Juros nos empréstimos da casa a subir

Crédito habitação: juros voltam a subir em junho e fixam-se em 0,856%

O universo do crédito habitação está, hoje, mais instável. As taxas Euribor estão a subir para todos os prazos e estão a atingir máximos dia após dia. E esta tendência poderá acelerar ainda mais depois do Banco Central Europeu (BCE) subir a taxa de juro diretora, o que irá acontecer esta quinta-feira, dia 21 de julho. Em resultado, as taxas de juros implícitas no conjunto de contratos de crédito habitação voltaram a subir em junho, fixando-se nos 0,858%, ou seja, mais 3,2 pontos base (p.b.) que em maio. A prestação da casa também aumentou em junho (+1 euro) para 261 euros.
Bancos da Zona Euro “cortam” no crédito habitação

Bancos da Zona Euro “cortam” no crédito habitação

No segundo trimestre do ano, os bancos da Zona Euro apertaram as condições da concessão de crédito às empresas e às famílias, nomeadamente no que diz respeito ao crédito habitação. Um cenário que se deve manter no terceiro trimestre. Segundo um inquérito conduzido pelo Banco Central Europeu (BCE) entre 10 e 28 de junho, entre 153 bancos da Zona Euro, 24% dos bancos inquiridos disseram ter tornado as condições dos empréstimos às famílias para a compra de casa mais restritivas, um valor muito superior ao verificado nos primeiros três meses do ano (2%).
Maior procura de crédito habitação

Crédito habitação: subida de juros gera “ligeiro aumento” da procura

O contexto do crédito habitação está a mudar. Há novos prazos consoante a idade desde 1 de abril e as taxas de juro estão a subir à boleia da Euribor. E estes fatores têm influenciado a procura por empréstimos habitação no segundo trimestre de 2022. O Banco de Portugal (BdP) conclui que estes fatores contribuíram para desencadear um “ligeiro aumento” da procura por crédito habitação no país.
Crédito habitação a crescer em Portugal

Crédito habitação teve em 2021 o maior crescimento em quatro anos

Primeiro a pandemia e depois guerra. A estas “adversidades” junta-se a inflação e as taxas de juro, que estão a subir, bem como os preços das casas. A crescer está também o crédito habitação, com os bancos a continuarem a mostrar disponibilidade para financiar a compra de casa. Isso mesmo mostram os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP). “Em 2021, o crescimento dos contratos de crédito habitação celebrados e dos montantes concedidos foram os mais acentuados desde 2017”, lê-se no Relatório de Acompanhamento dos Mercados Bancários de Crédito de 2021, divulgado esta quinta-feira (14 de julho de 2022).
Crédito habitação em Portugal

Crédito Agrícola com solução de taxa variável a partir de 1,10%

Comprar ou arrendar casa? Esta será a dúvida que paira na mente de muitas pessoas. Uma dúvida, de resto, que ganha contornos ainda maiores tendo em conta o cenário atual, de inflação alta motivada pela inesperada guerra na Ucrânia. Muitos portugueses continuam, no entanto, apostados em pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa, apesar dos juros estarem a subir à boleia das taxas Euribor. Na rubrica ‘Crédito habitação do mês’ mostramos as principais condições oferecidas por vários bancos e instituições financeiras especialistas na concessão de empréstimos para a compra de casa em Portugal. Hoje falamos sobre a oferta do Crédito Agrícola.
Crédito recusado pelo banco

Banco pode recusar conceder crédito habitação? Sim, nestes 5 cenários

Comprar a casa é, por si só, um processo moroso. Primeiro, há que escolher a casa certa para a família e, depois, comparar uma série de créditos habitação para perceber qual é a solução mais ajustada ao orçamento familiar, num momento em que os juros estão a subir à boleia da Euribor. Mas mesmo depois de selecionada a solução de empréstimo habitação, a família pode ver o seu crédito rejeitado pelo banco. Porquê? Há, pelo menos, cinco situações em que o banco pode recusar-se a conceder crédito habitação. Explicamos quais são neste artigo.
Prestação da casa no crédito habitação

Crédito habitação: quanto sobe a prestação mensal à boleia da Euribor?

O panorama do crédito habitação em Portugal está a mudar a olhos vistos. Antes, as famílias sentiam-se atraídas pelas baixas taxas de juro e pelas condições favoráveis dos empréstimos habitação que as levavam a comprar casa. Mas, hoje, o cenário é outro: os padrões dos créditos estão mais rígidos e os juros estão a subir à boleia das taxas Euribor. A Euribor a 12 meses está mesmo a aproximar-se de 1%, atingido máximos de 10 anos em junho. E a Euribor a 6 meses está positiva pela primeira vez desde 2015. Estas subidas têm impacto nas prestações da casa a pagar aos bancos em várias dezenas de euros. Mas quanto vão subir em concreto? Explicamos tudo tendo por base cálculos de especialistas.
Juros sobem no crédito habitação

Novos créditos habitação: taxa de juro volta a subir e atinge 1,26%

Tudo mudou desde o início de 2022. As taxas Euribor começaram a aumentar a todo o gás, fazendo subir os juros nos novos créditos habitação em Portugal. De acordo com os dados do Banco de Portugal (BdP), a taxa de juro média dos novos empréstimos habitação subiu de 1,07% em abril para 1,26% em maio, sendo este o mais elevado desde julho de 2019. Mas este cenário não está a afastar famílias de pedir financiamento bancário para comprar casa.
Pagar o crédito habitação

Quais os rendimentos necessários para pagar o crédito habitação?

Comprar casa está cada vez menos ao alcance das famílias portuguesas. Primeiro, os preços das casas estão a subir a pique e os salários não acompanham esta evolução. Segundo, o crédito habitação está a ficar mais caro à medida que as taxas Euribor sobem. E, como se não bastasse, a inflação que se está a sentir no país – que atingiu os 8,7% em junho – está a esmagar ainda mais os orçamentos familiares. Qual é o resultado deste cenário? Os rendimentos reais das famílias não chegam para pagar os encargos anuais com o crédito habitação. E esta é uma realidade sentida na cidade de Lisboa, onde o rendimento familiar real é 83,1% inferior ao necessário para pagar o crédito habitação, segundo os cálculos do idealista. No Porto, esta diferença é de -13,6%.
Avaliação da casa no crédito habitação

Avaliação da casa: o que é e porque é importante no crédito habitação?

A avaliação bancária é um dos passos necessários na hora de contratar um crédito habitação para comprar casa. Este é um processo que te permitirá conhecer o valor real da habitação que queres adquirir. E, para os bancos, é um dado importante para calcular o montante do empréstimo da casa – que geralmente é o menor valor entre o preço do imóvel colocado no mercado e o valor da avaliação. Se estás à procura de crédito habitação para comprar casa, importa saber exatamente o que é a avaliação bancária da casa e a sua importância na concessão do empréstimo habitação. Explicamos tudo neste guia.
Euribor no crédito habitação

Euribor a 12 meses em máximos de 10 anos - e taxa a 6 meses positiva

As taxas Euribor continuam a subir a todo o vapor. E aceleraram esta tendência depois do Banco Central Europeu (BCE) ter confirmado a subida da taxa de juro diretora para julho. A média mensal da Euribor a 12 meses atingiu os 0,85% em junho. E este é mesmo o valor mais elevado desde agosto de 2012. Sem surpresas, também a Euribor a 6 meses já está positiva, tendo atingido os 0,162% em junho.
Crédito habitação na Irlanda

Crédito à habitação na Irlanda: banco multado por penalizar clientes

O banco irlandês Allied Irish Banks (AIB) foi multado em 96,7 milhões de euros pelo regulador do país por recusar disponibilizar créditos habitação com taxas de juro variáveis indexadas às taxas diretoras do Banco Central Europeu (BCE), que tem estado em terreno negativo nos últimos anos – só recentemente voltaram a subir. Foram 12.845 os clientes do AIB prejudicados com esta decisão. Destes, 53 perderam as casas por não conseguirem cumprir os pagamentos, aos quais acrescem 84 clientes do banco EBS, uma subsidiária do AIB.
Crédito habitação em Portugal

Empréstimo para a casa: montante total concedido em máximos de 2015

O mercado residencial português está dinâmico e a dar sinais de resiliência. Foi assim durante a pandemia da Covid-19 e parece estar a ser assim em tempos de guerra. A inflação está a aumentar e o poder de compra a diminuir, com as taxas de juro a acompanharem esta tendência de crescimento. Perante todo este cenário, o preço das casas continua a subir em flecha. Os bancos, por seu turno, mantêm a torneira do crédito habitação (bem) aberta. Isso mesmo mostram os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP): no final de maio, o montante total de empréstimos à habitação subiu 4,8% face ao período homólogo para 98 741,2 milhões de euros, à semelhança do que já tinha acontecido em abril em março. É o valor mais elevado desde novembro de 2015.
Pedir crédito habitação

Os 5 erros mais comuns ao pedir um crédito habitação - como evitá-los?

Contratar um crédito habitação para comprar casa é uma decisão importante que vai afetar as famílias por muitos anos. Ainda para mais, num contexto em que as taxas de juro estão a subir e há novos prazos limite consoante as idades dos titulares. É por isso que na hora de contratar um empréstimo habitação é crucial ter em conta vários fatores e analisá-los muito bem para escolher o crédito habitação mais ajustado à tua realidade financeira. Neste processo, importa também conhecer os erros mais comuns ao pedir um empréstimo bancário e como podes evitá-los. Explicamos tudo.  
O que é a Euribor

O que é a Euribor e como afeta o crédito habitação?

Muito se tem falado sobre a subida das taxas Euribor. Depois de passarem mais de cinco anos em terreno negativo, a Euribor a 12 meses está a aproximar-se de 1% e a Euribor a 6 meses já está acima dos 0%. Estas são mesmo as taxas mais contratadas no crédito habitação de taxas variável em Portugal e a sua subida vai refletir-se, mais tarde ou mais cedo, nas prestações da casa a pagar ao banco. Mas o que é, em concreto, a Euribor? E como é que afeta os empréstimos da casa? Explicamos tudo neste artigo.
Crédito malparado em Portugal

Inflação e juros a subir: bancos admitem aumento do crédito malparado

A inflação está em alta em Portugal - em maio atingiu os 8%, o valor mais alto desde 1993. E o contexto de crédito habitação está a mudar, com a subida das taxas Euribor à boleia da já anunciada subida da taxa diretora pelo Banco Central Europeu (BCE) para julho, o que acaba por agravar as prestações da casa. Mas os bancos não temem potenciais efeitos negativos deste contexto nos seus balanços, embora admitam que poderá vir a existir um aumento do crédito malparado no país. 
Prestação da casa a subir

Euribor a subir e prestação da casa a crescer: como estar protegido?

Os bancos têm mostrado disponibilidade para financiar a compra de casa, mas o cenário atual de alta inflação poderá ter impacto também na concessão de crédito habitação, visto que os juros estão a aumentar e a fazer disparar as taxas Euribor para terreno positivo, o que fará com que a prestação da casa também suba. Parece ser hora, posto isto, de estar protegido para eventuais dissabores que conduzam a incumprimentos com o banco. Explicamos como no artigo desta semana da Deco Alerta.
Avaliação bancária das casas

Metro quadrado das casas vale cada vez mais para bancos - novo recorde

Um dos passos para contratar um crédito habitação passa pela avaliação bancária da casa. E este é um indicador que não para de crescer em Portugal: em maio, o valor mediano de avaliação bancária fixou-se em 1.380 euros por metro quadrado (euros/m2), tendo aumentado 1,8% face a abril (1.356 euros/m2). Este é o maior valor desde que há registos contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), ou seja, desde janeiro de 2011.
Juros no crédito habitação

Juros no crédito habitação: subidas são “normais” na economia

A subida das taxas Euribor tem elevado os juros dos empréstimos habitação e, por consequência, as prestações da casa. E este cenário tem alarmado as famílias que estão a pagar créditos habitação e as que pretendem contratar um para comprar casa. Acontece que, segundo diz fonte oficial da Associação Portuguesa de Bancos (APB), a subida e descida dos juros faz parte do “normal da economia”. E o que não é normal é haver um período tão longo de juros em terreno negativo.