignoram esta lei e formulam este tipo de questões. O que fazer se nos encontramos nesta situação? Há três formas para enfrentá-lo: negar-se a responder, esclarecer o entrevistador sobre o que pretende saber sem responder diretamente ou responder e mudar de tema.
O trabalho não declarado em Portugal represente 20 a 27% da força laboral, estima a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT). Em média, por mês são encontrados 600 casos fora da lei, nas inspeções realizadas pela entidade oficial de fiscalização das condições de trabalho em Portugal.
Os desempregados inscritos no centro de emprego há mais de três meses que aceitarem trabalhar longe da sua residência terão direito a um apoio à mobilidade. O incentivo, previsto na portaria publicada na sexta-feira no âmbito do Apoio à Mobilidade Geográfica no Mercado de Trabalho, varia em função de ser uma mobilidade temporária ou permanente.
Quando se começa a trabalhar, todos nós metemos o "pé na poça", de forma mais ou menos constante. E até é possível tipicar os erros mais comuns que cometem os jovens, entre os 20 e 25 anos, quando começam a dar os primeiros passos na sua carreira profissional e que podem comprometer o sucesso.
Na tua empresa tens colaboradores, mães ou pais, que têm bebés com até dois anos e querem trabalhar a tempo parcial? Não te preocupes, porque agora vais poder recorrer a fundos comunitários para pagar o salário de trabalhadores que contrates para substituir os pais.
Plano Estratégico para as Migrações. É assim que o Governo designa a nova estratégia para estimular o regresso dos emigrantes portugueses ao país, em várias frentes, e que deverá ser hoje aprovado em Conselho de Ministros.
A taxa de desemprego estimada para a Zona Euro em janeiro é de 11,2%, a mais baixa desde abril de 2012 – em dezembro de 2014 foi de 11,3% e no primeiro mês de 2014 foi de 11,8%. Segundo dados divulgados pelo Eurostat, em Portugal, a taxa de desemprego recuou 0,3%, para os 13,3%. Nos 28 Estados-membros da UE, a taxa de desemprego fixou-se nos 9,8% em janeiro, menos que no mês anterior (9,9%) e no período homólogo (10,6%).
Fica a saber se és uma pessoa que vive para trabalhar ou que trabalha para viver? Artigo escrito por joao.raposo@reorganiza.pt, partner da Reorganiza, para o idealista/news, no âmbito da rubrica "Trocado por Miúdos".
O fim dos empregos efémeros da época natalícia terá ajudado a elevar o número dos desempregados que em janeiro se foram inscrever nos centros do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). Existem atualmente 615.654 indivíduos à procura de trabalho: mais 17.073 que em dezembro e menos 89.673 que no período homólogo.
Salários mais próximos do setor privado, IRS similar, descontos para a Segurança Social equiparados e agora convergem também as férias. Os funcionários públicos vão passar a ter apenas 22 dias úteis de férias, em vez de 25.
Estás a pensar emigrar para outro país europeu? Então convém saberes quais as nações que dispõem de mais vagas para trabalhar. Alemanha, Bélgica e Reino Unido, por esta ordem, são os países que têm a taxa de vagas mais elevada. Em sentido inverso encontram-se Chipre, Letónia, Polónia e Espanha, onde a oferta é menor.
O setor privado está a criar emprego a um ritmo homólogo de 2,5%, como é possível constatar neste gráfico. Segundo estimativas do Banco de Portugal (BdP), mais de um terço desse aumento (0,9%) corresponde a estágios profissionais associados às políticas ativas de emprego.
O Instituto de Segurança Social (ISS) alargou o prazo para que os trabalhadores independentes possam pedir a alteração do escalão da Segurança Social (SS): era até 20 de dezembro e passou para 15 de janeiro de 2015. Cerca de um milhão de trabalhadores a recibos verdes viram o seu escalão da SS ser alterado em novembro, dos quais 710 mil ficaram isentos desta contribuição e 390 mil desceram de escalão.
Continua a haver muitas crianças menores (entre os 5 e os 17 anos) a trabalhar a tempo inteiro e que, por isso, não frequentam a escola. As estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam para a existência de pelo menos 168 milhões de crianças nesta situação. Ainda assim, e apesar da grandeza dos números, estes estão a diminuir, já que em 2000 havia 246 milhões de crianças vítimas de trabalho infantil.
A administração pública tinha em setembro 646.885 trabalhadores, menos 79.879 que em dezembro de 2011, quando já estavam a ser implementadas algumas das medidas e orientações previstas no memorando de entendimento assinado com a troika.
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